Estima-se que mais de 200 milhões de pessoas, espalhadas pelos cinco continentes, falem francês. Pois é! O francês é uma das línguas de excelência no âmbito da comunicação internacional e trata-se de uma das segundas línguas estrangeiras mais ensinadas no mundo inteiro.

Além disso, sabemos que quanto mais línguas falamos além da nossa língua materna, mais vantagens temos — e a vários níveis: aumentamos os nossos conhecimentos, a possibilidade de comunicar com eventuais ou futuros amigos franceses — e, por acréscimo, enriquecemos o nosso currículo profissional.

Mas se o nosso leitor considera que para aprender a falar frances deveria ter a Torre Eiffel no horizonte, desengane-se. Claro que viver ou passar uma larga temporada em França ajudaria imenso a melhorar a pronúncia, aumentar o vocabulário e, em geral, a facilitar a sua aprendizagem e evolução como falante de francês. Contudo, por mais romântica e apetecível que essa ideia possa parecer, o aluno pode encontrar excelentes professores de francês sem sair da sua cidade. De facto, com a Superprof, é possível aprender a falar francês estando no norte, centro ou no sul do país.

Aprender e melhorar o francês está ao alcance de todos, quer se viva numa ilha como o Funchal ou numa cidade do interior de Portugal mais a norte. Aliás, lembramos que os estudantes portuenses também têm várias opções de cursos de francês no Porto. Porém, neste artigo focar-nos-emos na capital portuguesa, a cidade das sete colinas.

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Aprender francês online ou presencialmente, em Lisboa

Contudo, sabemos que há inúmeros alunos que procuram aulas de francês na capital portuguesa. Ora, se o estudante vive em Lisboa, na cidade das sete colinas, é possível aprender francês com brio e rigor e tornar-se até um falante irrepreensível da língua francesa. Mas como?

Bem, em primeiro lugar, convém que o estudante faça um teste de diagnóstico preparado por um professor de francês (preferencialmente nativo), de modo a que possa ser colocado num nível adequado aos seus conhecimentos e, só a partir daí, começar ou prosseguir os seus estudos de francês ou fazer mesmo, do zero, um curso de francês. Habitualmente, depois de realizado o teste diagnóstico, a escala CEFR permite classificar os alunos de línguas (e claro que também da língua francesa) através dos níveis iniciais A1 e A2 ou de níveis mais avançados como o B1, B2, C1 e C2.

Rua de Lisboa
É possível aprender francês e atingir níveis de excelência sem sair da capital portuguesa | Fonte: Unsplash

Quais as alternativas para aprender francês em Lisboa?

Uma vez colocado num nível, o aluno segue um programa de estudos adequado às suas dificuldades e aos seus objetivos de aprendizagem. Idealmente, o estudante deve ter uma metodologia personalizada e, sobretudo se já dominar alguns conteúdos em detrimento de outros, o professor deve adaptar a aula às necessidades específicas do aluno e até —na medida do possível — ao modo como ele gosta de aprender.

No entanto, sabemos que nem sempre isso acontece na maioria das escolas de línguas, e, em relação ao francês, isso não é exceção. Normalmente, as turmas de alunos de língua estrangeira são grandes e incluem alunos de muitas nacionalidades diferentes, o que — apesar de interessante pela confluência cultural — pode dificultar a homogeneidade do processo e a velocidade da aprendizagem da língua. De facto, há alunos que, por exemplo, por já terem conhecimento de uma língua latina (em relação a outros que não o têm) estão, claramente, a priori, em vantagem na aprendizagem.

Assim sendo, ter aulas de francês particulares pode ser uma opção a considerar. Afinal, numa aula individual, o professor concentrar-se-á, exclusivamente, em seguir uma metodologia adequada ao aluno em questão, focando-se nos pontos fracos do estudante e ajudando-o a melhorar os conteúdos em que tem mais dificuldades.

Rapariga a sorrir para o computador num café
Na Superprof é possível escolher o professor de francês adequado às necessidades do aluno | Fonte: Unsplash

Eventualmente, o professor  poderá, em relação às explicações gramaticais, comunicar numa língua que ambos compreendam (como a mais universal, o inglês) — o que, no caso de aulas de grupo, poderá frustrar e incomodar alunos que já compreendam perfeitamente as explicações em francês.

