Liliana - Professor de português (brasil) - São Paulo
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Liliana

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Liliana - Professor de português (brasil) - São Paulo
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Português para Estrangeiros: professora muito experiente, profissional e fluente na língua inglesa.

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Super professora

Liliana é uma das nossas melhores professoras de Português (Brasil). Possui um perfil de qualidade, um diploma verificado, um rápido tempo de resposta e ótimas avaliações por parte dos seus alunos!

Sobre Liliana

Fui professora de Português para Estrangeiros por dez anos na Universidade Estadual de Campinas, UNICAMP, onde ministrei aulas para falantes de espanhol e para falantes de outras línguas, tendo por volta de oitenta alunos por semana.
Em minha carreira também trabalhei com formação de professores e hoje dou aulas particulares online.
Em estudos de pós-graduação, concluí o Doutorado (2003-2007) e o Mestrado (1994-1996) na Universidade Estadual de Campinas (UNICAMP), onde cursei Linguística Aplicada, na área de ensino-aprendizagem de Português para Estrangeiros.
Durante o Doutorado, estudei por cinco meses na Leeds Metropolitan University, na cidade de Leeds, na Inglaterra, aprimorando a escrita da tese, com bolsa de estudos outorgada pelo CNPq.
Em estudos de graduação, em início de carreira, cursei por quatro anos, Letras, na UNIBERO (São Paulo, SP) e, por mais quatro anos, Linguística, na Universidade de São Paulo (USP) (1990-1994).

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Sobre a aula

  • Iniciante
  • Intermediário
  • Avançado
  • níveis :

    Iniciante

    Intermediário

    Avançado

  • Português

Todos os idiomas falados na aula :

Português

Minha proposta de ensino é de uma aprendizagem na comunicação e de uma prática da gramática em situações contextualizadas. Desde as primeiras aulas do curso os alunos são incentivados a falar, ler textos impressos, ouvir áudios, assistir a vídeos e são imersos em temáticas relacionadas ao mundo em que vivemos.
Procuro trabalhar com temas variados e diversos tipos de textos nas aulas, entre os quais, textos informativos da mídia, diálogos, crônicas, entrevistas, anúncios, roteiros de viagem, músicas, programas televisivos, imagens, entre outros.
A gramática é trabalhada a partir do tema tratado e não fica desvinculada do assunto que se fala na lição.
Os alunos têm a oportunidade de escrever textos, os quais corrijo e comento, podendo aplicar os conceitos de gramática adquiridos de forma espontânea.

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  • 5h: 96€
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Esta primeira aula de oferta com o(a) Liliana serve para conhecer melhor o professor(a) e especificar as suas necessidades para as próximas aulas.

  • 1h

Detalhes

A taxa mensal por quatro aulas é de R$ 460,00.
- os alunos podem comprar um livro didático recomendado pela professora.
- material complementar é enviado por e-mail e deve ser impresso pelo aluno.
- a professora oferece atendimento durante a semana para orientação e solução de dúvidas que o aluno precisar.

Mais detalhes sobre Liliana

Mais detalhes sobre Liliana

  • 1) Você fala fluentemente esta língua por causa de suas origens ou porque um professor te motivou a aprendê-la?

    Sou brasileira e nasci em São Paulo, capital. Meu pai e minha mãe eram alemães e, por acaso, conheceram-se no Brasil. Até meus três ou quatro anos de idade, eu falava, todo o tempo, o alemão em casa. Contudo, quando comecei a ir à escola aos quatro anos, gostei muito de falar o português, principalmente por causa da socialização e da aquisição de novos conhecimentos, que a escola brasileira me permitia.

    Desde cedo, alimentei o gosto de aprender o português, mesmo quando iniciei a carreira do magistério, aos dezessete anos, como professora de inglês. A opção de ser uma professora de português para estrangeiros veio mais tarde, talvez porque sempre tenha entendido a importância que uma língua-cultura tem na construção da identidade de um indivíduo, identidade essa que vai se formando no convívio social.
  • 2) Cite uma pessoa (da atualidade, histórica ou fictícia) que, na sua opinião, representa bem a cultura da língua que você ensina.

