Quantos mais línguas sabemos falar, mais enriquecido se torna o nosso currículo, mais hipóteses profissionais podemos vir a ter, mais chances temos de fazer amigos de outras partes do mundo — e, claro, se, de facto, falamos várias línguas, passamos a merecer a designação elogiosa de "poliglota". Ora, todas estas vantagens e mais algumas se aplicam ao francês.

Saber falar a língua francesa revela-se de grande importância — sobretudo se nos lembrarmos que se trata da segunda língua mais falada no mundo, sendo o idioma de muitas expressões artísticas francesas, como as músicas da cantora Barbara, obras literárias como Os Miseráveis, de Victor Hugo, entre tantas outras...

Além do mais, a língua francesa integra a Francofonia, isto é, a comunidade dos países francófonos e é também considerada, em geral, uma língua romântica e bonita de se ouvir. Como vê, são muitos os motivos pelos quais os alunos se devem aventurar na aprendizagem e no estudo do francês. Contudo, os alunos não precisam de estar em solo francês para ter uma aprendizagem rigorosa da língua.

Na verdade, mesmo estando em Portugal, de norte a sul do país, existem várias opções para quem quer aprender francês do zero ou então para quem pretende melhorar os conhecimentos já adquiridos. E atenção que as ilhas não foram esquecidas — a Superprof oferece também aulas de francês no Funchal para quem quer aprender ou desenvolver os conhecimentos nesta língua ou até cursos de francês na cidade de Viriato: Viseu.

Porém, neste artigo, focar-nos-emos em como ter aulas e cursos de francês na segunda maior cidade do país: o Porto. De facto, aprender a falar francês pode ser feito em plena Avenida dos Aliados, e com a simpatia portuense por perto no momento de pedir um cimbalino ou de comprar um livro naquela que é considerada uma das mais belas livrarias do mundo: a Livraria Lello.

Fotografia da Livraria Lello
Na Livraria Lello, no Porto, decerto encontra um livro em francês, para ler e treinar o seu sotaque. | Fonte: Unsplash

Razões para aprender a falar francês

Aprender a falar francês tem inúmeros benefícios que enriquecerão os alunos a nível pessoal e profissional. Vejamos, então, as vantagens de aprender francês:

  • é vantajoso para qualquer currículo profissional ter mais língua falada em todo o mundo, como o francês, no currículo;
  • é a língua das relações internacionais;
  • é uma mais-valia se quiser viver, trabalhar em ou para um organismo, empresa ou instituição francesa, ou se se pretender estudar em França ou simplesmente visitar o país;
  • com uma base latina, esta é uma língua que facilita a aprendizagem de outras línguas que tenham também uma base latina, como o espanhol;
  • conhecer a língua francesa fará com que o estudante se entusiasme com a fascinante cultura francesa;
  • aprender uma língua analítica como o francês mantém o cérebro ativo, desenvolve o raciocínio e o pensamento crítico;

O curso de francês ideal

Como pode, então,  o aluno tornar-se um génio do francês na bela região portuense? A Superprof oferece várias opções de aulas de frances, com os melhores profissionais, aos melhores preços. Contudo, dado vasto o leque de professores de francês disponíveis, o aluno terá de ponderar e decidir qual a metodologia e estrutura de aulas que mais se adequa aos seus objetivos.

Assim sendo, o estudante deve fazer a si mesmo uma série de perguntas, de modo a que se possa decidir pelo profissional e pela modalidade de aulas que mais vão ao encontro das metas que se propõe a atingir. Por isso, deixamos algumas questões-base a que o estudante deve responder:

  • vai começar a aprender francês como hobbie, apenas para saber mais uma língua?
  • está a estudar francês no âmbito escolar ou universitário?
  • pretende aprender francês por motivos profissionais — por exemplo, pensando seguir uma carreira em que falar francês seja imprescindível?
  • pretende apenas aprender francês basico ou, por outro lado, atingir um nível avançado de francês?
  • vai fazer um exame de nacionalidade? Tem um prazo estipulado que restrinja, em termos temporais, a sua aprendizagem?
  • pretende aprender francês com um professor mais velho e experiente? Ou com uma pessoa mais nova e, eventualmente, mais dinâmica e descontraída?
  • pretende treinar na mesma medida a oralidade e a escrita na língua francesa? Ou dar preferência a uma destas valências?

