Juliana - Professor de bioquímica - Campinas
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Juliana - Professor de bioquímica - Campinas

O melhor dos professores. Qualidade do perfil, excelência do diploma, resposta garantida. Juliana organizará cuidadosamente a sua primeira aula de Bioquímica.

Juliana

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  • Preço 19€
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  • Bioquímica

Doutora em Biologia Molecular e Funcional pela Unicamp | Reconhecida pelo Ensino de Bioquímica e há mais de 10 anos transformando dificuldades de aprendizado em momentos de “Ah, agora entendi!”.

  • Bioquímica

Local das aulas

Embaixadora

O melhor dos professores: qualidade do perfil, excelência no diploma, e resposta garantida. Juliana organizará cuidadosamente a sua primeira aula de Bioquímica.

Sobre Juliana

Sou apaixonada por ensinar e por construir linhas de raciocínio que façam você dizer: "Ah, agora entendi! Acredito que aprender faz mais sentido quando você compreende o conteúdo e o relaciona à sua futura prática profissional.

Por isso, desenvolvi uma metodologia que organiza os conteúdos do ciclo básico de forma clara e conectada, ajudando você a entender as relações entre os conceitos, resolver questões e aplicar o conhecimento com segurança.

Além disso, ao longo das aulas utilizo estratégias de recuperação ativa, revisão e resolução de questões, baseadas em princípios da neurociência da aprendizagem, para favorecer a consolidação da memória.

Vamos construir esse conhecimento juntos?

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Sobre a aula

  • 1º ciclo
  • 2º ciclo
  • 3º ciclo
  • +8
  • níveis :

    1º ciclo

    2º ciclo

    3º ciclo

    10º ano

    11º ano

    12º ano

    Ensino superior

    Formação para adultos

    Mestrado

    Doutoramento

    MBA

  • Português

Todos os idiomas falados na aula :

Português

Cada aula é uma conversa personalizada, adaptada à disciplina, à instituição de ensino e aos objetivos do aluno. Meu método organiza o conteúdo de forma lógica para promover uma compreensão sólida e uma memorização significativa.

Como a aula acontece:

Parte 1) Diagnóstico:
Identificação dos conhecimentos prévios, dificuldades e objetivos do aluno.

Parte 2) Construção do raciocínio
Desenvolvimento do conteúdo de forma progressiva, conectando conceitos e respeitando o ritmo de aprendizagem.

Parte 3) Consolidação
Finalizamos com perguntas e resolução de questões para verificar a compreensão, esclarecer dúvidas e favorecer a consolidação da memória.

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Preços

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  • 19€

Preços dos packs

  • 5h: 84€
  • 10h: 168€

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Esta primeira aula de oferta com o(a) Juliana serve para conhecer melhor o professor(a) e especificar as suas necessidades para as próximas aulas.

  • 1h

online

  • 19€/h

Mais detalhes sobre Juliana

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  • 1) Tem quanto tempo que você possui interesse pela matéria que você leciona e por dar aulas particulares?

    Me apaixonei pela Bioquímica em 2008, quando estava no segundo ano da graduação em Educação Física. Em uma das aulas, meu professor nos levou à pista de atletismo para realizar um experimento. Ao final, ele nos mostrou que diferentes tipos de exercício produziam diferentes níveis de lactato.

    Aquilo despertou minha curiosidade e, na aula seguinte, depois de discutirmos os resultados, perguntei se poderia estudar mais sobre o assunto. Eu queria muito compreender cada detalhe do que estava acontecendo no meu corpo. Foi assim que começou minha relação com a Bioquímica e minha trajetória acadêmica na Unicamp.

    De 2009 a 2021, fui monitora de Bioquímica das turmas de Educação Física. Durante esse período, fui percebendo o quanto era importante compreender não apenas o conteúdo, mas também o tempo de que cada aluno precisava para aprender, suas dificuldades individuais, seus conhecimentos prévios e a necessidade de aplicar os conteúdos na prática da futura profissão.

    Em 2016, durante o mestrado, comecei a dar aulas particulares de Bioquímica para estudantes de Medicina. Desde então, não parei mais.
  • 2) Conte-nos um pouco sobre a matéria que você leciona: o que você mais sente prazer em ensinar e o que, eventualmente, te agrada menos?

    Ensinar Bioquímica, para mim, é mostrar ao aluno que há uma enorme quantidade de acontecimentos dentro do nosso próprio corpo o tempo todo, mesmo que não consigamos visualizá-los a olho nu. Um exemplo é a hiperventilação: como respirar muito rápido pode alterar o pH do sangue? É justamente isso que mais gosto de ensinar: fazer conexões entre o conteúdo e aquilo que o aluno consegue observar na prática. Dessa forma, as reações químicas deixam de ser uma sequência que precisa decorar e passa a fazer sentido quando relacionada ao dia a dia.

    O que menos me agrada é quando a Bioquímica é vista como algo que precisa ser decorado. Sinto que, assim, o aluno perde a oportunidade de perceber a linha de raciocínio por trás dos processos e, principalmente, o encanto de descobrir que aquilo que está estudando explica o que acontece no próprio corpo, ou em uma doença.

