André - Professor de design gráfico -
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O melhor dos professores. Qualidade do perfil, excelência do diploma, resposta garantida. André organizará cuidadosamente a sua primeira aula de Design Gráfico.

André

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  • Preço 16€
  • Resposta 9h
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    Número de alunos que André atendeu desde que chegou à Superprof

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André - Professor de design gráfico -
  • 5 (10 avaliações)

16€/h

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  • Photoshop

Sou Certificado Adobe Expert (ACE) em Photoshop. Me graduei em Design de Games (2014) e também em Publicidade (2018). Atualmente, sou mestre em Design na Univille, com quase 10 anos de experiência.

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Embaixador

O melhor dos professores: qualidade do perfil, excelência no diploma, e resposta garantida. André organizará cuidadosamente a sua primeira aula de Design Gráfico.

Sobre André

Sempre fui um aluno com dificuldades de focar em tutoriais online, mesmo com a opção de acelerar. Muitas vezes eu tinha dúvidas que não estavam no vídeo, aí eu tinha que comentar e esperar alguém orientar - e quase sempre não dava certo.

Como mestrando, estou me aperfeiçoando em metodologias ativas de ensino, como a gamificação e a microaprendizagem. Acho MUITO dahora uma linha de aula informal, sem aquela postura rígida de professor, ao mesmo tempo em que o conteúdo passado ali é denso e objetivo. Acredito que todos precisam ter contato com teorias para podermos "acertar a mão" quando estamos criando. Mas se for muito massante, muito teórico, o ensino de programas acaba se tornando entediante. É por isso que me especializei pela Adobe como Expert em Photoshop e Illustrator, os dois softwares que utilizo desde 2010.

Além disso, já fui dono de uma escola de cursos e sócio proprietário de uma agência de marketing. Conto com 2 experiências internacionais de estudo, onde tive contato com outros designers e outras técnicas que me abriram novos gostos criativos. Tudo isso contribuiu para que eu, que desenho desde criança, entrasse no mercado de ilustração vetorial em 2015 e, hoje, consiga atender o Brasil todo, além de alguns clientes internacionais.

Tudo isso é direcionado para vocês, alunos. Me falem suas necessidades que eu personalizarei o plano de ensino.

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Sobre a aula

  • 12º ano
  • Ensino superior
  • Formação para adultos
  • +6
  • níveis :

    12º ano

    Ensino superior

    Formação para adultos

    Mestrado

    Doutoramento

    MBA

    Iniciante

    Intermediário

    Avançado

  • Português

Todos os idiomas falados na aula :

Português

"Não basta saber usar o software, tem que entender um pouco de teoria. E não basta só ler, tem que fuçar no programa". Essa é a filosofia do método que desenvolvi e apliquei na escola de criação que tive, de 2018 até 2021.

Como um Certificado Adobe, sempre personalizei as aulas para que elas atendam 2 critérios: 1) evitar falar de ferramentas que não sejam úteis ao que os alunos precisam e que não influenciem na prática deles; 2) ensinar o essencial do software, de modo que os alunos abram o programa e se familiarizem, de modo geral, com tudo o que aparece ali.

Prezo muito por uma metodologia rápida e que utilize teorias de criação. Me apoio sempre nos 4 princípios de Robin Williams. Gosto de trabalhar com pessoas que estão começando do 0 (iniciantes) e as que já sabem mexer em algumas funções, mas que desejam se aprofundar (intermediárias). Minhas aulas costumam aproximadamente 2 horas de duração, e o cronograma geral é de 8 aulas - ou seja, 2 meses - para que haja resultados nos alunos. E também trabalho com tarefas práticas (não obrigatórias mas MUITO recomendadas) e certificados de conclusão.

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Preços

Preço

  • 16€

Preços dos packs

  • 5h: 81€
  • 10h: 161€

online

  • 16€/h

deslocação

  • + 150€

Mais detalhes sobre André

Mais detalhes sobre André

  • 1) Tem quanto tempo que você descobriu sua paixão pela informática, poderia nos contar (talvez com um pouco de nostalgia) sua primeira experiência com um computador?

