Foi em 1996 que foram criados os exames nacionais e desde aí, todos os anos existe uma época que aterroriza alguns estudantes, a tão conhecida e receada época de exames nacionais, que permite o tão desejado acesso ao ensino superior. Mas, é apenas através dos exames nacionais que é possível ter sucesso nas candidaturas ao ensino superior.

Mas, é importante estarmos cientes que os exames nacionais não são um bicho de sete cabeças, por outro lado. Os exames nacionais dos últimos anos têm sido um pouco diferentes e era esperado que os resultados fossem inferiores aos anos anteriores. No entanto, aconteceu o contrário, sendo que apenas dois dos exames nacionais apresentaram um resultado pior, o de MACS (matemática aplicada às ciências sociais) e de geometria descritiva. Podemos por aqui concluir que o facto de o estudo ter sido feito online com ou sem professores particulares, pode ter dado uma motivação extra aos alunos para que a preparação para os exames nacionais tenha sido feita com ainda mais empenho pelos estudantes que desejam conseguir a tão desejada entrada no ensino superior.

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O que são os exames nacionais?

As provas de aferição e os exames nacionais, também conhecidos como provas de ingresso são um dos requisitos, de acordo com a legislação em vigor, para que os estudantes tenham acesso ao ensino superior. Estes servem para demonstrar que o aluno tem competência e capacidades para frequentar o ensino e os cursos ensino superior.

exames nacionais para acesso ao ensino superior
A preparação exames nacionais é importantíssima para conseguir ingressar no ensino superior. | Fonte: Pixabay

As provas de ingresso são realizadas através dos exames nacionais finais do ensino secundário e existem exames nacionais de todas as disciplinas existentes, sendo que cada instituição de ensino superior pode exigir apenas 2 provas de ingresso. Os exames nacionais de acesso ao ensino superior são:

  • exames nacionais português;
  • exames nacionais biologia e geologia;
  • exame matemática A;
  • exame nacional matemática B;
  • exames física e química;
  • exame MACS (matemática aplicada às ciências
  • sociais);
  • exames de geografia;
  • exames de economia;
  • exame nacional de filosofia;
  • exame de desenho;
  • exame historia A;
  • exames nacionais historia e cultura das artes;
  • exames nacionais inglês;
  • exames nacionais geometria descritiva;

Poderão eventualmente existir instituições de ensino superior que possam pedir outros exames nacionais além destes, mas, por regra geral, estes são os mais requisitados pelas universidades, para os alunos possam ingressar nos cursos superiores.

Embora para aceder ao ensino superior possam ser pedidas apenas 2 provas de ingresso ou seja, 2 exames nacionais obrigatórios, os estudantes dos cursos Científico-Humanísticos são obrigados a fazer quatro exames nacionais, são eles: no 11º ano, às duas disciplinas bienais que sejam complemento da sua formação específica, (podendo ser o exame de historia A ou o exame de filosofia) e depois, no 12º ano, o exame nacional de português e à disciplina trienal (que poderá ser o exame de inglês, por exemplo).

aluna a estudar
Todos os estudantes têm que fazer mais do que um exame, sendo que a maioria faz quatro. | Fonte: Pexels

Os exames exatos a completar dependerão sempre do curso exato que o aluno estiver a frequentar.

Datas das fases dos exames nacionais

Antes da época de exames é feito um calendário com os dias específicos para cada uma das provas que vão ser realizadas pelos alunos nesse ano.

É designado um dia para cada um dos exames, ao longo de um período de mais ou menos duas semanas, dependendo do número de exames a realizar esse ano, tanto na primeira fase como na segunda. É tomada especial atenção para que os estudantes de cada curso não tenham os seus exames no mesmo dia e, se possível, haja algum distanciamento entre eles. Na eventualidade de isso acontecer, ou de um aluno ter dois exames à mesma hora (no caso de um exame autoproposto ou da repetição de um exame de ano anterior), o aluno poderá realizar essa prova na segunda fase.

A primeira fase ocorre normalmente entre a última semana de junho as primeiras semanas de julho. A segunda fase, por outro lado, ocorre entre o meio e final de agosto. Convém mencionar que os estudantes que pretendem realizar provas e exames durante a segunda fase devem proceder à sua inscrição e estes exames só podem ser utilizados como provas de ingresso na candidatura à segunda fase dos concursos para o ensino superior.

Lembramos ainda que em qualquer uma das fases é estritamente proibido o uso de telemóveis, smartphones, computadores ou tablets, aparelhos de vídeo e audição, smartwatches ou relógios de controlo remoto e ainda corretor. Não é permitida a consulta de dicionário, nem mesmo nos exames de línguas estrangeiras. E só é considerada correta a grafia que seguir o acordo ortográfico de 1990.

exame na mesa
O calendário de exames é disponibilizado todos os anos com antecedência, para que os estudantes se possam preparar adequadamente. | Fonte: Pexels

Só é possível usar esferográfica azul ou preta. No caso da matemática, por exemplo, o uso de lápis só é permitido nas construções que envolvam a utilização de material de desenho, devendo o resultado final ser passado a tinta. A calculadora, nos exames que a permitem, deve fazer parte das calculadoras permitidas e é permitido ter uma garrafa de água.

Critérios de correção das provas

Os critérios de classificação dos exames são a forma de os examinadores classificarem as capacidades demonstradas pelo aluno durante a prova. É com eles que se torna possível determinar quantos pontos vale a resposta do aluno a cada uma das questões do enunciado. No final, esses valores são somados para chegar à nota final do exame, entre 0 e 20 valores.

