Um provérbio japonês conhecido diz que "começa a envelhecer quando acabar de aprender". Este provérbio ilustra perfeitamente a necessidade de continuar a estudar e ganhar conhecimento ao longo da vida. Uma vida pode ser preenchida com várias aulas, onde os alunos aprendem música ou idiomas estrangeiros.

Aprender uma língua ou a tocar um instrumento musical é estimulante e permite que conheça mais partes do mundo, e que saia da sua zona de conforto diário. Se quer optar por estudar um idioma novo, porque não optar por uma língua oriental e expandir os seus horizontes?

Fazer um curso ou aulas de japonês é uma ótima opção, uma vez que aqui aprende a dominar alguns fundamentos básicos da língua japonesa. Um deles é a apresentação, uma vez que apresentar-se no idioma é um passo importante numa conversa quando conhece alguém pela pela primeira vez.

Isto porque no Japão, os rituais e as regras de etiqueta são muito importantes e podem fazer uma grande diferença. Saber apresentar-se corretamente é visto como um sinal positivo de se integrar na cultura japonesa, com igual interesse pela língua.

E como o japonês não é a sua língua materna, terá que fazer aulas para ganhar conhecimento e formação. Uma forma de se sentir à vontade na escrita e na expressão oral durante a aula, incluí aprender a dizer algumas frases em japonês.

mulheres de kimono
Parte do programa de estudos que os professores utilizam no curso inclui os alunos aprenderem a apresentar-se no idioma e formação extensa sobre etiqueta cultural. | Fonte: Pexels.com

Durante esses estudos também vai aprender kanji, hiragana, katakana e todo o vocabulário necessário para dizer algumas frases em japonês, incluindo as da apresentação. Este é o nosso guia das expressões necessárias para se apresentar a um nativo japonês.

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Aulas de japonês e a sociedade japonesa

Antes de começar a estudar para se apresentar em japonês, existem algumas coisas que precisa de saber sobre o Japão. Neste país, o respeito pelas palavras é algo fundamental e existe uma verdadeira dualidade entre tradição e modernidade cada vez que se apresenta.

É provável que não saiba isto, mas o Japão ocupa o terceiro lugar das potências mundiais com peso no comércio internacional e no mundo capitalista, mantendo as tradições ancestrais ligadas à sua história e cultura.

A história do Japão é ainda hoje em dia rica em elementos emprestados da religião xintoísta, costumes ancestrais e tradição, com um grande enfâse em trocas individuais e entre grupos sociais. E as regras de etiqueta podem parecer muito rigorosas para alguém que está a aprender a cultura.

Se está a pensar em fazer uma viagem para o Japão ou ir trabalhar para lá depois de terminar o curso, não se preocupe por não saber tudo. Os japoneses não costumam ser tão rígidos com os iniciantes, uma vez que sabem que a língua é complexa e não o vão ignorar se não souber perguntar as horas em japonês.

De qualquer das formas, se quer aprender a apresentar-se em japonês existem algumas coisas que devem ser respeitadas sistematicamente antes de um encontro:

  • Evite qualquer contato físico com o interlocutor: sem apertos de mão, sem beijos ou abraços;
  • Incline a cabeça para cumprimentar a outra pessoa;
  • Diga "hajimemashite" ("prazer") a cada novo começo de conversa;
  • Responder "yoroshiku onegaishimasu" (algo como "espero que possamos ter boas relações") após uma troca verbal;
  • Incline a cabeça ligeiramente para se desculpar (dizendo "sumimasen").

Se respeitar estes pequenos detalhes, pode passar para o aprendizagem das frases japonesas mais úteis para se apresentar.

Como se apresentar pela primeira vez fora do curso japones

Durante as aulas do curso, além de ficar a conhecer os números japoneses, o professor também vai ensinar as formas mais educadas de se apresentar. Uma delas, por exemplo, é o costume de se curvar quando alguém diz "prazer em conhecê-lo". Quanto mais se curva, mais respeito mostra à pessoa presente.

pessoas na rua
Os alunos aprendem a apresentar-se no idioma corretamente durante o curso, para que cada um saiba respeitar a etiqueta cultural e manter a comunicação sem ofender os outros participantes. | Fonte: Pexels.com

Em todos os países do mundo, quando conhece uma pessoa pela primeira vez, temos um reflexo quase instintivo para a cumprimentar. Não pode conversar sem utilizar uma forma educada que é comum no país em questão. No caso do Japão, as saudações são conhecidas por "jikoshokai", 自己 紹 介.

Começar a conversa

No Japão, não existe qualquer tipo de contacto físico com uma pessoa que acabamos de conhecer. Para se apresentar, deve começar sistematicamente com a expressão "は じ め ま し て", cuja transcrição fonética é "hajimemashite". Esta expressão japonesa pode ser traduzida por "prazer em conhecê-lo" ou "encantado" em português.

Ao pronunciar esta palavra, é ideal que se curve ligeiramente. Esta é uma das muitas formas de educação que deve garantir que respeita neste país oriental.

A tradução literal do termo hajimemashite seria um "começo". Na verdade, este termo vem do infinitivo do verbo "hajimeru", que significa "começar". Se estiver a fazer uma estadia no Japão para complementar os estudos do curso, é provável que também ouça "douzo yoroshiku", que seria algo como "feliz por conhecê-la (lo)".