    Por isso, um dos meus momentos preferidos durante as aulas é quando o aluno para, conecta as informações e diz: “Ahhhh, eu entendiiii!”.
  • 3) Qual(ais) é(são) seu(s) modelo(s) ou inspiração(ões)?

    Atualmente, minhas principais inspirações vêm dos cientistas e das histórias de suas descobertas. Adoro investigar como a humanidade construiu o conhecimento que temos hoje, a partir dos recursos disponíveis em cada época.

    Um exemplo é a história da cetoacidose diabética e de como, em 1874, Adolf Kussmaul descreveu a respiração profunda observada em pacientes com coma diabético, antes que os mecanismos envolvidos fossem plenamente compreendidos. Também me encantam as histórias da descoberta da penicilina e das vacinas, das disputas em torno da anestesia e dos preconceitos que cercavam a epilepsia. Essas histórias me fazem perceber a ciência como uma construção humana, marcada por perguntas, descobertas e mudanças de perspectiva.

    Além dessas inspirações, dois professores foram fundamentais na minha trajetória: meu professor de Bioquímica do Exercício Físico na graduação e minha orientadora de doutorado. Ser aluna deles me inspirou a criar um ambiente em sala de aula no qual os alunos se sintam à vontade para fazer perguntas, expressar suas dúvidas e reconhecer o que compreenderam e o que ainda precisam aprender. Com eles, também aprendi que ensinar exige disposição para rever e aprimorar continuamente a própria prática com base no que acontece em cada aula.
  • 4) Quais são, na sua opinião, as qualidades necessárias para ser um excelente profissional na sua especialidade de ensino?

    Para mim, uma das principais qualidades de um excelente professor é saber olhar para as necessidades de cada aluno. Isso significa respeitar o tempo de aprendizagem, saber ouvir suas perguntas e ter curiosidade para perceber se aquilo que ensina realmente está chegando a quem quer aprender ou se o Wi-Fi da aprendizagem está com algum problema... rs.

    Muitas vezes, o conteúdo em si não é difícil. O que falta é uma conexão entre aquilo que o aluno já sabe e o novo conhecimento. Por isso, acredito que o professor precisa saber identificar onde essa conexão se perdeu e buscar outro caminho
  • 5) Você teria alguma história e/ou curiosidade engraçada relacionada à sua profissão ou às aulas para compartilhar?

    Sim! Comecei escrevendo “equilíbrio ácido-base” na lousa, durante uma aula sobre sistema-tampão para um trio de alunos, e perguntei o que vinha à cabeça deles. Depois de alguns segundos de silêncio, vieram as respostas: “Caos, prô!”, “Só lembro que ácido é ruim” e “Eu sei que é importante”.

    Enquanto conversávamos sobre o conceito de ácido, um dos alunos finalmente entendeu e soltou: “Ahhh, então é isso? Caraca, prô! Aquele professor nos contou que já foi quatro vezes à Lua e não conseguiu me explicar o que é um ácido!”. Todos caímos na risada. Para completar, outro perguntou: “Mas, prô, será que meu sistema-tampão funciona na Lua?”
  • 6) Confesse pra gente, você também já passou por alguma dificuldade na escola/faculdade na matéria que você leciona...

    Sim! Acreditem ou não, para compreender Bioquímica durante a iniciação científica e o mestrado, precisei enfrentar minha dificuldade com a estrutura química das moléculas, um tema que me desafiou na escola.Mas, enfrentar esse desafio me fez perceber uma grande diferença: na iniciação científica e no mestrado, a estrutura química das moléculas estava relacionada a algo de que eu gostava e que queria entender. Assim, o que antes parecia difícil passou a ser gostoso de aprender e a ter significado.

    O mais legal dessa história é que, hoje, como professora, essa experiência me ajuda a explicar um mesmo conteúdo de diferentes formas, assim como precisei encontrar outras maneiras de compreendê-lo durante minha própria aprendizagem.
  • 7) Nos ajude a te conhecer um pouco melhor, conte-nos um pouco sobre suas paixões!

    Sou curiosa e apaixonada por aprender, explorar e criar. Gosto de produzir vídeos, desenvolver games interativos e criar experiências educativas que tornem a aprendizagem mais interessante e divertida.

    Fora do trabalho, gosto de ler, estar com meu cachorro, andar de bike com meu pai, correr, surfar e escalar.
  • 8) O que faz de você uma Superprof, além de ter respondido a esta entrevista?

    Acredito que ser uma Superprof é me adaptar às perguntas e às necessidades de cada aluno. Acho incrível que nenhuma aula sobre o mesmo tema seja igual à outra.

    Quando percebo uma dúvida, pergunto: “Tá tudo bem? Me conta o que aconteceu! Não deixa virar uma bola de neve.” A partir daí, procuro outro caminho. Pode ser uma pergunta diferente, uma analogia, um desenho, uma situação prática ou simplesmente voltar alguns passos para reconstruir uma conexão que ficou para trás.

    Para mim, isso significa não entregar respostas prontas para o aluno decorar, mas construir com ele uma linha de raciocínio que faça sentido, conecte novos conhecimentos ao que ele já sabe e o ajude a recorrer ao que aprendeu sempre que precisar.
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