Estima-se que o número de pessoas, espalhadas pelos cinco continentes, que falam francês ultrapassa os
200 milhões

Pois é! O francês é uma das línguas de excelência no âmbito da comunicação internacional e trata-se de um dos idiomas estrangeiros mais ensinados no mundo inteiro.

Além disso, sabemos que quanto mais idiomas falamos além da nossa língua materna, mais vantagens temos, a vários níveis: aumentamos os nossos conhecimentos, a possibilidade de comunicar com eventuais ou futuros amigos franceses. E, por acréscimo, enriquecemos o nosso currículo profissional.

Mas se o nosso leitor considera que para aprender a falar francês deveria ter a Torre Eiffel no horizonte, desengane-se. Claro que viver ou passar uma larga temporada em França ajudaria imenso a melhorar a pronúncia, aumentar o vocabulário e, em geral, a facilitar a sua evolução como falante do idioma.

No entanto, por mais romântica e apetecível que essa ideia possa parecer, o aluno pode encontrar excelentes professores de francês sem sair da sua cidade. De facto, com a Superprof, é possível aprender a falar francês de norte a sul do país. E, claro, a capital portuguesa não podia ser exceção!

Os melhores professores de Francês disponíveis
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Porque aprender francês em Lisboa?

Estudar francês em Lisboa é uma decisão estratégica que combina qualidade de vida, acesso a instituições reconhecidas e uma crescente relevância do idioma no contexto europeu e global. Sendo Lisboa uma capital cosmopolita, multicultural e bem conectada com o resto da Europa, estudar a linguagem na cidade permite tirar partido de um ambiente internacional sem sair de Portugal.

mulher sentada em secretária a falar com homem

Do ponto de vista profissional, o francês continua a ser uma das línguas mais valorizadas no mercado de trabalho. É língua oficial em vários organismos internacionais (ONU, UE, Cruz Vermelha), amplamente utilizada em sectores como diplomacia, turismo, comércio internacional, aviação, hotelaria, moda e indústria farmacêutica. Na cidade, onde estão sediadas multinacionais, startups internacionais e centros de serviços partilhados, o domínio do francês pode ser um fator diferenciador no recrutamento e na progressão de carreira.

No plano cultural, saber falar francês abre portas a um património riquíssimo: literatura, cinema, música, filosofia, gastronomia e artes visuais. A capital portuguesa acolhe regularmente eventos culturais francófonos, festivais de cinema francês, exposições, concertos e encontros literários, permitindo aplicar a língua em contextos reais e enriquecedores. A presença ativa da comunidade francesa e francófona na cidade reforça ainda mais esta imersão cultural.

Em termos educacionais, Lisboa oferece formação de elevada qualidade, com instituições experientes, professores qualificados e programas alinhados com o Quadro Europeu Comum de Referência para as Línguas (QECR).

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Sabia que?

Há opções para todos os níveis, do iniciante absoluto ao avançado, e para diferentes objetivos, sejam académicos, profissionais ou pessoais.

Os principais benefícios são:

  • Valorização profissional num mercado de trabalho cada vez mais internacional;
  • Acesso a instituições reconhecidas com métodos pedagógicos modernos;
  • Ambiente multicultural propício à prática da língua;
  • Custos geralmente mais acessíveis do que estudar no estrangeiro;
  • Possibilidade de combinar a formação linguística com qualidade de vida.

Quer estudar francês no Funchal?

Principais escolas de francês em Lisboa

Lisboa dispõe de uma oferta diversificada e de elevada qualidade no ensino da língua francesa, adequada a diferentes perfis de estudantes, níveis de conhecimento e o domínio que querem adquirir. Desde instituições culturais de referência internacional até centros académicos integrados em universidades e politécnicos, a capital portuguesa reúne condições ideais para quem procura aprender francês de forma estruturada, com docentes qualificados e programas alinhados com padrões europeus. Vamos conhecer algumas delas?

Alliance Française de Lisboa

A Alliance Française de Lisboa é uma das instituições mais prestigiadas para o ensino da língua francesa em Portugal. Integrada numa rede mundial presente em mais de 130 países, destaca-se pela qualidade pedagógica e pela forte ligação à cultura francesa.

A escola oferece cursos de francês geral para todos os níveis (A1 a C2), cursos intensivos, aulas particulares, formação para empresas e preparação para exames oficiais como DELF e DALF. Os métodos utilizados são comunicativos e interativos, com foco na expressão oral, compreensão auditiva e uso prático da língua em situações do dia a dia.

Para além das aulas, a Alliance Française promove atividades culturais regulares, como workshops, ciclos de cinema, conferências e encontros de conversação, que complementam a formação e incentivam a imersão linguística. As turmas tendem a ser reduzidas, permitindo um acompanhamento mais personalizado.

