Se gostava de saber falar japonês, também deve ter aulas para estudar o desenvolvimento desta linguagem tão complexa.

Sabe qual é a sua origem, como se desenvolveu e quais foram os aspetos que a influenciaram? Não haja dúvidas que o japonês que ouve hoje é o resultado de um longo processo. Juntamente com a história do seu país, foi evoluindo durante vários séculos.

Para poder ajudar nesta aprendizagem, a Superprof conta a fascinante história da escrita e da língua japonesa, essencial para qualquer professor de japonês ou para os alunos que o professor ensina.

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A língua oficial dos cursos de japones

Com 127 milhões de falantes no globo, o japonês tem uma grande importância mundial e ocupa a 13ª posição das línguas mais faladas no mundo. Além dos falantes nativos que habitam vários países distintos, a língua é ensinada na maioria das escolas no leste da Ásia e na Oceânia.

Esta país é uma fonte de inspiração para os seus habitantes e para vários alunos que fazem cursos para o conhecer. Tem:

  • uma cultura gastronómica rica;
  • uma herança histórica e cultural milenar;
  • um poder cultural e artístico;
  • uma indústria dinâmica (automóvel, alta tecnologia);
  • uma filosofia única da vida (espiritualidade, tradição, respeito);
  • um contraste único entre tradição e modernidade;
  • paisagens de tirar o fôlego com vários climas.
paisagem no rio
A história da cultura e da língua japonesa é rica e complexa, e está presente em várias aulas dos cursos. | Fonte: Pexels.com

Ao longo da sua história, o Japão sofreu vários cataclismos naturais (terremotos, tsunamis, tufões), mas foi sempre capaz de recuperar e desenvolver.

A língua oficial do país, também conhecida por yamato, é aglutinante e polissilábica. Isso quer dizer que tem características gramaticais que são marcadas pela montagem de elementos básicos, os morfemas. Além disso, o seu vocabulário inclui muitas palavras derivadas do mandarim e até mesmo algumas do coreano.

Sabemos que aprender um idioma novo não é fácil. Mas se o quer fazer para poder viajar para o país ou até trabalhar lá, um curso ou aulas particulares são a melhor forma de o conseguir.

Primeiros vestígios dos caracteres japoneses

Até ao século IV não existiam registos escritos dos diferentes povos do Japão. O surgimento da escrita apenas foi possível devido monges budistas chineses, que criavam registos com símbolos específicos. São esses símbolos, os kanas, que vão permitir o desenvolvimento de um alfabeto moderno, com duas formas distintas, katakana e hiragana.

Cada um dos símbolos tem um propósito, sendo que os kanji são utilizados ​​para transcrever palavras mais sólidas, carregadas de semântica. A maioria dos kanjis japoneses tem várias leituras, uma originada na China e outra no Japão.

Os hiraganas são usados ​​principalmente para escrever morfemas gramaticais e os katakanas são utilizados ​​principalmente para palavras emprestadas de línguas estrangeiras. Todos eles são a base da linguagem e são muito interessantes de conhecer, uma vez que são completamente diferentes do nosso alfabeto.

Os japoneses também usam furiganas, colocados acima do kanji, para indicar a pronúncia de um ideograma.

templo japones
Em cada aula, seja num aula online ou numa aula presencial, irá ter formação sobre a história da língua. | Fonte: Pexels.com

Saiba mais sobre as regras de gramática e de sintaxe de japonês.

Heranças chinesas nas aulas de japonês

Entre 710 e 784, durante o período Nara, os japoneses começaram a utilizar ideogramas chineses. Desta forma, a pronúncia das palavras japonesas está associada a caracteres chineses, utilizando o seu som e removendo o significado original. Este símbolo modificado é conhecido por "manyogana".

Como um manyogana só representa um som, um texto escrito neste caractere requer mais caracteres que um texto convencional. Por esse motivo, pouco a pouco, os japoneses começam a usar katakanas em histórias com caracteres chineses, o que levou a que os textos desta época fossem escritos em caracteres chineses e katakanas.

Mais tarde, surgiu o hiragana, uma forma cursiva de manyogana, que se desenvolveu para ser possível escrever mais rápido.

