Nem sempre é fácil atravessar o mar de disciplinas que, sobretudo a partir do 9º ano de escolaridade os estudantes têm de atravessar. Entre as muitas atividades da escola, os amigos, a relação com os pais e certos professores, muitas são a mil coisas à volta da mente dos jovens alunos. Por isso, é perfeitamente normal que muitos sintam necessidade de recorrer a uma ajuda extra, de modo a poderem melhorar o seu desempenho escolar e, noutros casos, superar-se e tirar mesmo notas de excelência.

Falamos, claro, das explicações, que podem ser muito úteis e fazer a diferença nalgumas disciplinas em que os alunos tenham manifestas dificuldades. Afinal, durante o tempo de uma explicação, o aluno tem a possibilidade de rever a matéria — funcionando como uma forma de estudo —, podendo, a qualquer momento, esclarecer dúvidas e questões com o explicador — o que permite que este consiga perceber o raciocínio do aluno e, eventualmente, identificar os erros e lacunas.

No tempo da explicação é também frequente resolverem-se fichas e modelos de testes e exames, de modo a preparar o aluno o melhor possível para aqueles que podem ser os enervantes momentos de avaliação, dotando-o da capacidade de não só resolver eficazmente as questões que lhe são colocadas, mas também ensinando-o a gerir os nervos e o stress que, nestas fases, se podem facilmente apoderar do aluno.

Este último tópico é particularmente relevante, sobretudo se tivermos em conta que um professor, na escola — e sobretudo numa turma grande, às vezes com mais de trinta alunos — não costuma ter tempo senão para explicar a matéria e tentar cumprir escrupulosamente o programa curricular.

Por isso, e tendo em conta que, numa explicação, o tempo não tem os condicionamentos do tempo de uma aula normal, considerando que, normalmente, as explicações são particulares ou em pequenos grupos e que o aluno está num ambiente em que se sente completamente à vontade — já que não está a ser avaliado —, as chances de conseguir realmente evoluir a uma determina disciplina são muitas.

Assim sendo, o explicador pode conseguir aquilo que, no contexto mais restrito e condicionado da sala de aula, o professor não conseguiu: fazer com que o aluno se apaixone verdadeiramente pela matéria que está a estudar e sobre a qual será avaliado.

Explicações Superprof

Mas onde encontrar, em qualquer cidade do país, explicações a qualquer disciplina, com os melhores professores e a preços acessíveis? Na Superprof! De facto, razões não faltam para recorrer às explicações Superprof e brilhar nos exames ou simplesmente conseguir ter uma melhor nota à disciplina que tanto nos atormenta.

Com uma simples pesquisa na nossa plataforma, os alunos encontrado numerosos perfis de professores das mas diversas áreas, prontos a dar aulas e explicações em diferentes horários, conforme convier ao aluno. Na página de cada explicador, os alunos também poderão consultar a sua formação académica e experiência profissional, o preço cobrado por hora — sendo que professores com mais experiência tendem a cobrar mais à hora — e até ler as avaliações de ex-alunos — para, assim, poderem fazer uma escolha ainda mais consciente.

É de ressalvar que para um apoio escolar com pedagogos de excelência... e a preços acessíveis, a Superprof é, sem dúvida, a plataforma ideal. Uma das vantagens das explicações Superprof é o facto de a primeira aula ser, quase sempre gratuita, permitindo a professor e aluno testar a dinâmica de ambos e, então, avançar para uma decisão final. As explicações poderão ser presenciais, isto é, em casa do aluno, ou via Skype — permitindo ao estudante aprender desde o conforto do seu lar. Além do mais, o estudante poderá escolher entre aulas de grupo (mais acessíveis) e aulas particulares (ligeiramente mis caras mas mais personalizadas e eficazes).

Estreitar a relação com as diferentes áreas do saber

Melhorar o desempenho escolar do aluno pode passar por entusiasmar-se com as diferentes áreas do saber. Mas como fazer os estudantes interessarem-se pelas várias disciplinas da escola? Em primeiro lugar, os jovens devem ter hábitos de leitura e habituar-se a ler diferentes géneros: poesia, dramaturgia, romances etc. Só assim os estudantes encararão com naturalidade os textos das aulas de português e saberão, por exemplo, interpretar adequadamente um texto e escrever até uma original composição.

 

Rapariga numa biblioteca
Gostar de ler é meio caminho andado para ter boa nota a português. | Fonte: Unsplash

Em segundo lugar, é importante que os alunos vejam documentários sobre literatura, história, ciência, vida selvagem e tantos outros temas. Isto porque os documentários são uma excelente forma de aprendermos mais sobre o mundo que nos rodeia. E se inicialmente os estudantes revelarem alguma resistência a esta ideia, com o tempo descobrirão programas genuinamente interessantes sobre tópicos que sejam do seu agrado.