Centro de Línguas da Universidade de Lisboa

O Centro de Línguas da Universidade de Lisboa é uma referência no ensino de idiomas estrangeiros em contexto académico. Embora esteja integrado numa universidade, os seus cursos estão abertos ao público em geral, não sendo necessário ser estudante universitário.

Os programas de francês abrangem vários níveis de proficiência, do elementar ao avançado, e seguem critérios académicos rigorosos alinhados com o QECR. As aulas são lecionadas por docentes especializados, com sólida formação linguística e pedagógica.

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Vantagem extra

O ambiente universitário proporciona ainda acesso a recursos adicionais, como bibliotecas, materiais didáticos atualizados e, ocasionalmente, iniciativas interculturais que enriquecem a experiência.

Uma das grandes vantagens deste centro é a diversidade de horários, que inclui opções pós-laborais e, em alguns casos, aulas ao sábado, o que facilita a frequência por profissionais que trabalham. Os cursos tendem a ter uma forte componente estrutural da língua (gramática, vocabulário, escrita), equilibrada com prática oral.

Centro de Línguas do Instituto Politécnico de Lisboa

O Centro de Línguas do Instituto Politécnico de Lisboa apresenta-se como uma opção sólida e acessível para quem quer estudar francês com uma abordagem prática e orientada para o mercado de trabalho.

Os cursos estão estruturados por níveis e destinam-se tanto a estudantes do Politécnico como ao público externo. A estrutura curricular privilegia competências comunicativas úteis em contextos académicos e profissionais, como apresentações, comunicação escrita formal e interação em ambientes de trabalho internacionais.

Uma das vantagens de estudar nesta instituição é a relação qualidade-preço, mais competitiva do que escolas privadas especializadas. As turmas são organizadas de forma a permitir progressão consistente, com avaliação contínua e certificação quando terminar.

várias pessoas com bandeiras francesas
Existem inúmeras opções para aprender francês no centro de Lisboa, estas são apenas algumas delas! | Fonte: Unsplash

A ligação do Politécnico ao tecido empresarial e institucional pode ser particularmente interessante para alunos que pretendam utilizar o francês em contextos técnicos, administrativos ou de serviços.

Também pode estudar a língua francesa em Braga.

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Aprender francês na capital com aulas particulares

Para aprender algo, o aluno deve seguir um programa de estudos adequado às suas dificuldades e objetivos particulares. Idealmente, o estudante deve ter uma metodologia personalizada e, sobretudo se já dominar alguns conteúdos em detrimento de outros, o professor deve adaptar as aulas às necessidades específicas do aluno e até, dentro do possível, á forma como aprende melhor.

No entanto, sabemos que nem sempre isso acontece na maioria das escolas de línguas. Normalmente, as turmas são grandes e incluem estudantes de muitas nacionalidades diferentes, o que apesar de interessante pela confluência cultural, pode dificultar a homogeneidade do processo e a velocidade do domínio da língua. De facto, há pessoas que, por exemplo, por já terem algum conhecimento linguístico estão, claramente, a priori, em vantagem.

professora a explicar a duas alunas

Assim sendo, ter aulas de francês particulares pode ser uma opção a considerar. Afinal, numa aula individual, o tutor concentrar-se-á, exclusivamente, em seguir uma metodologia adequada ao aluno em questão, focando-se nos pontos fracos do estudante e ajudando-o a melhorar os conteúdos em que tem mais dificuldades.

No entanto, e caso seja essa a preferência do aluno, é sempre possível conciliar aulas individuais com aulas de grupo.

Isto desde que os estudantes estejam todos no mesmo patamar de conhecimentos, já que, assim, o aluno poderá ter toda a atenção do tutor focada em si, ao mesmo tempo que, nas aulas de grupo, treina o diálogo com outros os aprendizes de francês. Através da Superprof, o estudante tem a possibilidade de, como uma simples pesquisa no nosso site, ter acesso ao perfil de inúmeros professores de francês, perceber qual o seu método de ensino, os níveis que se propõem a ensinar e até aspetos de ordem prática como: a disponibilidade horária, a frequência e duração das aulas, a localização e o preço cobrado por hora.

Obviamente que, vivendo na cidade, o aluno deve escolher um explicador que more também na capital portuguesa, sobretudo se pretender aulas individuais ao domicílio. Caso não queira sair de casa, o professor pode deslocar-se até à casa do aluno, ou, no caso de ambos concordarem, as sessões poderão acontecer via Skype. Por isso, um aluno que viva, por exemplo, em Faro pode ter aulas de francês virtuais com um explicador da Covilhã. As distâncias não são um problema!

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Deve analisar a sua situação em particular

A decisão dependerá do tipo de aluno, do perfil de aulas procurado e do facto de o aluno estar a tentar dominar o francês básico ou mais avançado.