O seu desenvolvimento permitiu, pela primeira vez, que os japoneses pudessem escrever como se expressam verbalmente. Desta forma, a partir do século X, emergem várias tendências literárias no país, como jornais e romances.

No entanto, os textos em hiragana são inadequados para escrever textos abstratos ou lógicos, que necessitam de caracteres chineses. Por esse motivo, durante o período Kamakura/Muromachi (1185-1573), os textos escritos voltaram a afastar-se da linguagem verbal.

Mesmo assim, e com todas as mudanças na sua caligrafia, o país continua a manter-se fiel à tradição.

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A evolução lenta até ao japonês moderno

Foi entre 1603 e 1868, durante a época de Edo, que se formou a base da língua japonesa que é utilizada hoje em dia. A grande maioria dos termos que são utilizados atualmente surgiram nessa época, e foram desenvolvidos pelos habitantes de Tóquio.

Por exemplo, ainda existem muitos pronomes para a 1ª e 2ª pessoa e regras de etiqueta que foram inventados nessa época. Por outro lado, a linguagem está cada vez mais distante dessa época e, depois da restauração do período Meiji (1868-1912), muitas palavras ocidentais foram incluídas no vocabulário japonês.

Numa tentativa de manter o equilíbrio entre modalidade e tradição, os japoneses criaram novas palavras com caracteres chineses. No entanto, as regras linguísticas ainda estão ligadas à educação. Por isso, em 1902, o governo do país anuncia a sua intenção de estabelecer uma linguagem padrão.

Um ano depois, em 1903, é publicado o primeiro livro didático para o ensino, aprovado pelo estado e que se torna a base da língua verbal. Mas só em 1945 é finalmente adotada nos documentos oficiais. Quase 100 anos depois, a linguagem continua a evoluir.

Se gostava de começar a ter aulas ou fazer um curso de japonês, seja um curso presencial ou online, tente escolher um professor nativo ou com vasta formação e experiência. Só com professores profissionais tem a garantir de uma formação extensa, com um programa de estudos que permite depois ir trabalhar ou viajar para o país. Também são esses professores que podem indicar as melhores ferramentas para utilizar dentro e fora das aulas, e melhorar a comunicação.

lanternas japonesas acesas
Um professor particular faz uma avaliação constante no decorrer dos cursos e ajusta o programa de estudos se for necessário. | Fonte: Pexels.com

Saiba como a cultura japonesa se desenvolveu.

Dialetos que vai estudar no curso japones

Apesar de ser um país pequeno, o Japão tem dezenas de dialetos. Este fenómeno linguístico e cultural deve-se à regionalização, à geografia, ao isolamento do país em relação a outros, ao isolamento de certas regiões, e também ao sistema político e geográfico segmentado que existia na época feudal.

O dialeto padrão do país, conhecido como "hyōjungo", é o dialeto de Tóquio e da região de Kanto, e é ensinado nas escolas de japonês em todo o mundo. Isto deve-se à necessidade de “padronizar” os dialetos para facilitar a comunicação dentro do próprio país.

Os dialetos variam sobretudo dependendo da região do país, mas existem 4 grupos mais proeminentes:

Dialeto de Kanto (関東弁)

Kanto-ben (関東弁) tem origem em Tóquio e é considerado a base para o japonês padrão (Hyoujun-go 標準語). Este dialeto também é utilizado em grande de Honshu, a ilha principal, e não tem grande entonação e sotaque.

Dialeto de Kansai (関西弁)

Kansai-ben (関西弁) tem origem em Osaka, e também é utilizado em Kyoto e em toda a área do sudoeste de Honshu. Também é conhecido por Kinki hōgen (近畿方言) ou dialeto de Kinki. Possui subdivisões como Osaka-ben (大阪弁) e Kyoto-ben (京都弁) e caracteriza-se por uma fala rápida e com muito mais entonação.

Dialeto de Tokoku (東北弁)

Tohoku-ben (東北弁) é o dialeto utilizado na região nordeste de Honshu. É uma linguagem bastante rural e áspera em comparação com outros dialetos. É muitas vezes utilizado para caracterizar pessoas do campo na ficção. O sotaque é considerado arrastado e difícil de entender. Muitas vezes é referido como Zuzu-ben, porque palavras como Sushi e Susu parecem ter o mesmo som nasalado. Devido às suas diferenças fonéticas, as reportagens de televisão de Tohoku costumam utilizar legendas.