Com o vasto leque de documentários que existem, os alunos poderão aprender mais sobre determinados momentos da história, sobre biologia, ciência, química, astronomia ou acerca das diferentes culturas e modos de vida dos vários povos. A nossa sugestão é que toda a família assista ao documentário, de modo a que o estudante veja que certas matérias são de interesse e pertinência geral, extravasando em muito o contexto da escola.

E quem sabe se um desses mesmos documentários não chama por uma (até então) oculta vocação do aluno. Por exemplo, que tal ver um documentário sobre a vida de uma determinada espécie? Decerto que as aulas de ciências sairão muito beneficiadas!

Vários pinguins
Assistir a documentários sobre a vida selvagem aumenta o interesse dos alunos por disciplinas como a biologia. | Fonte: Unsplash

No que toca à aprendizagem de línguas estrangeiras, como o francês ou o inglês, o truque é, mais uma vez, ler muito nessas línguas, consultar o dicionário e escrever textos (subordinados a diferentes temas) nessas mesmas línguas. Além disso, é também importante que o aluno assista a filmes e séries falados nessas línguas (ainda que com legendas em português), ouça músicas também nesses idiomas estrangeiros e, claro, que acompanhe a respetiva letra. Praticar muitos exercícios escritos e de áudio é também condição necessária para se ser um ás das línguas.

É também essencial ter um estudo diário, que passe pela revisão das regras gramaticais, dos verbos, das preposições e de vocabulário organizado por temas. Sugerimos também o uso de aplicações como o Duolingo que lembram o aluno de, diariamente, realizar uma dose de exercícios que lhe permita treinar a língua que está a aprender — afinal as línguas têm de se praticar todos os dias! — e a visualização de vídeos no Youtube que condensam explicaçoes sobre determinados aspetos da matéria.

Prateleiras em fundo vermelho com caixas com a bandeira americana e inglesa
Consultar o dicionário e ler muito em inglês é a receita para se ser bom aluno a esta disciplina. | Fonte: Unsplash

Tomar contacto com as grandes obras artísticas e os grandes vultos de áreas como a pintura, conhecendo os movimentos artísticos e os grandes génios de cada época (ler biografias de cada um deles pode ser um boa ideia para despertar a curiosidade) é também uma útil receita para tornar um estudante ainda mais curioso e interessado.

Assistir a espetáculos, ir a museus, ver exposições e filmes retratando um determinado momento histórico é também uma excelente forma de o aluno se familiarizar com a arte, e consequentemente, com determinadas matérias que — em disciplinas como história, por exemplo — são abordadas nas aulas.

Dicas para fomentar o interesse pela escola

Aliado a tudo isto, é também importante que os pais e encarregados de educação apliquem algumas dicas para que os seus filhos tenham gosto e entusiasmo em aprender. São elas:

  • falar sobre a importância de deter conhecimento e, nesse sentido, da escola e dos professores;
  • partilhar memórias da escola e/ou universidade com eles;
  • estabelecer objetivos concretos e realistas no que toca à melhoria numa determinada disciplina;
  • insistir na importância da realização dos trabalhos de casa e outras tarefas da escola;
  • garantir que o espaço onde estudam é organizado, bem iluminado e com poucas ou nenhumas distrações;
  • estabelecer horários na dinâmica familiar, dedicando, assim, um tempo ao estudo;
  • acompanhar o seu desempenho escolar, esclarecendo (caso possível) as dúvidas que surjam;
  • alertar para a importância da autonomia e do cumprimento de prazos, no que concerne à entrega de trabalhos de casa ou ao planeamento do estudo para testes e exames;
  • conversar sobre o dia de escola, percebendo, assim, quais as eventuais dificuldades pelas quais o aluno possa estar a passar;
  • ponderar bem o tipo de ensino que mais se adequa ao aluno: ensino público ou educação privada e a melhor explicação a qualquer disciplina na Superprof;
Rapaz a admirar um quadro
Visitar a exposição de um museu de Arte Antiga pode ser uma excelente forma de atrair atenções para disciplinas como arte e história. | Fonte: Unsplash

Como vê, fazer com que os alunos se entusiasmem pela escola e pelas disciplinas lecionadas não é tarefa impossível, mas requer persistência e alguma imaginação e acompanhamento do percurso escolar, da relação com os professores e até colegas. Daí ser também crucial que os encarregados de educação não faltem às reuniões da escola, onde podem ter uma atualização do desempenho do aluno às diferentes disciplinas, bem como do seu comportamento na sala de aula.

Em suma, com a aplicação dos nossos conselhos e dicas — e, claro, com a ajuda de algumas explicações Superprof às disciplinas mais problemáticas —, as notas na pauta subirão e, consequentemente, a perceção da escola, da parte do aluno, também melhorará significativamente.

Informe-se também sobre outras dicas para ajudar o desempenho escolar do aluno, de modo a poder proporcionar o melhor apoio escolar possível!

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Elsa

Trabalho na área da consultoria linguística e produção de texto há três anos e sou, actualmente, professora de português para estrangeiros. Dedico a maior parte do meu tempo livre à leitura e à escrita, tendo já publicado crónicas e poesia em revistas culturais e literárias.