    Não creio que possa apontar apenas uma pessoa que represente a cultura da língua portuguesa que ensino para os estrangeiros. Quando ensino, procuro escutar os alunos sobre o que eles acham que é importante ou significativo para eles, sobre o Brasil.

    Nas aulas, falamos de vários assuntos atuais e históricos, trocamos ideias e pontos de vista pessoais, podendo eu trazer diferentes perspectivas para o que já conhecem ou para aquilo a que não estão acostumados. Os alunos, em verdade, são quem trazem nomes de pessoas famosas, nomes de lugares e conhecimentos culturais, que despertam seu interesse. E a partir daí, procuro acrescentar mais informação, mais nomes e mais lugares, expandindo os conhecimentos linguísticos e culturais que já possuem sobre a língua e o país.
  • 3) Existe alguma palavra, expressão ou tradição típica que você goste particularmente?

    Existem várias palavras e expressões singulares na língua portuguesa, que não necessariamente os alunos conhecem.

    Uma palavra bastante especial na língua portuguesa é SAUDADE.

    Às vezes é bem difícil explicar o significado dessa palavra, pois ela é carregada de uma emoção profunda, que fica guardada muito fundo no coração.
  • 4) Por qual motivo aprender esta língua é importante (seja no âmbito escolar, profissional ou pessoal)?

    Enquanto residentes no Brasil, temporária ou permanentemente, por motivo de estudo, trabalho, viagem, imigração, ou outros, os estrangeiros estarão imersos na língua-cultura do Brasil e sentirão os benefícios nessa estada, se aprenderem minimamente a língua.

    Qualquer um que esteja em um país diferente, em verdade, só pode ter mais oportunidades de desenvolvimento pessoal e de superação individual, se puder se comunicar com as pessoas daquele país.
  • 5) Qual a maior dificuldade no aprendizado desta língua e o como contornar este obstáculo?

    Qualquer indivíduo pode aprender uma língua estrangeira e tem capacidade para isso. No entanto, o maior desafio a ser superado, parece-me ser o emocional: é aquela voz interior que fica repetindo na sua cabeça, que você não consegue, que você não pode, que você não tem inteligência para aprender línguas.

    No entanto, vamos sempre encontrar essas vozes internas, em nossas vidas, quando tivermos de enfrentar desafios de aprendizagem em áreas de conhecimento novo, Áreas novas sempre serão difíceis no início, por exigir, principalmente, esforço, gasto de tempo e superação pessoal.

    É preciso compreender que o fato de encontrar uma dificuldade. que vá exigir muito de nós, no início, não significa que esse conhecimento não seja passível de aquisição e que seja inatingível. Além disso, o fato de ainda não saber algo, é fator temporário, porque caso nos dediquemos a aprender e trabalharmos dando um passo de cada vez, poderemos chegar aonde quisermos. Depende de nós ter a disposição para caminhar à frente e fazer acontecer.

    Somos seres humanos, dotados de inteligência e fala e nosso caminho natural tende a ser o de evoluir, ou seja, ser melhor hoje, do que fomos ontem.

    Embora toda situação nova de aprendizado cause apreensão, insegurança, e fuja um pouco de nosso controle, não é por isso que devemos nos intimidar e desistir, pois podemos, sim, dominar qualquer assunto, se persistirmos.
  • 6) Você poderia compartilhar alguma história e/ou curiosidade engraçada relacionada à sua profissão ou as aulas particulares?

    Uma história engraçada foi quando comecei a trabalhar aos 17 anos, usando a sala de jantar, na casa de meus pais, onde morávamos, para dar aulas particulares. Minha mãe ficava na cozinha, no cômodo ao lado, desejosa de ouvir a aula, saber das falas que aconteciam entre mim e o aluno, saber o que se passava à mesa da sala de jantar.

