Todos sabemos a importância dos elementos geográficos do país. E a verdade é que Portugal, sendo uma região com muita história e um território com tanto a explorar de norte a sul do país, é um dos principais países da Europa onde se pode desenvolver o conhecimento sobre temperaturas e clima, a densidade da população, quais são os distritos com maior território, migração europeia, etc.

Mais do que ler e compreender um mapa, conhecer a densidade da população e a sua influência, permite conhecer as suas origens e os fatores que a influenciam. É precisamente por esse motivo que é uma das coisas que os estudantes aprendem no curso de geografia do ensino tradicional.

Precisamente por esse motivo, criamos este artigo com alguns dados sobre a nossa população, as suas origens genéticas, a densidade demográfica, a distribuição entre norte e sul de Portugal e mais informação importante sobre o assunto.

globo e papel
A educação em geografia permite aos estudantes aprender as temperaturas do clima de todas as regiões, a formação das ilhas da Madeira e do Açores e, claro, a densidade populacional. | Fonte: Pexels.com

Sabe quais são os rios principais de Portugal?

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História e origens da população portuguesa

Todos os dados recolhidos sobre a composição genética dos portugueses apontam para uma fraca diferenciação interna. A romanização, as invasões germânicas, o domínio islâmico mouro, a presença judaica e a escravatura tiveram um grande impacto na contribuição démica.

Aliás, é possível listar todos os povos mais importantes da história e passaram, e ficaram, por Portugal, desde as culturas pré-indo-europeias da Ibéria e os seus descendentes, os celtas (tal como os lusitanos), alguns fenícios e cartagineses, romanos, visigodos, vândalos, alanos, árabes, judeus sefarditas, africanos subsarianos e alguns fluxos menos maciços de migrantes europeus da Europa ocidental.

Todos estes processos deixaram a sua marca na população de Portugal, alguns de forma mais forte, outros só alguns vestígios. Mas a base genética da população homogénea do território português, tal como acontece com o resto da Península Ibérica, mantém-se a mesma nos últimos quarenta milénios.

No entanto, denota-se um aumento progressivo da imigração nas últimas décadas, com entrada de imigrantes provenientes dos PALOP, dos países de Leste e sul americanos, principalmente do Brasil, que se estabelecem principalmente nas grandes cidades portuguesas. A emigração permanente tem-se mantido em níveis baixos, desde a revolução do 25 de Abril e com a entrada de Portugal na União Europeia. Internamente, a migração é dominada pela atracão exercida pelas áreas metropolitanas de Lisboa e do Porto em relação ao resto do país.

barcos no mapa
A população de Portugal tem origens genéticas de povos de variados locais do mundo, que passaram ou habitaram o terreno continental a certa altura. | Fonte: Pexels.com

Sabe quais são os limites do território português?

Densidade demográfica e a distribuição populacional no curso geografia

Com uma população menor que a espanhola, a população portuguesa, incluindo as ilhas da Madeira e dos Açores, tem mais de 10 milhões de pessoas, com uma densidade populacional de 125 habitantes por km², muito maior do que o restante da península ibérica.

No entanto, está muito mal distribuída pelo território português. As regiões menos povoadas são o sul e as áreas de limite com Espanha. A região do Alentejo, quando comparada com os distritos de Lisboa, Porto, Viseu e Braga, é um vazio demográfico.

As principais diferenças da distribuição da população em Portugal são entre o sul e o norte e entre o interior e o litoral. O norte e o litoral têm densidades populacionais notavelmente maiores do que o resto do país. Estas diferenças acentuaram-se na década de 60, quando um êxodo rural reduziu as populações próximas à fronteira com a Espanha. Existem algumas ideias no interior onde já só habitam idosos.

As áreas de atração do interior são os núcleos industriais e turísticos: Lisboa, Porto, Setúbal, Aveiro, Braga. Faro e Algarve, este último geralmente como destino turístico.

Nos últimos anos, registou-se um aumento da população portuguesa mas com um crescimento natural (ou seja, natalidade menos a mortalidade) cada vez menor, o que leva a que Portugal se encontre envelhecido e não exista renovação de gerações. Por outro lado, a esperança média de vida também tem vindo a aumentar, tanto nos homens como nas mulheres, o que tem sido muito influente neste envelhecimento populacional.

O maior crescimento da população tem-se verificado nos distritos da costa, principalmente Setúbal, Porto, Aveiro e Braga, mas continua a diminuir nos distritos do interior. Os centros urbanos são os que registam maior densidade da população.