Além disso, o aluno pode optar por um professor mais jovem, eventualmente com outra energia e vivacidade ou, então, escolher um professor já com largos anos de experiência. Depois de proceder à escolha conforme todos os fatores acima mencionados, o estudante pode começar a preparar-se, então, para a aventura do estudo do francês, n'est-ce pas?

Já pensou em estudar francês em Viseu?

Opções de aprendizagem: presencial vs. online

A escolha entre as opções presenciais e online é um dos aspetos mais relevantes na aprendizagem do francês em Lisboa, especialmente após a generalização do ensino digital. Ambas as modalidades apresentam vantagens e limitações que devem ser ponderadas de acordo com o perfil do aluno.

As opções presenciais oferecem contacto direto com professores e colegas, o que facilita a interação espontânea, a prática oral e a criação de rotinas de estudo mais disciplinadas. A consolidação dos conteúdos beneficia da linguagem corporal, da correção imediata e de um ambiente estruturado. Para muitos estudantes, estar fisicamente numa sala de aula aumenta a motivação e o compromisso.

Por outro lado, as versões online destacam-se pela flexibilidade. Permitem estudar a partir de casa, evitar deslocações e adaptar horários a agendas profissionais exigentes. Muitas instituições em Lisboa utilizam plataformas digitais avançadas, com aulas em direto, materiais interativos e gravações para revisão posterior. Esta modalidade é especialmente útil para quem viaja com frequência ou tem horários irregulares.

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Considere todos os fatores

A decisão ideal depende do estilo de aprendizagem, disponibilidade de tempo e objetivos específicos de cada aluno.

No entanto, o modelo online exige maior autonomia e disciplina. A prática oral pode ser mais limitada se o curso não for bem estruturado, e a sensação de isolamento pode afetar alguns estudantes. Já a versão presencial, apesar de mais envolvente, implica custos de transporte e menor flexibilidade horária.

Na cidade universitária de Coimbra encontra vários professores de francês.

Dicas para escolher o curso de francês ideal

Selecionar o curso mais adequado requer reflexão e análise de vários fatores. Não existe uma solução universal, porque como já mencionamos a melhor opção será aquela que se adapta às suas necessidades individuais, a curto e longo prazo.

Antes de decidir, é importante definir claramente se o objetivo é profissional, académico, pessoal ou uma combinação destes. Um curso orientado para conversação será diferente de um focado em francês técnico ou preparação para exames oficiais.

óculos em cima de livro em francês
Para escolher a formação ideal, tem que decidir exatamente o que procura e o que precisa. | Fonte: Pexels

Aspetos essenciais a considerar na escolha do curso:

  • Nível inicial realista, determinado através de teste de diagnóstico;
  • Objetivos claros (conversação, exames, trabalho, estudos);
  • Disponibilidade horária e duração do curso;
  • Metodologia utilizada e equilíbrio entre teoria e prática;
  • Qualificações dos professores e reconhecimento da instituição.

Também aconselhamos a comparar os programas, pedir informações detalhadas, assistir a aulas experimentais quando possível e verificar se o certificado final é reconhecido. Em Lisboa, a diversidade de oferta permite encontrar soluções ajustadas a praticamente todos os perfis de aprendizes, para que faça um investimento sólido e duradouro.

Também encontra vários cursos de francês no Porto!

Como ter sucesso no estudo de francês

Estudar uma língua estrangeira nem sempre é fácil. Os conteúdos são muitos, com verbos, preposições, advérbios, entre tantos outros. E as diferentes componentes de aprendizagem, como a gramática, a fonética, a escrita e o diálogo, são também diferentes, apresentando cada uma as suas peculiaridades e exigindo do aluno apetência e conhecimentos diversos. Por isso, muitas vezes os estudantes de francês, sobretudo quando estão a começar, precisam de um período de habituação àquela que não é a sua língua materna.

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Não se esqueça do mais importante

Não se deixe render à frustração inicial, que é normal sentir e que, com a ajuda do professor certo, é perfeitamente ultrapassável. A persistência é essencial para vencer quer as dificuldades iniciais, quer as dificuldades ao longo do percurso de aprendizagem.

Para ajudar quem está a começar, deixamos aqui as nossas maiores dicas!

Fazer um teste de diagnóstico

Bem, em primeiro lugar, convém que o estudante faça um teste de diagnóstico, para que possa ser colocado num nível adequado aos seus conhecimentos e, só a partir daí, começar ou prosseguir os seus estudos de francês. Habitualmente, depois de realizado o teste diagnóstico, a escala CEFR permite classificar os alunos de línguas através dos níveis iniciais A1 e A2 ou de níveis mais avançados como o B1, B2, C1 e C2.