    Eu estou com 32 anos, o que faz com que eu tenha pego a transição da era analógica pra era dos computadores. Para uma criança dos anos 2000, descobrir a internet, poder se conectar e jogar online, poder fazer downloads de músicas, jogos e ainda conversar com os amigos, realmente foi uma experiência muito nostálgica e que eu pude ter a sorte de ter um grupo grande de amigos que compartilhavam os mesmos gostos.
    O bacana foi que éramos obrigados a aprender a lidar com alguns problemas próprios do Windows, como quando as coisas eram instaladas e não funcionavam, ou quando precisávamos iniciar o computador no modo de segurança para tentar ver algum problema na formatação. Eu não sou da área de TI, mas percebo que hoje em dia esses conhecimentos soam como super técnicos para a geração que pulou essa etapa e já veio direto para os smartphones.
    De qualquer forma, creio que minha primeira experiência real com computadores foram aqueles primeiros jogos do Windows, em especial o Paciência e o Campo Minado. Também lembro que, como desenho desde criança, achava super interessante usar o Paint para criar uns desenhos digitais. Isso tudo foi exatamente no ano 2000 (que eu tinha 8).
  • 2) Qual foi a evolução tecnológica que mais te marcou e qual, na sua opinião, será a próxima a revolucionar radicalmente o mundo da tecnologia?

    A revolução digital, que estudamos no design gráfico, creio que foi a que mais marcou qualquer pessoa que tenha nascido nos anos 80 e 90. Foi um salto qualitativo muito grande, inclusive para a minha profissão. É claro que quem nasceu antes disso também foi impactado, mas não com aquele vislumbre que nós tivemos. As empresas que foram pioneiras, como a Adobe (que eu tanto utilizo profissionalmente), realmente merecem os créditos por terem projetado tendências de mercado para uma dúzia de habilidades, desde vídeo, passando por sonorização, até programação e criações gráficas. Como diz no livro de Meggs, a primeira revolução foram os tipos móveis de Gutenberg. A segunda foi a digital. Eu me lembro que, para uma criança, a possibilidade de você poder jogar um Pokémon no computador, simulando um Game Boy, era algo surreal, porque o console custava algo como 200 reais na época. E o jogo (chamado ROM nos sites) era de graça - bastava você saber procurar o emulador e configurá-lo.
    Quanto à terceira revolução, creio que as Inteligências Artificiais já estão se posicionando pra isso. Como estou utilizando algumas para meu projeto de mestrado, é bem nítido que elas são um segundo passo na descentralização de expertises. A internet provocou a primeira, no sentido de descentralizar músicas, vídeos, jogos, etc, das mãos dos produtores, permitindo que profissionais pequenos, locais, pudessem se colocar no mercado. E as IAs, agora, estão descentralizando a parte técnica de todo mundo dessa vez, dos grandes aos pequenos, forçando uma espécie de multidisciplinaridade em lugares que se têm muitos processos. Dito de outra forma, as IA's podem ser úteis para que 1 profissional consiga otimizar processos dele e de outros tantos, mesmo que ele não saiba do assunto, sem precisar se sobrecarregar até a exaustão - coisa que acontece com uma certa frequência em muitas empresas atualmente. E isso, por fim, potencializará a índole das pessoas que a estão utilizando. Como toda ferramenta, se a pessoa estiver na intenção de ser antiética, ela usará as IAs pra isso, assim como já utilizam bancos de imagens.
  • 3) Nos explique um pouco sobre sua especialidade, seu interesse por essa área e, de forma mais ampla, sua importância no mundo da informática.

