Seja pelo meio ambiente ou pela saúde, cada vez mais pessoas estão a eliminar a carne das suas dietas, mesmo fazendo esta parte da gastronomia portuguesa tradicional. O que antes era visto como uma decisão estranha e complicada, hoje está a começar a ser algo completamente normal. E, contrariamente ao que muitos podem pensar, esta mudança não se trata apenas de uma moda: as dietas sem carne vieram para ficar e estão a passar de ser a excepção para ser a norma, havendo cada vez mais procurar um curso de cozinha onde possam aprender mais pratos e receitas vegan, assim como novas técnicas de confeção de alimentos.

A renomada revista inglesa The Economist aponta que, embora em 2015 somente 3,4% da população dos Estados Unidos fosse vegetariana em 2015 (e 0,4% vegan), hoje um quarto dos americanos de 25 a 34 anos adopta uma dieta com base na gastronomia vegetariana ou vegan. Sem dúvida,  trata-se de uma mudança de comportamento liderada pelas novas gerações, mais preocupadas com o impacto ambiental e com novas visões sobre a saúde e o bem estar. Mas está errado aquele que pensa que esta é uma mudança restrita aos Estados Unidos, pois esta é uma que está a ser um sucesso em todo o mundo e cada vez mais são as pessoas que fazem esta alteração à sua alimentação.

Mas, como indicam os estudos e artigos sobre o tema, há muitas formas de seguir uma alimentação sem carne, e a educação ou reeducação alimentar são pontos chave, não sendo preciso uma pós graduação para aprender mais. Do vegetarianismo ao veganismo, passando pelo flexitarianismo e outros, existem muitas formas de reduzir ou até eliminar o consumo de produtos animais na alimentação e rotina. Isto é uma boa noticia, porque permite que as pessoas se possam adaptar a escolha às suas preferências e estilo de vida: mas também pode gerar muitas confusão. Por isso escrevemos este artigo, para de uma vez por todas, poder tirar todas as dúvidas sobre o veganismo e vegetarianismo. Este é um primeiro passo rumo a uma dieta mais saudável e sustentável, que logo pode ser complementada com a leitura de vários livros sobre o tema ou até mesmo com cursos de culinária sem carne ou mesmo workshop culinaria.

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O que pode comer um vegan?

Um dos maiores mitos sobre o veganismo é de que se trata de uma dieta muito restrita que pode ter um impacto negativo na saúde e na rotina dos seus seguidores. De facto, os vegan foram vistos por muito tempo como inflexíveis, sempre à procura de um curso que traga mais informações, recusando-se a comer fora ou até levando a própria comida quando convidados para um jantar em casa de familiares ou amigos. Na verdade, esta impressão está muito mais ligada à dependência geral das dietas convencionais em relação à carne e a produtos de origem animal do que a limitações da dieta vegan em si. Inclusive, muitos vegan acabam por desenvolver um reportório culinário mais diverso e saboroso do que a culinária convencional, basta apenas observar a quantidade de livros e cursos profissionais de confeitaria e gastronomia profissional portuguesa vegan.

Na prática, uma dieta vegan exclui do menu todos os produtos de origem animal, o que inclui:

  • Carne bovina e suína, aves, peixes e frutos do mar
  • Ovos
  • Produtos lácteos (leite, queijos, manteiga, iogurte e outros)
  • Mel (embora haja certa discordância na comunidade vegan com relação a produtos derivados de insetos)
Tudo sobre a cozinha vegana
Vegans costumam usar e abusar de leites vegetais: de amêndoas, coco, aveia e outros. | Fonte: Pixabay

Embora a dieta receba uma maior atenção, os vegan costumam eliminar o consumo de todo o tipo de produto animal das suas vidas, isto inclui até vestuário e objetos que utilizem, que não podem ser feitos de pele ou couro animal.

Assim sendo, a dieta vegan, de acordo com as informações dos cursos de gastronomia vegan, está baseada em grãos, sementes, legumes, frutas, vegetais, cogumelos comestíveis e frutos secos. Além destes alimentos em si, os vegan costumam consumir uma série de derivados destes ingredientes, muitas vezes procurando compensar ou substituir produtos que não fazem parte da sua dieta, como é o caso dos leites de origem vegetal (soja, coco, amêndoas, entre outros), do tofu e seitan. Além de poder comprar estes produtos em cada vez mais lojas e mercados (por preços cada vez mais acessíveis), muitos deles podem ser preparados em casa, com o auxílio de tutoriais na internet ou de um curso de gastronomia especializada.