A capital e a maior cidade do país, tem cerca de 510 000 habitantes, e na região da grande Lisboa, são quase 2 milhões. A segunda maior cidade é o Porto, com o seu porto marítimo e cerca de 240 000 habitantes e 1 milhão e 300 mil no Grande Porto. Outra cidade proeminente na conjuntura portuguesa, com cerca de 300 000 habitantes, é Vila Nova de Gaia. Seguida de Setúbal, Faro, Évora, Leiria, Braga, Coimbra, Viseu e Aveiro, todos polos regionais importantes.

mapa de portugal
A geografia de Portugal continental e das ilhas é rica e complexa, com clima e temperaturas distintos, um relevo no mapa irregular e, claro, população diversificada. | Fonte: Pexels.com

Sabe quais são as características do clima e das temperaturas de Portugal?

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Línguas existentes em Portugal

Portugal tem três línguas oficiais: o português, comum a todas as regiões do país; a língua mirandesa, da região da Miranda do Douro, que possui entre 15 e 30 mil falantes; e a língua gestual portuguesa (LGP), língua materna da comunidade surda do país, usada por cerca de 30 mil pessoas. A língua gestual portuguesa foi oficializada em 1997 e tem cada vez mais utilizadores.

Além disso, em certas zonas também se utiliza o caló (um dialeto cigano-português), que tem pelo menos 5 mil falantes. Além destas línguas nativas, e do dialeto, também temos a presença de línguas e dialetos imigrantes (como árabe, gujarate, espanhol, inglês, francês, alemão, crioulo cabo-verdiano, chinês, ucraniano etc.).

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Religiões que influenciam o curso geografia

No que diz respeito à religião e segundo resultados dos Censos anteriores, os portugueses são 85% católicos. A proporção de ateus e pessoas sem religião, ou pelo menos que não se identificam com qualquer outra religião, é de 14,5%. E os restantes 0,5% da população são compostos por outras crenças.

No que diz respeito às minorias religiosas, existem cerca de 15 mil muçulmanos, sendo a grande maioria imigrantes vindos da Guiné, de Moçambique, Marrocos ou do Indostão e outros são portugueses convertidos. A maior concentração é nas regiões de Lisboa e Porto;

Também existem cerca de 5 mil hindus, quase todos em Lisboa. Adicionalmente, existem cerca de 1200 judeus, maioritariamente em Lisboa, Porto, Ponta Delgada, Belmonte e Faro. Os judeus são já uma presença antiga no país, que gradualmente rareou com os éditos reais de expulsão, mas que voltou a tomar fôlego em meados do século XIX, com a chegada de judeus de Marrocos.

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O ensino da geografia também passa pelos estudantes perceberem que existem diversas religiões e línguas em cada área regional de Portugal, e a sua educação reflete isso. | Fonte: Pexels.com

Sabe quais são as montanhas distribuídas pelo distritos portugueses?

História do censo demográfico em Portugal

O Recenseamento Geral da População de Portugal é um censo realizado, com algumas exceções ocasionais, a cada dez anos. Estas contagens periódicas começaram no reinado de D. Luís, e realizam-se nos anos acabados em 1 desde 1981. A entidade responsável pelos Censos é, desde a sua criação em 1935, o Instituto Nacional de Estatística (INE).

Em Portugal, as primeiras contagens populacionais recuam ao tempo de D. Afonso III e D. João I, onde se apuravam a quantidade de homens aptos para a guerra. A primeira contagem populacional de âmbito geral só seria feita apenas em 1527, no reinado de D. João III.

As primeiras contagens da população que se aproximam ao conceito moderno de recenseamento só apareceram no século XIX. A primeira ( conhecida como o Censo de 1801) foi feita com base em números fornecidos pelas autoridades eclesiásticas das paróquias. Isto é explicável pelo facto de que, em contraste com a debilidade da presença do Estado, a Igreja mantinha registos detalhados do percurso dos indivíduos (com batismos, casamentos e óbitos). Os dados recolhidos refletiam a organização eclesiástica da altura (dioceses, isentos e paróquias), tendo a Coroa solicitado a reordenação dos dados segundo as circunscrições administrativas de então (províncias, comarcas e concelhos).

Atualmente, os resultados deste recenseamento são usados para, por exemplo, o desenvolvimento de políticas públicas (desenvolvimento e ordenamento do território, etc.), a transferência de fundos do Orçamento de Estado para as autarquias locais e a atribuição proporcional de deputados à Assembleia da República a cada círculo eleitoral ( por distrito ou Região Autónoma).

Todos estes dados são algo que faz parte do plano de estudos dos alunos na disciplina de geografia. Por isso mesmo, também pode encontrar vários professores da Superprof versados nesta matéria e que o podem ajudar a estudá-la se tiver dúvidas. São dezenas de professores que podem auxiliar na aprendizagem de diversos temas do terreno português, independentemente da cidade onde vive ou quer ter as aulas. E para isso, basta fazer uma pesquisa na nossa plataforma!

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Catarina

Eterna otimista, com um bichinho por viajar. Apaixonada por literatura e ficção. Metro e meio de pessoa, vivo pelo lema "Though she be but little, she is fierce". Trabalho atualmente como tradutora e redatora freelancer.