    Eu tive contato com o pacote Adobe quando entrei na minha primeira graduação, Design de Games, em 2010, lá em São Paulo capital. Não sabia se estava indo pra um caminho certo, mas como eu gostava muito de jogos eletrônicos e também já desenhava há um bom tempo, decidi que seria um "tiro" mais certeiro, ainda que fosse no escuro. Lá, tive contato com os softwares, mas, principalmente, e que mudaria meu futuro profissional, conheci as mesas digitalizadoras e entendi como artes profissionais eram feitas e como eram enviadas para serem produzidas - porque, até aquele ponto, tudo que eu sabia fazer, vindo do interior de São Paulo, era desenhar com caneta nanquim em folha sulfite.
    No meio de 2014, voltei à cidade que nasci e decidi ir para um interior um pouco maior, mais conhecido, na cidade de Ribeirão Preto - SP, para cursar Publicidade e Propaganda. Foi ali que tive um "estalo" de perceber que eu tinha aptidão para ensinar. As pessoas da minha sala, por saberem que eu já era graduado, vinham me perguntar, com alguma frequência, como que fazia "X coisa" ou "Y coisa" no Photoshop. E eu percebi que eu sabia responder rapidamente e de forma simples. Depois disso, fui chamado para ser monitor em uma matéria de Direção de Arte, e aí percebi que, muitas vezes, eu explicava as coisas de forma mais clara que o professor. Cerca de 1 ano depois, mais ou menos na metade de 2015, eu decidi pegar as coisas que ficavam na sala do meu apartamento (sofá, mesa, televisão, bancada, etc) e devolvê-las pra casa dos meus pais. Depois disso, comprei 6 carteiras e cadeiras de plástico (bem ruinzinhas, aliás), um projetor e uma lousa retrátil. Instalei elas na sala e comecei a anunciar na faculdade, ali pra galera de Publicidade, que estava dando aulas de Photoshop no meu apartamento. Foi uma decisão muito importante porque me ajudou, além do complemento de renda durante aqueles anos, a direcionar minha atenção para coisas importantes relacionadas ao ensino, como adaptar a ementa conforme os softwares vão atualizando, sentir a dificuldade dos diferentes tipos de alunos que passavam por ali e adaptar a ementa, avaliar a evolução de cada aluno, direcionar o ensino para práticas que o mercado de trabalho exige, entre muitas outras. Por fim, em 2019, decidi abrir formalmente minha escola, Kettelhut Treinamentos (www.instagram.com/kettelhut_treinamentos), que ficou ativa até 2021, quando a pandemia "estourou" de fato. Devolvi a sala para a minha sócia e, desde então, sigo dando as minhas aulas na modalidade online.
    Essa experiência toda me fez seguir um estudo forte e profundo, até que descobri as certificações da Adobe. Decidi me especializar e consegui tirar as 2 que precisava. Essa certificação me colocou em uma posição de autoridade, porque, no Brasil, menos de 500 pessoas as tinham. E eu mantenho esse patamar até hoje, buscando sempre estudar as novas atualizações e, dentro do mercado de vetores (Illustrator), aplicando meu conhecimento técnico em ilustrações detalhadas (vetores complexos), sendo o único profissional do Brasil que trabalha constantemente para clientes (Atléticas universitárias) em uma linha de criação propriamente minha, com a minha marca registrada.
  • 4) Como você enxerga visionários como Bill Gates, Steve Jobs e Mark Zuckerberg?

    Eu enxergo visionários como modelos distantes de culturas diferentes. Eu compreendo que o sucesso financeiro seja um pilar que todos almejam, mas a realidade de cada país conta muito no sentido de você avaliar quanto tempo e esforço serão necessários para atingir certos objetivos e se esses objetivos dependem de fatores além de você. Pessoas que causam disrupturas nesse nível, como Gates e Jobs, são pessoas cujas habilidades técnicas e capacidade de networking são infinitamente acima das minhas, bem como suas aptidões em criar boas e competentes equipes. Até o Zuckenberg não poderia surgir se não houvessem computadores e internet prontos em seus dias iniciais de Facebook. O Brasil, por questões políticas, acaba sendo um tanto mais desafiador para que surjam indivíduos do porte dos fundadores da Apple e Microsoft. Os cenários eram e são bem diferentes.
    Como sou uma pessoa mais da parte técnica do que gerencial, eu tendo a olhar mais indivíduos que são maestros do segmento (como Alex Ross, na ilustração de personagens) do que propriamente os grandes inventores da minha geração. Eu provavelmente pesquisaria mais sobre a última capa da Marvel feita pelo Ross do que o último lançamento do Elon Musk na Tesla, por exemplo. Creio que eu tenha mais uma admiração platônica por eles (os inventores) do que propriamente uma fonte diária de inspiração, até porque meus objetivos de vida futuros não condizem com o tempo que eu gastaria para tentar criar vínculos com grandes nomes brasileiros da área tecnológica (frequentar os mesmos lugares, comparecer aos eventos, me fazer ser lembrado pelo nome, etc.) ou para buscar uma grande conquista financeira. Pretendo realocar meu tempo em objetivos mais humildes e de curto prazo, por isso sou profissional autônomo desde 2015.
    Eu tive uma criação onde meus pais sempre incentivaram a fazer o que gostava. Nunca foi um papo sobre dinheiro antes da profissão. É claro que dinheiro é fundamental, mas nunca foi ele que direcionou as decisões em casa. O meu pai é um empreendedor que sempre incentivou os meus desenhos e as minhas escolhas de graduações, e isso contou muito pro meu desenvolvimento porque tive amigos que desenham super bem e deixaram de fazer isso porque os pais, sistematicamente, falavam coisas como "larga disso porque desenhar não é trabalho de verdade. Isso não dá dinheiro". Muitos talentos que vi foram perdidos precocemente por isso. No final, isso pode ser uma coisa boa, porque eu pude encontrar o que eu realmente gostava de fazer ao longo dos anos, ou uma coisa ruim, porque esse ritmo "mais tranquilo" de vida que eu tive deixa claro que eu não sou uma pessoa que entrará nesse mundo acelerado das inovações em busca de ser (ou ser alguém próximo) um novo Bill Gates ou Steve Jobs, ou até mesmo ser "o cara" do networking e do trabalho em equipe dentro de grandes empresas.
  • 5) Você poderia compartilhar alguma história e/ou curiosidade engraçada relacionada à sua profissão ou as aulas particulares?