    Um dia, quando já tinha terminado a aula e meu aluno já havia saído, ela me chamou e me perguntou: “Como você faz?” Eu fiquei surpresa com sua pergunta e a questionei: “Como faço “o quê”, mãe?” Então ela explicou melhor: “Como você faz para dar aulas?” Foi nesse momento que eu entendi, em silêncio, que ensinar era um talento, que alguns tinham e outros não! O que me lembro ainda é que nós duas nunca mais conversamos sobre o assunto. E sei que desde aquele dia, até os dias de hoje, nunca mais deixei de ensinar.
  • 7) Nos ajude a te conhecer melhor, nos conte um pouco sobre suas viagens, amizades nativas no idioma que você leciona entre outros! :D

    Minhas maiores oportunidades de viagem foram a trabalho, enquanto estudante de Mestrado e de Doutorado, ou como professora na Universidade de Campinas, quando recebia bolsa de estudos (da Capes ou do CNPq) ou ajuda parcial de órgãos, para ir proferir palestras em Congressos e realizar Cursos de Curta Duração, em outros países ou estados brasileiros.

    Como a maior parte dessas viagens era a trabalho, o convívio maior sempre foi com os professores participantes e os alunos. Para a Argentina, fui algumas vezes a Congressos. Para Manágua, na Nicarágua, fomos em dois professores ministrar um curso de uma semana, para professores de português para estrangeiros, que atuavam na América Central. Eles se reuniram em Manágua para participar do nosso curso.

    Para Leeds, na Inglaterra, viajei durante o curso de Doutorado, por cinco meses, para trabalhar com um coorientador inglês, na tese que vinha produzindo, e complementar o curso que vinha sendo feito no Brasil. Lá pude estudar na Leeds Metropolitan University, na cidade de Leeds. Essa viagem só foi possível, mediante auxílio de uma bolsa de estudos integral oferecida pelo CNPq, no Brasil.

    Para Valladolid, na Espanha, fui por um mês, para fazer um curso voltado diretamente a professores que ensinavam a língua espanhola. Essa viagem foi possível, graças a uma bolsa integral oferecida pela Fundación Siglo. Aproveitei muito do curso, pois mesmo eu sendo da área de português, os conceitos vistos para o ensino do espanhol podiam ser facilmente aplicados ao ensino do português.

    Para a Alemanha, fui por oito dias, para um Congresso em Dusseldorf, onde apresentei um trabalho. Nesse momento, não houve ajuda financeira, mas valeu eu ter ido por minha conta e poder dar uma passadinha em Berlin. Afinal, era a terra de meus pais e eu queria conhecer um pouco do país, mesmo que fosse por pouco tempo.

    Para os EUA, viajei por minha conta, para fazer um curso de um mês em Linguística Aplicada, na Penn State University (Universidade Estadual da Pensilvânia). Esse curso era especialmente voltado a professores que já trabalhavam com o ensino de uma língua estrangeira. Como já tinha feito o Mestrado, no Brasil, e pensava em tentar uma vaga no Doutorado, também no Brasil, pensei que se fizesse esse curso nos EUA, poderia desenvolver melhor a ideia de um projeto de tese que era pré-requisito para a inscrição. Em verdade, acredito ter sido esse curso no exterior, que me permitiu amadurecer a escrita do projeto, que resultou em meu aceite na Universidade de Campinas.

    Também fiz mais uma viagem aos EUA, a Nova York, a passeio, e ida a um casamento.

    Para o Canadá, fui a Quebec, por dez dias, para uma viagem a passeio, acompanhada de familiares. Gostaria muito de voltar lá, nos dias de hoje, e conhecer um pouco mais desse país. No Brasil, a maioria das viagens para outros estados, foi em idas a Congressos na área, sendo apenas poucas delas a passeio. Entre as grandes capitais, conheci Curitiba, Florianópolis, Porto Alegre, no Sul; Rio de Janeiro, Belo Horizonte e Vitória, no Sudeste; Manaus e Belém, no Norte; Recife, Fortaleza e Salvador, no Nordeste; Brasília e Goiânia, no Centro-Oeste.

