A língua japonesa é composta principalmente por três sistemas diferentes: hiragana, katakana e kanji. Ainda que sejam bastante distintos, as diferenças entre eles nem sempre são evidentes para os alunos que estão a estudar o idioma.

Mas estamos aqui para ajudar! Para todos os alunos que começaram agora o curso e gostavam de impressionar o professor de japonês logo na primeira aula, preparamos um guia dos elementos essenciais de japonês para ajudar na descodificação do sistema de escrita da linguagem.

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Os sistemas gráficos dos cursos de japones

Como linguagem complexa que é, o japonês é composto por vários sistemas gráficos, com propósitos e características distintas. Todos eles são essenciais e ensinados pelos professores dos variados cursos disponíveis, profissionais ou online.

Kanji

Os kanji são caracteres chineses cuja função é transcrever parte da língua japonesa. Os kanki associam cada símbolo com uma matriz de significados e pronúncias. Para complicar a situação, cada kanji é caracterizado por um conjunto de pronúncias e significados, bem como um formulário, conhecido por "frame".

Além disso, é importante que saiba que cada kanji tem 2 leituras diferentes:

  • On-Yomi: a leitura chinesa;
  • Kun-Yomi: a leitura japonesa.

Alguns kanji podem corresponder apenas a uma leitura. No entanto, não existe uma regra geral que explique quando aplicar essa leitura. Isto quer dizer que terá mais trabalho durante cada aula da história do idioma do Japão.

fitas com caracteres
Os sistemas gráficos são uma parte importante do programa de formação e do plano de estudos de todas as aulas. | Fonte: Pexels.com

No decorrer do curso de japonês, seja num curso online ou presencial, o professor vai ensinar os kanjis mais importantes. Na verdade. existem milhares de kanji (precisamente 1945, previamente identificados pelo Ministério da Educação no Japão), mas não é necessário ter conhecimento de todos para ser capaz de escrever em japonês.

Saber os primeiros 200 ou 300 é o suficiente para poder comunicar sem problemas. São eles que os professores vão incluir no plano de estudos das aulas de japonês online ou presenciais.

Hiragana

Os hiragana tornam possível transcrever a língua japonesa sem ambiguidade, ao contrário dos kanji. Cada hiragana representa uma única vogal ou consoante seguida por uma vogal.

Durante as aulas do curso de japonês, vai estudar as tabelas de correspondência fonética entre kanas (hiragana e katakanas) e as suas transcrições em romaji (alfabeto romano), utilizando o método Hepburn. Este método é o mais utilizado para transcrever o idioma japonês para letras latinas.

Katakana

Os katakana são sinais que correspondem a sílabas. São utilizados ​​principalmente para transcrever palavras estrangeiras, nomes estrangeiros, nomes científicos e onomatopeias. Por isso, os "hiragana katakana" são aprendidos como letras, uma vez que são fonéticos.

Romaji

O termo romaji refere-se aos caracteres do alfabeto latino utilizados no idioma japonês e permitiram a sua expansão pelos restantes países do mundo.

Primeiros indícios das escrituras japonesas

Até ao século IV, os japoneses não tinham quaisquer registos escritos do idioma. Quando queriam escrever um texto, utilizavam caracteres chineses. Os primeiros documentos japoneses de que há registo, com origem no período Yamato, foram escritos na corte imperial por emissários bilíngues chineses ou coreanos.

Foi apenas durante a era Nara, entre 710 e 784, que os japoneses começam a utilizar ideogramas chineses para compor o seu próprio idioma. Por esse motivo, a pronúncia das palavras japonesas está associada a caracteres chineses, utilizando o seu som e removendo o significado original. Este símbolo modificado é conhecido por "manyogana".

Com a evolução contínua da linguagem, durante a primeira metade do século X, o manyogana vai evoluir e dar lugar ao hiragana que é utilizado na atualidade e que os estudantes aprendem nas aulas.

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A evolução da língua e da cultura faz parte do programa de ensino de todos os professores profissionais. | Fonte: Pexels.com

Saiba mais sobre as regras de gramática e de sintaxe de japonês.

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Escrever corretamente nas aulas de japonês

Quando começar as aulas do curso de japonês, vai descobrir que a linguagem é escrita sem espaços entre as palavras, da direita para a esquerda e de cima para baixo. Este formato de escrita é conhecido por tategaki.

No entanto, vai encontrar mais livros escritos em japonês no formato yokogaki, ou seja, da esquerda para a direita e de cima para baixo, tal como em português. Este estilo é mais frequente em trabalhos científicos, em particular.

Para escrever em kanji, lembre-se de que cada kanji é um conjunto de traços, desenhado numa ordem e sentido preciso, mas pode ter vários significados e pronúncias.