Começar a familiarizar-se com o francês

Particularmente, ouvindo a língua através de filmes, séries ou canções (ainda que não se compreenda tudo e que se siga, obviamente, uma legendagem). Há sempre a opção dos grandes clássicos do cinema francês de grandes realizadores como Jean-Luc Godard ou de François Ozon e ouvir as músicas de Edith Piaf ou de Stromae, conforme os gostos pessoais ditarem. Ainda que seja quase inconsciente, o cérebro vai começar a habituar-se à sonoridade e à fonética particular da linguagem, daí ser fundamental ouvir estruturas frásicas longas e complexas, que, aos poucos se vão tornando cada vez mais reconhecíveis.

Comprar livros em francês

Caso falemos de um aluno de níveis inicias, as histórias infantis e juvenis são uma boa opção para começar a ler em francês. No caso de níveis mais avançados (a partir de B1), já pode optar por livros mais complexos e longos. Neste caso, recomenda-se um livro sobre um tema mais técnico, geral ou uma biografia. Se já for um exímio falante (de nível C2) pode até tentar aventurar-se pela poesia francesa de Baudelaire, pela célebre obra Les Fleus du Mal.

Livros alinhados
O estudo e a prática diária são essenciais para se inserir totalmente na linguagem a conseguir dominar. | Fonte: Unsplash

Falar todos os dias em francês

Um fator crucial para a sedimentação dos conhecimentos. Como bem sabemos, se não treinamos uma língua acabamos por esquecê-la, por perder aquele sotaque já tínhamos alcançado. De facto, tal como quando deixamos de fazer exercício por uns tempos, e ficamos destreinados, também com as línguas o mesmo acontece. Por isso, é conveniente, falar para além do contexto das aulas, de forma a que se treine a conversação e se mantenha a destreza da língua, mesmo aquelas vogais mais difíceis.

Estudar diariamente

Fazendo muitos exercícios gramaticais, lendo em voz alta os textos de fichas de exercícios, adequados ao seu nível, e aplicando as regras fonéticas ensinadas pelo professor. Também é crucial que escreva todos os dias um pouco em francês, aplicando os tempos verbais e o vocabulário aprendidos.

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Está tudo nos detalhes

Entre muitos outros aspetos, os acentos franceses diferem muito dos que usamos em português, daí ser essencial treinar a destreza de pontuar através da escrita, tentando fazer composições subordinadas a temas específicos.

Ver vídeos na internet

Ou usar aplicações de smartphone para treinar o francês, que, de uma forma descontraída e, em qualquer lugar, lembram de fazer uma dose diária de exercícios, seja qual for o seu nível. Além disso, determinados sites permitem ouvir músicas francesas (consoante os níveis) com a devida legendagem incompleta, pedindo para completar com a palavra em falta e treinar, assim, o seu ouvido e, consequentemente a capacidade de reconhecer palavras francesas. Une três bonne idée!

Envolver-se na cultura francesa

A melhor forma de aprender francês com mais entusiasmo. Conhecer a história do país cuja língua se vai estudar é meio caminho andando para que o interesse e curiosidade sobre o idioma cresçam ainda mais. E desengane-se quem pensar que as boinas e as baguettes resumem a cultura francesa. É bem mais vasta e rica do que uma série de estereótipos que são, por vezes, limitativos. Conhecer a história e cultura francesas vai aguçar ainda mais o interesse dos alunos por França e, claro, pelo francês.

Por isso, o estudante deve procurar informar-se sobre os hábitos e costumes franceses, sobre figuras históricas e culturais relevantes. Sabia, por exemplo, que um dos clássicos da literatura francesa e mundial é o autor Marcel Proust, que escreveu os famosos volumes de À la recherche du temps perdu (À procura do tempo perdido)?

E, por exemplo, que tal aventurar-se na gastronomia francesa? Porque não tentar algumas receitas da cozinha francesa e surpreender os amigos com uma refeição diferente, ao som de um tema musical francês? Escrever o menu com o nome dos pratos em francês é outra ideia original que vai "puxar pela sua língua francesa".

Basta pensar um bocadinho para ter ideias que permitam praticar o francês e entusiasmar-se cada vez mais com esta língua, ainda que sem sair do país. Com as nossas dicas e sugestões e, claro, com uma rotina de estudo consistente, o estudo do francês em Aveiro tem tudo para correr bem e para tornar qualquer aluno fluente desta apaixonante linguagem!

Tudo a postos para começar a aventura?

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redatora superprof Portugal

Elsa Alves

Trabalho na área da consultoria linguística e produção de texto há três anos e sou, actualmente, professora de português para estrangeiros. Dedico a maior parte do meu tempo livre à leitura e à escrita, tendo já publicado crónicas e poesia em revistas culturais e literárias.

Catarina

Eterna otimista, com um bichinho por viajar. Apaixonada por literatura e ficção. Metro e meio de pessoa, vivo pelo lema "Though she be but little, she is fierce". Trabalho atualmente como tradutora e redatora freelancer.