No entanto, e caso seja essa a preferência do aluno, é sempre possível conciliar aulas individuais com aulas de grupo (com alunos que estejam no mesmo patamar de conhecimentos) — já que, assim, o estudante poderá ter toda a atenção do professor focada em si, ao mesmo tempo que, nas aulas de grupo, treina o diálogo com outros os aprendentes de francês.

Através da Superprof, o estudante tem a possibilidade de, como uma simples pesquisa no nosso site, ter acesso ao perfil de inúmeros professores de francês, perceber qual o seu método de ensino, os níveis que se propõem a ensinar e até aspetos de ordem prática como: a disponibilidade horária, a frequência e duração das aulas, a localização e o preço cobrado por hora.

Obviamente que, vivendo em Lisboa, o aluno deve escolher um professor que more também na capital portuguesa — sobretudo se pretender aulas individuais ao domicílio. E claro que poderá encontrar  em todas as cidades do país!

Caso não queira sair de casa, o professor pode deslocar-se até à casa do aluno, ou, no caso de ambos concordarem, as aulas ou cursos de francês  online poderão acontecer via Skype. Por isso, um aluno que viva, por exemplo, em Faro pode ter aulas de francês virtuais com um professor da Covilhã. As distâncias não são um problema!

Porém, obviamente que um aluno que esteja a iniciar a aprendizagem do francês beneficiará do contacto direto e presencial com o professor. No caso de um estudante que viva, por exemplo, na belíssima cidade de Viriato poderá aprender francês em Viseu, sem sair de casa. Também na cidade universitária de Coimbra existem vários professores de francês da Superprof — basta escolher.

Além disso, o aluno pode optar por um professor mais jovem, eventualmente com outra energia e vivacidade ou, então, escolher um professor já com largos anos de experiência — mais uma vez, a decisão dependerá do tipo de aluno, do perfil de aulas de francês procurado e do facto de o aluno estar a aprender francês básico ou mais avançado. Depois de proceder à escolha conforme todos os factores acima mencionados, o estudante pode começar a preparar-se, então, para a aventura do estudo e da aprendizagem do francês, n'est-ce pas?

Ter sucesso no estudo e na aprendizagem num curso de francês 

Estudar uma língua estrangeira nem sempre é fácil. Os conteúdos são muitos — verbos, preposições, advérbios, entre tantos outros — e as diferentes componentes de aprendizagem, como a gramática, a fonética, a escrita e o diálogo, são também diferentes, apresentando cada uma as suas peculiaridades e exigindo do aluno apetência e conhecimentos diversos. Por isso, muitas vezes os estudantes de francês, sobretudo dos níveis inicias como A1, precisam de um período de habituação àquela que não é a sua língua materna.

O importante é que os alunos não se rendam a uma espécie de frustração inicial, que é normal sentir e que, com a ajuda do professor certo, é perfeitamente ultrapassável. Persistência é essencial para vencer quer as dificuldades iniciais, quer as dificuldades ao longo do percurso de aprendizagem.

Em termos práticos é importante que o aluno siga as seguintes dicas.  Vamos, então, às nossas sugestões para aprender francês:

  • Começar a familiarizar-se com o francês, ouvindo a língua através de filmes, séries ou canções (ainda que não se compreenda tudo e que se siga, obviamente, uma legendagem).  Há sempre a opção dos grandes clássicos do cinema francês de grandes realizadores como Jean-Luc Godard ou de François Ozon e ouvir as músicas de Edith Piaf ou de Stromae, conforme os gostos pessoais ditarem. Ainda que seja quase inconsciente, o cérebro vai começar a habituar-se à sonoridade e à fonética particular do francês, daí ser fundamental ouvir estruturas frásicas longas e complexas, que, aos poucos se vão tornando cada vez mais reconhecíveis.

 

  • Estudar diariamente, fazendo muitos exercícios gramaticais, lendo em voz alta os textos de fichas de exercícios e do manual de francês, adequados ao seu nível, e aplicando as regras fonéticas ensinadas pelo professor. Também é crucial que o aluno escreva todos os dias um pouco em francês, aplicando os tempos verbais e o vocabulário aprendidos. Por exemplo, entre muitos outros aspetos, os acentos em francês diferem muito dos que usamos em português, daí ser essencial treinar a destreza de pontuar através da escrita, tentando fazer composições subordinadas a temas específicos.