Para conhecer um pouco mais desta prática, qualquer um se pode tornar aluno de um curso de cozinha vegan ou um curso de cozinha vegetariana, e poderá encontrar o chef de cozinha profissional perfeito na plataforma Superprof, onde há mais de 1000 professores para cursos de cozinha vegetariana e vegan ou cursos de pastelaria, e o preço médio de cada aula de um curso destes é de apenas 10 euros, podendo estas aulas ainda ser em EAD (online, à distância), pois o ensino num curso EAD pode ser perfeitamente eficaz quando falamos de culinária ou partilha de novas receitas vegan e pratos. Mas, claro que poderá também ser um curso presencial, basta que para isso encontre os melhores profissionais da cozinha e gastronomia vegan e vegetariana mais perto de si.

Quais os benefícios em ser vegan?

Embora esteja tradicionalmente associada a questões ambientais e de crueldade animal, cada vez mais pessoas têm adoptado uma dieta vegan devido a preocupações com a saúde ou, até mesmo, para perder peso, através de várias técnicas de culinária profissional! É o caso da cantora norte-americana Beyoncé, que seguiu à risca uma dieta vegan por 44 dias para melhorar sua forma e condicionamento físico antes de se apresentar no festival Coachella em 2018.

Esta nova quantidade de pessoas que adoptam um estilo de vida vegan para melhorar a saúde vai contra a percepção anterior de que esse tipo de alimentação é muito restrita, resumindo-se a uma pequena lista de alimentos, quando na realidade é uma lista extensa, podendo, inclusive, ter efeitos negativos na saúde. Hoje, o consenso é que uma dieta vegan bem planeada e seguindo todas as informações disponíveis (as profissionais, científicas e comprovadas),d é compatível com todos os estágios do desenvolvimento humano, inclusive a infância e a gravidez. Em alguns estudos clínicos,  os vegan demostraram ser menos suceptíveis a diabetes do tipo 2, pressão alta, obesidade e doenças cardíacas.

Fazer um curso de cozinha de gastronomia saudável e perder peso
Antes vista como perigosa, hoje a alimentação vegan é vista como boa para a saúde e até para a perda de peso. | Fonte: Pexels

Isso deve-se ao fato de, ao depender em grande parte de produtos naturais, os adeptos do veganismo tendem a reduzir o consumo de produtos ultraprocessados e aumentar a ingestão de fibras, magnėsio, ferro e vitaminas C e E. Porém, é preciso ter cuidado: se não for planeada adequadamente (como qualquer outra dieta), saiba que uma alimentação vegan pode levar a deficiências em termos de vitaminas e outros nutrientes, especialmente a vitamina B12, que encontramos em carnes vermelhas, tão presentes nas receitas de Portugal e na gastronomia portuguesa mas, é possível suplementar e saber a melhor forma de o fazer com informações num curso profissional vegan. É por isso que muitos vegan acompanham sua dieta com suplementos alimentares, embora isso não seja sempre necessário.

Por último, para além da saúde pessoal, as dietas vegan têm como um dos seus principais fundamentos os impactos coletivos em termos ambientais que a redução no consumo e produção de alimentos de origem animal pode ter.

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O que pode comer um vegetariano?

Assim como os vegan, saiba que os vegetarianos eliminam do seu menu o consumo de carne. Isto inclui:

  • Carne bovina
  • Carne suína
  • Aves
  • Peixes
  • Frutos do mar
  • Carne de outros animais, como coelho, cervo, javali, etc.

Saiba que grande diferença então está no consumo de produtos de origem animal. Habitualmente, quando alguém se define como "vegetariano" isso quer dizer que essa pessoa não come carne, mas que pode vir a consumir outros produtos de origem animal, como queijos e ovos. Em termos concretos, esse tipo de dieta pode ser definida como "ovo-lacto vegetarianismo", diferenciando-se do lacto-vegetarianismo (em que a pessoa não consome ovos, mas sim produtos lácteos) e do ovo-vegetarianismo (em que a pessoa consome ovos e não produtos lácteos).

Receitas de Portugal udáveis
A principal diferença entre vegan e vegetarianos: o consumo de produtos de origem animal como leite, queijos e ovos! | Fonte: Pexels

Fora estas diferenças, normalmente, os vegetarianos utilizam as mesmas técnicas e consomem os mesmos produtos que compõem a base da dieta vegan: grãos, sementes, frutas, legumes, vegetais, cogumelos comestíveis e frutos secos. Para além disso, há vegetarianos, assim como vegan, que aplicam estas restrições alimentares a muitos produtos processados como bolachas, molhos, chocolates, doces e outros que incluem aditivos e restos de produtos derivados de animais, preferindo assim pratos 100% naturais.

Quais os benefícios de ser vegetariano?

Assim como os vegan, a dieta vegetariana é amplamente considerada adequada para todos os estágios da vida, inclusive infância e gravidez. Da mesma forma, estudos clínicos consideram que vegetarianos enfrentam um menor risco de contrair doenças cardíacas, diabetes do tipo 2 e até mesmo cancro. Entretanto, não há consenso generalizado sobre esses benefícios.