Depois de responder a estas questões, o aluno terá já definido alguns tópicos importantes — que lhe permitirão escolher de uma forma mais informada e consciente o seu professor de francês e a estrutura das aulas ou dos blocos de aulas de francês. Ou seja, o professor pode preparar os conteúdos de modo a que o aluno tenha um nível de francês completo — seja ele A1, A2, B1, B2, C1 ou C2 — através de aulas individuais ou de aulas de grupo, que, normalmente, têm um preço mais acessível.

Contudo, seguidamente, o estudante deve confirmar se o seu professor de francês preferido tem disponibilidade horária para ministrar as aulas nos dias e horas em que o estudante em questão está disponível, devendo ainda verificar se o preço cobrado por hora de aula, pelo professor, está dentro do orçamento disponível.

A priori há uma boa notícia: a maioria dos professores da Superprof não cobra a primeira aula, dando a possibilidade ao aluno de perceber se é mesmo com aquele profissional e daquela forma que pretende aprender francês.

Através da plataforma Superprof, o aluno pode escolher se pretende ter as suas aulas ao domínio — deslocando-se o professor até à casa do aluno — ou se preferir, por meio de aulas virtuais, através do Skype. Por isso, se o aluno viver em Faro pode ter aulas de francês com um professor de francês que esteja no norte do país! Tudo dependerá da personalidade do aluno e da necessidade (ou não) de estar em contacto direto, presencial, com o professor.

De facto, em níveis mais iniciais de aprendizagem, o aluno beneficiará das aulas ao domínio, já que poderá perceber melhor questões fonética — ouvindo as vogais, palavras mais difíceis de pronunciar e vendo de que modo o professor as pronuncia — já que muitos sons podem ser bem diferentes do português.

Rapariga a tapar a boca com as mãos
Cometer erros na pronúncia do francês é perfeitamente normal e não deve desmotivar os alunos | Fonte: Unsplash

Além disso, as aulas presenciais facilitam e agilizam a correção de erros na escrita e o estudante poderá, de forma rápida, esclarecer as suas dúvidas. Outro benefício destas aulas é o facto de permitirem que o aluno conheça melhor o professor — já que a comunicação direta e o contacto visual favorecem o à vontade e uma maior ligação entre ambos.

Por outro lado, os cursos de francês online por Skype podem adequar-se mais aos alunos que já falem e escrevam com correção — em níveis como o B2, C1 ou C2 — fazendo com que uma simples partilha de ecrã permita resolver as dúvidas existentes e explicar os novos conteúdos.

Como organizar o estudo do francês?

Para aprender e consolidar os conhecimentos de qualquer língua, e também do francês, é essencial ter hábitos de estudo, que incluam a revisão da matéria, das regras gramaticais, do vocabulário, de exercícios áudio, enfim... são muitas as valências que precisam de ser treinadas e trabalhadas se o aluno pretende falar e escrever com correção em francês.

Além disso, um estudo bem sucedido não se limita apenas aos exercícios que o professor envia para casa! Os estudantes devem ao máximo, familiarizar-se com a língua francesa — e, claro, quanto mais interessados estiverem em aprendê-la mais vontade sentirão de a falar e de a ouvir, seja em filmes ou em músicas francesas.

Se ao nosso leitor não ocorrem muitas ideias que permitam tornar eficaz o estudo do francês, diversificá-lo e torná-lo mais interativo, a Superprof dá uma ajuda, com dicas e sugestões preciosas.