Dialeto de Kyushu (東北弁)

Kyushu-ben (東北弁) pode ser classificados em três grupos, Hichiku, Hōnichi e Satsugu, e todos tem diferenças e características próprias. Este dialeto abrange o sudoeste de Honshu (incluindo Hiroshima) e região de Shikoku e Kyushu.

Alguns dos dialetos de Kyushu são totalmente ininteligíveis para os japoneses de outras regiões. Além do vocabulário, Kyushu-ben tem algumas diferenças na forma como certas vogais são pronunciadas. O -i no final dos adjetivos normalmente são substituídos pelo -ka (por exemplo, Samuka em vez de Samui). Também costumam usar “yokka” em vez de “sou desu ne” (そうですね) e “Sukan” em vez de “suki ja nai” (すきじゃない). No norte de Kyushu, também vai notar a mudança da partícula を (wo) para ば (ha) e ている (te iru) para よっと (Yotto).

Dificuldade de dominar o japonês

Para os alunos que ainda não começaram as aulas, o idioma pode parecer muito difícil. Tem um alfabeto diferente, termos totalmente diferentes dos nossos, etc. Isso não parece bom presságio. No entanto, será que isso dizer que é uma língua difícil de aprender? E se lhe dissermos que o japonês até é bastante semelhante ao inglês?

cidade japonesa atual
Sabia que existem várias palavras semelhantes ao inglês? A comunicação e expressão oral são mais simples do que imagina. | Fonte: Pexels.com

Vejamos alguns exemplos que os professores utilizam no ensino:

  • Fim → ending → endingu;
  • Futebol → soccer → sakkaa;
  • Descanso → half-time → haafu taimu;
  • Árbitro → referee → refurii;
  • Microfone → mic → maiku.

Além disso, existem outros aspetos que facilitam a aprendizagem dentro e fora do curso, como a ausência de género, poucos pronomes e a pronúncia única de certas sílabas.

Posso ficar fluente em japonês?

Se quer viajar ou encontrar emprego num país estrangeiro, o ideal é ser capaz de perceber aquilo que os falantes nativos lhe dizem.

Depois de terminar todas as aulas do curso e para certificar a fluência no idioma, pode realizar o Exame de Proficiência em Língua Japonesa (ou Japanese Language Proficiency Test). Esta avaliação tem cinco níveis e permite que os alunos escolham o nível em que querem realizar o exame. Depois de completo, e tendo um resultado positivo, recebe o certificado equivalente.Acima de tudo, podemos garantir que aprender a falar japonês não é mais difícil do que qualquer outro idioma. Basta ter dedicação aos estudos e manter atenção às explicações do professor durante cada aula para aprender a escrever, expressões essenciais, literatura e até mesmo a cultura do país.Estas são algumas coisas que deve garantir que faz para aprender japonês:

  • Mantenha-se emprenhado no plano de estudos;
  • Procure o professor de japonês ideal para lhe dar aulas;
  • Pratique, pratique, pratique. Vai cometer muitos erros, mas só assim é que vai aprender;
  • Memorize os kanas.

Manter a motivação vai ser o mais difícil, mas depois de começar a aprender vai ver o idioma japonês até tem sons a que estamos habituados. Por isso, até pode ser mais difícil pronunciar alguns idiomas europeus!

Se quiser começar a estudar japonês, procure por professores profissionais que lhe possam dar aulas na plataforma da Superprof. Fazer um curso com um dos nossos professores permite estimular a compreensão oral do japonês como língua estrangeira e aumentar a sua formação. Se for fluente em japonês, pode ir fazer uma viagem ao Japão ou até trabalhar para empresas japonesas ou internacionais com sede no nosso país.

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Catarina

Eterna otimista, com um bichinho por viajar. Apaixonada por literatura e ficção. Metro e meio de pessoa, vivo pelo lema "Though she be but little, she is fierce". Trabalho atualmente como tradutora e redatora freelancer.