Comer saudável
Assim como no veganismo, uma dieta vegetariana costuma ter um impacto positivo para a saúde. | Fonte: Pexels

O que sim fica mais claro é que, quando se segue uma dieta vegetariana planeada e equilibrada, há uma grande tendência para melhorias na saúde de cada um. Primeiramente, porque uma dieta planeada, incluirá todos os nutrientes e vitaminas, não implicando em nenhum efeito negativo para o organismo em relação a uma dieta convencional. Depois, porque, ao seguir uma dieta vegetariana adequada e balanceada a tendência é ingerir menos alimentos industrializados e processados, o que, evidentemente, tem claros benefícios à saúde, por isso é muito importante a educação alimentar neste sentido, mesmo que um aluno de um curso de cozinha vegetariana não altere a sua alimentação na íntegra e continue a ingerir carnes, poderá aprender muito com estas informações, que podem ser encontradas num curso EAD (À distância, online) e começar a fazer pequenas alterações que irão fazer uma grande diferença na sua saúde.

Desta forma, em grande parte os benefícios para a saúde de dietas que restringem o consumo de carne não estão ligados ao fato de não consumir carne em si (afinal, pode-se ser vegetariano comendo somente massa), mas que o fato de adotar tal tipo de dieta costuma estar relacionado ou desencadear algum tipo de reflexão sobre a alimentação como um todo, levando a hábitos, técnicas, e receitas mais saudáveis.

Veganismo ou vegetarianismo, como escolher?

Agora que  já sabe um pouco mais sobre as especificidades das dietas de gastronomia vegetariana e vegan já pode escolher qual é a mais adequada e os cursos mais adequados onde ir procurar as informações mais corretas. Obviamente, que se trata de uma decisão muito pessoal que depende de uma série de fatores. Dito isto, tentaremos enumerar alguns fatores e parâmetros que poderão ajudar a tomar a decisão.

Relativamente à saúde, como referimos anteriormente, embora existam indícios de que as dietas sem carne trazem benefícios à saúde, irá depender principalmente de quão balanceada é a dieta e dos cuidados que são tomados pelos adeptos para ingerir todas as vitaminas e nutrientes necessários, não se restringindo a uma pequena lista de alimentos numa alimentação e gastronomia tão vasta. Assim sendo, não há nenhum indício claro de que uma dieta seja claramente mais saudável que a outra, embora seja importante pontuar que os vegan tenham que ser um pouco mais vigilantes quanto à ingestão de todas as vitaminas necessárias, mas, com prática, conseguirão encontrar o equilíbrio perfeito.

Gastronomia portuguesa
O que colocamos no nosso prato e que dieta seguimos é uma reflexão pessoal que depende das nossas preferências e estilo de vida. | Fonte: Pixabay

Se a maior motivação para adotar uma dieta sem carne é a questão ambiental, ambas dietas já tem um grande impacto por não incluir carne em si, mas há formas de encontrar proteína vegetal, embora esta não seja igual à animal, que deverá ser suplementada. Isso vale tanto em termos das emissões de gases de efeito estufa relacionadas à pecuária, quanto a questões éticas sobre o tratamento de animais na produção de alimentos de origem animal a escala industrial. Para além disso, é verdade que uma dieta vegan tende a ter um impacto ambiental um pouco maior, por incluir também a indústria de ovos e láctea; isso é particularmente importante se a questão ética e de crueldade animal está entre seus principais motivos para adotar tal dieta.

Por último, quanto às restrições e facilidade de adaptação a cada dieta, é verdade que, em teoria, a dieta vegan pode ser mais radical e de difícil adaptação, já que ela corta mais elementos de uma dieta tradicional. Entretanto, com cada vez mais informação e produtos voltados para os vegan, essa dificuldade depende somente da vontade e interesse de cada um em buscar outras alternativas: basta procurar um livro ou fazer um curso de culinária vegan para se maravilhar com as possibilidades desta dieta!

Para além destes pontos, saiba que o mais importante é que, não importa qual seja a dieta ou gastronomia escolhida, esta seja equilibrada e envolva uma reflexão sobre a alimentação e sua relação com a nossa saúde e com o que temos ao redor (ecossistemas, economia, política, etc). Se assim for, certamente será uma boa experiência!

Caso pretenda ter outras escolhas, veja como fazer um workshop sushi.

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Cláudia

Sou uma pessoa dedicada e empenhada a 100% a todos os projetos, quer sejam eles de carácter mais pessoal quer sejam a nível profissional. Sou licenciada em Assessoria e Tradução de todo o tipo de matérias e para além disso sou especializada na língua inglesa e alemã. Tenho uma grande paixão pela leitura e escrita. Sou muito curiosa e aberta ao conhecimento o que me faz querer saber, aprender e partilhar mais sobre, na verdade, tudo um pouco.