Rapariga a olhar para o computador
Ter uma rotina de estudo eficaz mas também interativo é essencial quando se estuda uma língua — e o francês não é exceção! | Fonte: Unsplash

Vamos conhecê-las? Ora, de modo a que o aluno possa estruturar o seu estudo, aproveitando ao máximo o tempo disponível para se dedicar a esta língua, e de forma a que torne o estudo interessante e apelativo deve, então:

  • traçar metas e objetivos específicos no que toca à aprendizagem do francês;
  • criar um horário ou um cronograma das aulas de francês e do tempo destinado ao estudo da língua;
  • estudar em sítios inspiradores. O Porto oferece inúmeros cafés — como o mítico café Majestic ou o Spirito Cupcakes & Coffee — que lhe proporcionarão um cenário agradável para estudar e um lanche reconfortante;
  • manter um espírito positivo e não desanimar perante as dificuldades que decerto surgirão nalgum momento da aprendizagem;
  • adquirir livros de exercícios de francês e exercitar diariamente a gramática. Sugerimos Francês em 30 dias e Apprends e Révise la Grammaire para o estudante pôr em prática os seus conhecimentos;
  • fazer os trabalhos de casa marcados pelo professor e tentar escrever, todos os dias, um pequeno texto em francês;
  • comprar livros de ficção em francês ou em edições bilíngues e ler em voz alta. Esta é uma forma de treino da língua francesa e de familiarização com a mesma;
  • ver programas falados em francês, por exemplo no canal TV5 Monde;
  • incluir a tecnologia no estudo do francês, usando aplicações como o Duolingo — Francês, ou sites como o Le Figaro, que corrige os mais diversos textos em francês, podendo ajudar o aluno a identificar e a compreender os seus erros, ou mesmo a aplicação Tandem, na qual se pode iniciar um chat em francês como um nativo, treinando o francês e, quem sabe, fazendo novas amizades!

Aprender francês e obter um diploma oficial: DELF e DALF

Ter um diploma oficial que ateste os conhecimentos na língua francesa pode ser muito útil e até mesmo imprescindível em certas situações, como numa candidatura a uma Universidade Francesa. Ora, para quem pretende obter uma certificação oficial dos conhecimentos de francês, o ideal é realizar, consoante o seu nível seja elementar (A1 e A2), independente (B1 ou B2) ou experiente (C1 ou C2) os exames DELF, Diplôme d’Études en Langue Française (Diploma de Estudos em Língua Francesa) ou o DALF, Diplôme Approfondi de Langue Française (Diploma Aprofundado de Língua Francesa).

Estes são os exames que permitem aos estudantes obter os diplomas oficiais que certificam os conhecimentos na língua francesa, sendo reconhecidos pelo Centre International d’Études Pédagogiques (CIEP) — órgão vinculado ao  Ministério Francês da Educação nacional

De modo a que o aluno consiga o certificado deve obter pelo menos 50 entre 100 pontos máximos. Os exames incluem uma vertente de compreensão oral, compreensão escrita, e expressão oral e escrita. Mas claro que, para fazer este exame, o aluno deve ser proficiente na fala e na escrita antes de pensar em se propor a realizá-lo, para além de ter uma boa rotina de aprendizagem e de estudo.

Pessoas a segurar em várias bandeiras de França
Com a Superprof, falar francês como um nativo está ao alcance de todos! | Fonte: Unsplash

Se o aluno já possuir um nível muito avançado como o C1 ou C2 não deve descurar o estudo e a prática da língua. Como bem sabemos, se não praticamos as línguas que aprendemos, rapidamente esquecemos o vocabulário, as regras gramaticais e até aquele sotaque do qual tanto já nos orgulhávamos no passado. De modo a que isto não aconteça, convém que o aluno continue a reservar pelo menos um dia por semana para relembrar o francês.

E, claro, se os estudantes viverem na invicta, depois de uma manhã de estudo de francês,  poderão dizer oui à sugestão de degustar uma deliciosa francesinha — que foi, curiosamente, o prato inventado por um portuense imigrado em França e que tanto sucesso fez. Podia haver melhor recompensa?

No entanto, voltamos a lembrar os estudantes de francês (ou aspirantes a tal) que na cidade das sete colinas pode aprender francês assim como  também na bela cidade de Coimbra é possível tornar-se um falante fluente de francês. Nestas e em tantas outras cidades do país, aprender francês com a Superprof será uma aventura entusiasmante!

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Elsa

Trabalho na área da consultoria linguística e produção de texto há três anos e sou, actualmente, professora de português para estrangeiros. Dedico a maior parte do meu tempo livre à leitura e à escrita, tendo já publicado crónicas e poesia em revistas culturais e literárias.