 

  • Comprar livros em francês ou em edições bilíngues (francês e português). Caso falemos de um aluno de níveis inicias, as histórias infantis e juvenis são uma boa opção para começar a ler em francês. No caso de níveis mais avançados — a partir do B1 — o aluno pode optar por livros mais complexos e longos. Neste caso, recomenda-se um livro sobre um tema mais técnico, geral ou uma biografia. Se o aluno já for um exímio falante (de nível C2) pode até tentar aventurar-se pela poesia francesa de Baudelaire, pela célebre obra Les Fleus du Mal.

 

Livros alinhados
Ler livros em francês adequados ao nível do aluno é uma excelente forma de estudo | Fonte: Unsplash
  • Falar todos os dias ou quase em francês é crucial para a sedimentação dos conhecimentos. Como bem sabemos, se não treinamos uma língua acabamos por esquecê-la, por perder aquele sotaque já tínhamos alcançado. De facto, tal como quando deixamos de fazer exercício por uns tempos, e ficamos destreinados, também com as línguas o mesmo acontece. Por isso, é conveniente, falar para além do contexto das aulas, com um (eventual) amigo francês ou com alguém que saiba francês, de modo a que se treine a conversação e se mantenha a destreza da língua — de forma reproduzir aquelas vogais mais difíceis.

 

  • Ver vídeos na internet e usar aplicações de smartphone para treinar o francês, que, de uma forma descontraída e, em qualquer lugar, lembram o aluno de fazer uma dose diária de exercícios de francês, seja qual for o seu nível. Além disso, determinados sites permitem aos alunos ouvir músicas em francês (consoante os níveis) apresentando, ao mesmo tempo, a devida legendagem incompleta, devendo o aluno completar com a palavra em falta — treinando, assim, o seu ouvido e, consequentemente a capacidade de reconhecer palavras francesas. Une três bonne idée!

 

  • Envolver-se na cultura francesa para aprender francês com mais entusiasmo.  Conhecer a cultura e a história do país cuja língua se vai estudar é meio caminho andando para que o interesse e curiosidade do aluno sobre o idioma cresçam ainda mais. E desengane-se quem pensar que as boinas e as baguettes resumem a cultura francesa. Ela é bem mais vasta e rica do que uma série de estereótipos que são, por vezes, limitativos. Conhecer a história e cultura francesas vai aguçar ainda mais o interesse dos alunos por França e, claro, pelo francês.

 

Gárgula de Notre Dame
As gárgulas são um dos célebres símbolos da Notre Dame de Paris e da cultura francesa | Fonte: Unsplash

Por isso, o estudante deve procurar informar-se sobre os hábitos e costumes franceses, sobre figuras históricas e culturais relevantes. Sabia, por exemplo, que um dos clássicos da literatura francesa e mundial é o autor Marcel Proust, que escreveu os famosos volumes de À la recherche du temps perdu (À procura do tempo perdido)?

E, por exemplo, que tal aventurar-se na gastronomia francesa? Porque não tentar algumas receitas da cozinha francesa e surpreender os amigos com uma refeição diferente, ao som de um tema musical francês? Escrever o menu com o nome dos pratos em francês é outra ideia original que vai "puxar pela sua língua francesa".

Basta pensar um bocadinho para ter ideias que permitam aos alunos praticar o francês e entusiasmar-se cada vez mais com esta língua — ainda que sem sair de Portugal. Com as nossas dicas e sugestões — e, claro, com uma rotina de estudo consistente — o estudo do francês na cidade de Lisboa tem tudo para correr bem e para tornar qualquer aluno fluente (na conversação ou na escrita) da apaixonante língua francesa!

Tudo a postos para começar a aventura?

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Elsa

Trabalho na área da consultoria linguística e produção de texto há três anos e sou, actualmente, professora de português para estrangeiros. Dedico a maior parte do meu tempo livre à leitura e à escrita, tendo já publicado crónicas e poesia em revistas culturais e literárias.