Existem algumas regras que deve cumprir para escrever japonês corretamente:

  • A linha horizontal antes da linha vertical;
  • A curva à esquerda antes da curva à direita;
  • De cima para baixo;
  • Da esquerda para a direita;
  • O exterior antes do interior;
  • O interior antes de fechar o caractere;
  • A linha do meio, o lado esquerdo e o lado direito;
  • O ponto em último.

Importância da caligrafia no curso japones

A caligrafia japonesa teve origem na China e foi importada durante o século VI com os seus ideogramas (os kanji que mencionamos anteriormente).

Mais do que escrever na generalidade, a caligrafia ou "shodo" tornou-se uma verdadeira arte e um sinónimo de refinamento. Na cultura japonesa, as obras de caligrafia são tão estimadas como outras formas artísticas, tal como a pintura ou a escultura. A caligrafia é produzida num único movimento e torna-se quase uma expressão corporal.

Como uma forma de arte que transcende gerações, existem várias pessoas a aprender caligrafia para estimular o seu lado zen. Precisamente por esse motivo, existem vários cursos para aprender o básico, como opções de aula para todos os níveis.

lanternas com caracteres
Todos os professores profissionais têm a formação necessária para o auxiliar com a expressão oral e com a caligrafia. | Fonte: Pexels.com

Se quer alcançar a caligrafia ideal, é necessário que tenha algumas ferramentas, mais especificamente:

  • Pincel: que deve ser feito com pelos de animais (cabra, cavalo, etc.);
  • Tinta: obtida a partir de uma mistura de fuligem de madeira, cola animal e um pouco de água para hidratar. Regra geral: a mistura é seca com a forma de um bastão sólido;
  • Pedra da tinta: serve como suporte para a preparação da tinta e como reservatório, devido a uma parte ligeiramente escavada;
  • Papel: com um lado brilhante e outro absorvente, onde treina a caligrafia.

Devido à importância da linguagem, no Japão existem organizações de shodo com uma vocação puramente artística e outras de natureza educacional. Mesmo nos dias de hoje, a caligrafia tem uma grande popularidade entre os jovens, que fomenta a existência destas organizações e de dezenas de novos cursos que surgem todos os anos.

O campeonato nacional de shodo nas escolas é um grande evento que atrai milhares de espectadores todos os anos. Como parte deste torneio, as equipas competem com o objetivo de conseguir a melhor caligrafia possível. Os desenhos são feitos em folhas gigantes de 4 metros por 6, ao mesmo tempo que as equipas dançam e batem palmas ao ritmo da música tocada.

Tanto a caligrafia como o espetáculo proporcionado pelas equipas são levados em conta para a pontuação do júri. Se estiver a pensar fazer uma viagem ao Japão depois de terminar o curso de japonês, pode ser um evento interessante para assistir no país.

Saiba qual é o impacto da cultura do Japão.

Utilização do alfabeto latino no curso de japonês

Como mencionamos anteriormente, são utilizados caracteres do alfabeto romano na linguagem. Os romaji são, assim, adicionados ao uso de kanji, katakana e hiragana, os restantes sistemas gráficos de japonês. É provável que não tenha noção, mas o alfabeto romano é cada vez mais usado no japonês moderno.

pessoas no templo
O programa de estudos inclui a evolução da cultura do país e a sua influência na comunicação e na linguagem. | Fonte: Pexels.com

Serve principalmente para:

  • Utilizar quando os caracteres tradicionais não estão disponíveis (endereços de web e emails);
  • Para inserir textos em japonês a partir de um teclado convencional;
  • Transcrever nomes em japonês para nomes ocidentais;
  • Para algumas siglas em álgebra, como equações.

Para facilitar a transição, existe uma tabela de correspondência fonética que permite pronunciar as 26 letras do alfabeto português em japonês. É uma das coisas que o professor dos cursos vai mostrar durante as aulas de japonês.

Como um falante nativo de uma língua portuguesa, pode demorar mais algum tempo a aprender os fundamentos da escrita japonesa, uma vez que terá que aprender todos os diferentes caracteres específicos da língua no decorrer de cada aula do curso de japonês. Essa aprendizagem será sempre mais longa do que nos idiomas que partilham o alfabeto.

Mas na Superprof encontra vários professores profissionais competentes que lhe podem ensinar os fundamentos da língua e dar a formação necessária para poder comunicar sem problemas. Também aconselhamos a investir num bom dicionário de japonês para complementar a formação do professor a ajudá-lo a expressar e estudar entre as aulas.

Quando completar os estudos e sentir que atingiu o nível de fluência que deseja, pode fazer uma avaliação com um teste de aptidão para certificar o seu nível, como o Exame de Proficiência em Língua Japonesa. Este exame, como outros semelhantes, permite certificar o nível dos alunos falantes não nativos em japonês.

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Catarina

Eterna otimista, com um bichinho por viajar. Apaixonada por literatura e ficção. Metro e meio de pessoa, vivo pelo lema "Though she be but little, she is fierce". Trabalho atualmente como tradutora e redatora freelancer.