    Nos dias atuais, depois de tantas viagens a trabalho, tenho gostado de fazer viagens de lazer a cidades montanhosas, praianas ou termais, localizadas principalmente no Estado de São Paulo e na fronteira com Minas Gerais.
  • 8) O que faz de você um Superprof (além do poder de se comunicar em várias línguas :-P) ?

    Penso que para um professor ser um SuperProf, ele precisa antes de mais nada, reconhecer que possui UM TALENTO PARA ENSINAR.

    Só isso já lhe dará meio caminho andado na carreira, porque certamente gostará daquilo que faz; sentirá amor pela profissão e, consequentemente, pelas pessoas que encontrar pelo caminho; sentirá alegria por suas próprias vitórias e pelas conquistas de seus alunos; terá vontade de investir tempo e dinheiro no desenvolvimento de suas habilidades; sentirá motivação intrínseca para continuar fazendo mais a cada dia e terá mais facilidade para ultrapassar momentos de cansaço e desânimo; saberá que sua energia é gasta para fazer o bem, pois investirá essa energia em si mesmo e no desenvolvimento do próximo; aprenderá que não pode fazer tudo sozinho, que nem tudo depende só dele, que existe algo maior que rege o universo e que é importante ter paciência e saber abaixar a cabeça, quando for preciso; aprenderá a confiar que vai dar certo se tentar uma segunda vez e que pode corrigir erros para não mais repeti-los.

    Além do talento, penso que para ser um SuperProf, um professor PRECISA GOSTAR DE ESTUDAR. No meu caso, aconteceu que cursei duas faculdades de quatro anos cada uma, em épocas diferentes, Letras, primeiro e, depois, Linguística.

    Depois disso, aos 39 anos de idade, já casada e com filhos, ingressei no Mestrado, por dois anos e meio; e aos 52 anos, ingressei no Doutorado, por mais quatro anos. Paralelamente a todos esses estudos, dei cursos e fiz várias outras atividades ligadas ao magistério, como dar palestras, escrever artigos e criar conteúdo para as aulas.

    Também empenhei tempo para me conhecer melhor, afastando-me de coisas e de pessoas que não me faziam bem, melhorando relações e tentando polir mais meu caráter e virtudes. Nesse sentido, procurei cuidar de mim, ao mesmo tempo que cuidava dos outros, estabelecendo esse equilíbrio.

    Além desses dois aspectos levantados, TALENTO e muito ESTUDO, assim como acontece no desenvolvimento de qualquer profissão, para ser um SuperProf, é muito importante que um professor adquira EXPERIÊNCIA DE ENSINO EM SALA DE AULA e vivencie o convívio com os alunos.

    Conforme meu relato, percebo que minha concepção, sobre o que seja um SuperProf, resume-se a um professor que tenha TALENTO, CONHECIMENTO TEÓRICO NA ÁREA E EXPERIÊNCIA EM SALA DE AULA.

    Possuindo esses três quesitos, o professor poderá, então, assumir a
    responsabilidade de:

    a) CONSEGUIR EXPLICAR O QUE FAZ, COMO FAZ E POR QUE FAZ DA FORMA QUE FAZ (ou melhor, poderá conhecer teoria em quantidade suficiente, que permita que ele explique o que, como e por que ensina da forma que ensina);

    b) SABER ATUAR DE FORMA DIFERENTE PARA PÚBLICOS DIVERSOS (ou seja, terá suficiente experiência de sala de aula para saber ensinar diferentes públicos de alunos, respeitando diferentes culturas e personalidades);

    c) MINIMIZAR O TEMPO NECESSÁRIO PARA UM ALUNO APRENDER UMA LÍNGUA E O DINHEIRO GASTO POR ELE PARA PAGAR AS AULAS (ou seja, saberá ir direto ao ponto, explicando apenas o que é relevante e interessante para o aluno, economizando assim o tempo de aprendizagem e o dinheiro do aluno).
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