    Na parte profissional, certa vez, quando estava começando como freela, aceitei um trabalho para criação de marca. Era uma marca para doces artesanais e o cliente não sabia explicar direito. Como eu estava começando, também não sabia como extrair as informações. Tivemos alguns embates e, por fim, cobrei algo como 200 reais para entregar o logotipo. Alguns anos depois, ele voltou para que eu atualizasse alguns pontos e eu, lembrando de todo o processo de forma negativa, falei que preferia declinar visto que estava focando na parte de ilustrações. No final desse dia, entrei no Instagram deles só por curiosidade e vi que tinham saído de 7 mil seguidores para mais de 100 mil. Até hoje eu penso o quanto teria sido orçado esse projeto se eu tivesse o conhecimento de posicionamento na época, kkkkk!
  • 6) O que você diria para uma pessoa que não se sente confortável com novas tecnologias e te diria que a informática é muito complicada?

    Como professor universitário, eu diria para essa pessoa o que eu digo para qualquer aluno: a tecnologia pode ser complicada, mas um bom professor torna esse processo fácil. Eu sempre me surpreendia, quando estava na faculdade, com a facilidade que alguns professores tinham em explicar assuntos complexos e como outros professores conseguiam complicar assuntos relativamente simples. Essa filosofia de facilitar o ensino é o que eu mais prezo como professor de criação e de softwares da Adobe. A informática, no geral, está se descomplicando devido aos avanços de áreas como UX e UI, que vem deixando as interfaces mais intuitivas e as experiências mais fáceis para os usuários.
  • 7) Nos ajude a te conhecer um pouco mais, conte-nos seus hobbys (atrelados ou não a informática)!

    Como hobby, apesar de não ter mais o tempo livre que já tive, eu gosto de consumir animes (não a cultura japonesa como um todo, mas sim, alguns animes), além de ser um fã da Marvel desde a adolescência. Também gosto de heavy metal, e já tive uma bandinha cover de Metallica (toco um pouquinho de guitarra e baixo, e, atualmente, faço aulas de bateria). Mesmo tendo uma veia forte pelo universo geek, também gosto muito de atividades físicas, sendo que já cheguei a jogar futebol para 2 faculdades estrangeiras em meus 2 intercâmbios e em diversos times pequenos de futsal. Atualmente, como dei um tempo por conta de lesões, estou focado no Crossfit.
  • 8) O que faz de você um Superprof (e que nenhuma IA poderá substituir) ?

    Eu, mesmo sendo da área criativa, não sou um anti IA's. Pelo contrário, acredito que elas sejam a grande revolução do nosso tempo e que serão facilitadores de processos como nunca houve antes. Porém, uma coisa que ela nunca conseguirá é ser humana, no sentido de se conectar genuinamente com outra pessoa. E, do meu ponto de vista, o professor é o elo mais forte nessa questão de se conectar aos alunos e potencializar a aprendizagem. Por isso, e pelo tempo que venho investindo na área do ensino, creio que minha capacidade de comunicar coisas complexas de forma mais simples é o que me torna um Superprof.
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