Se quer ser capaz de ter uma conversa e discussão em japonês, tem que começar por aprender as fórmulas japonesas de etiqueta cultural. Tal como existe um formato de apresentação típico no início de uma conversa, há também um para encerrar a conversa com alguém que acabou de conhecer pela primeira vez.

Continuar a conversa

Para continuar a conversa, deve agradecer ao interlocutor pelo novo relacionamento e tentar abrir caminho para futuras conversas. Para fazer isso, utilize "dozo yoroshiku onegai shimasu" (よ ろ し く お 願 (ね が) い し ま す), uma expressão que não é realmente possível traduzir literalmente para português.

Também serve para estabelecer boas relações com os outros, ou até para pedir um favor. Se utilizar esta expressão, mesmo que não seja um falante nativo, será compreendido.

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O objetivo do programa de estudos que o professor utiliza nas aulas é dar o máximo de formação possível a cada aluno, para que seja capaz de se expressar sem dificuldades no idioma. | Fonte: Pexels.com

Se quiser ter conversas fluentes durante a estadia no Japão, deve prestar atenção a todos os passos da conversa e repetir as frases adequadas. Quando alguém que acabou de conhecer lhe diz "yoroshiku onegaishimasu" deve responder "kochira koso yoroshiku onegaishimasu" (こ ち ら こ そ よ ろ し く お 願 い し ま す), que reflete reciprocidade.

Esta expressão serve como uma saudação que expressa simultaneamente o contentamento de permanecer na conversa e vontade de que hajam mais. Por isso motivo, é uma das primeiras frases ensinadas na aula de japonês, seja nos cursos online ou nos cursos presenciais.

A expressão "yoroshiku onegaishimasu" é uma expressão genérica que pode ser usada em várias situações. Por exemplo, antes de iniciar uma reunião de negócios, a frase também pode ser utilizada para agradecer ao público por dar ao orador tempo para falar.

Se escrever uma carta ou um e-mail, pode utilizá-la no local onde escreveria "atenciosamente". E na publicidade, o termo é utilizado para pedir ao consumidor para comprar um produto.

Também pode ser utilizado num contexto de gratidão, desculpa ou explicação, da mesma forma que diríamos "obrigado" ou "desculpe" aos nossos interlocutores. No entanto, deve ser evitado durante uma entrevista de emprego, durante a qual deve utilizar termos e expressões muito mais elaborados, de forma a parecer profissional.

Utilize o nome e sobrenome quando se apresentar

Na maioria dos casos, durante uma conversa deve utilizar a fórmula formal de nome e sobrenome em japonês. Desta forma, garante que não comete erros e tem um gafe.

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Durante cada aula, seja uma aula online ou aula presencial, o professor vai fazer uma avaliação da sua capacidade de comunicação e ajudar o programa de ensino e a formação, se necessário. | Fonte: Pexels.com

Para os iniciantes que estão a ter aulas de japonês, saber como dizer o nome e sobrenome, em romaji, transcrição fonética ou alfabeto japonês, é uma das primeiras coisas que aprendem nas aulas dos cursos de japonês e algo que em que os professores dão enfâse.

Isto porque aqui também existem certas regras. Para os japoneses nativos, chamar alguém pelo seu primeiro nome implica ter uma grande familiaridade com a pessoa, reservada para grupos de parentes ou colegas íntimos. É por isso que, quando se apresenta a um japonês, deve começar pelo sobrenome, seguido do nome próprio. Começar pelo sobrenome na cultura japonesa demonstra respeito e distância.

Num ambiente amigável, por outro lado, não será considerado indelicado dar apenas o seu nome próprio. Existem várias variações para se apresentar. Tal como em português, podemos usar "o meu nome é", "chamo-me" ou ainda "eu sou". Na língua japonesa, o pronome "eu" ou "meu" é traduzido por "watashi".

Além disso, os japoneses utilizam quatro a cinco títulos honoríficos para se dirigirem a outras pessoas, mas nunca para se apresentar. São eles:

  • San;
  • Sama, em situações formais (cartas, e-mail para uma pessoa importante);
  • Kun, na relação empregador-empregado, com pessoas que se conhecem bem;
  • Chan, para crianças pequenas;
  • Sensei, para profissionais especializados como professores, advogados, médicos.

Depois de mencionar o sobrenome da pessoa, por exemplo, deve adicionar a expressão "san". Para os japoneses, é indelicado chamar alguém apenas pelo seu sobrenome, mesmo que não sejam falantes nativos. O equivalente mais próximo deste termo em português seria "senhor" ou "senhora".

Estas fórmulas para utilização do nome ou sobrenome diferem se o ambiente for informal ou formal. Terá que utilizar um ou ambos de acordo com a situação onde está inserido, sendo que num ambiente informal os alunos devem dizer o seu nome seguido de "déssu".

Se precisar de ajuda para melhorar a comunicação em japonês, na Superprof encontra dezenas de professores profissionais que o podem ajudar com a formação, de forma presencial ou online.

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Catarina

Eterna otimista, com um bichinho por viajar. Apaixonada por literatura e ficção. Metro e meio de pessoa, vivo pelo lema "Though she be but little, she is fierce". Trabalho atualmente como tradutora e redatora freelancer.