Estes critérios permitem estabelecer quais são as informações necessárias que cada aluno deve incluir na resposta às questões e como pontuar quando existem informações ou detalhes em falta no enunciado. No caso dos exames de línguas estrangeiras, uma vez que existe uma prova para a componente escrita e uma prova para a componente oral, são criados dois conjuntos de critérios de classificação distintos para cada componente.

Ainda que existam alguns critérios que são específicos da cada prova, certas competências estão presentes em todos os exames. É dessas que deve ter noção antes de fazer o exame, para garantir que obtém o maior número de pontos possível em cada questão.

Nas questões de escolha múltipla ou sobre um facto consumado apenas têm cotação as respostas corretas, não existindo classificações intermédias. Mas nas perguntas com componente escrita, avalia-se não só o conhecimento da matéria mas também a capacidade dos estudantes exporem o seu ponto de vista de forma coerente e coesa. Se mantêm uma boa estrutura de texto, são capazes de articular as ideias de forma coerente e utilizam mecanismos de coesão textual, em parágrafos definidos e bem organizados.

estudante a fazer exame
Os exames são avaliados de forma rigorosa, mas isso não quer dizer que deva encarar o processo de estudo e a possibilidade de sucesso de forma negativa. | Fonte: Pexels

Isto é particularmente importante porque quer dizer que, mesmo que inclua toda a informação que é requerida na pergunta de forma correta, sem incluir informações errada, se existirem erros ortográficos ou de construção frásica vai ser atribuída uma pontuação inferior à que seria se não existissem erros de português. Como tal, deve ter atenção redobrada ao responder!

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IAVE exames - conseguir acesso ao ensino superior

O IAVE exames nacionais é o Instituto de Avaliação Educativa I.P. Este é o organismo que se responsabiliza pela avaliação externa em Portugal. Ou seja, é a instituição responsável pela elaboração dos exames nacionais e também disponibiliza ferramentas para que os alunos possam fazer a preparação exames nacionais. Esta instituição promove a melhoria do sistema educativo seja no ensino superior ou secundário e contribui para a qualidade, eficácia e eficiência. Promove também a inovação e modernização, assim como a formação de professores. O seu lema é avaliar para aprender.

Ao pesquisar "IAVE exames nacionais", terá acesso a uma lista com os exames nacionais do ano corrente, incluindo os enunciados das provas, os critérios de classificação e também preparação para os exames nacionais, assim como o arquivo dos exames nacionais de todos os anos anteriores.

Como calcular a nota final da disciplina e as médias?

Depois de completar cada exame e saber qual foi o resultado que conseguiu, pode finalmente calcular a nota final que vai ter à disciplina. O cálculo não é complicado, mas para muitos estudantes é uma verdadeira dor de cabeça. Na verdade, não podia ser mais simples.

Para calcular o valor final, basta fazer a média da classificação interna final da disciplina e da classificação que teve no exame nacional, com a formula 0,7 x CIF + 0,3 x CE.

Ou seja, tem que fazer a média aritmética das classificações internas (CI) dos vários anos para obter a classificação interna final (CIF) e depois fazer uma média arredondada às unidades, entre este valor e a classificação do exame (CE), também arredondada às unidades, com um peso de 70% à CIF e um peso de 30% à CE.

Vejamos um exemplo. Se a classificação interna do 10º ano forem 15 valores e a do 11º ano de 16 valores, a CIF é igual a (15+16)/2, que são 16 valores. Se tiver 15 valores de nota do exame, a classificação final da disciplina (CFD) é igual a (0,7x16) + (0,3x15), que são 16 valores. No entanto, deve ter em conta que esta fórmula só se aplica ao estudantes que são obrigados a fazer o exame nacional. Para os que são autopropostos, a classificação final da disciplina é automaticamente a classificação do exame.

A média do ensino secundário (MES) é o conjunto matemático arredondado às unidades da CFD de todas as disciplinas que integram o plano de estudos, ou seja, o valor somado da classificação de todas, divido pelo número das mesmas (8).

Para chegar à nota de candidatura de acesso ao ensino superior tem que verificar qual é a ponderação que cada instituição dá a cada uma das duas componentes, no curso que pretende seguir. A MES poderá valer entre 50% e 65% e as provas de ingresso podem valer entre 50% e 35%.

Para este efeito, as classificações dos exames nacionais do ensino secundário que vai utilizar como provas de ingresso (PI), são utilizadas sem arredondamentos, como aparecem na pauta das notas.

O que é a Ficha ENES - essencial para entrar no ensino superior

Todos os estudantes de ensino secundário que pretendam acesso ao ensino superior, já ouviram de certeza falar da ficha ENES. Mas, por vezes as dúvidas sobre o que é, como a obter e para que serve podem não ser bem explicadas, ficando os estudantes apenas a saber que é essencial para que possam fazer os exames nacionais.

Esta ficha nada mais é do que uma espécie de currículo do aluno ao longo do seu percurso pelo ensino secundário. Nela estão presentes os resultados dos exames nacionais e as notas e médias finais de cada disciplina, e sem esta ficha não é possível fazer a candidatura à universidade que quiser. É um documento com validade de um ano, valendo para os exames da segunda fase e também para a terceira fase de exames nacionais. Se o aluno pretender fazer uma nova candidatura no ano seguinte, deverá fazer o pedido de uma nova ficha, que tenha o mesmo ano que as datas dos exames nacionais.

Este documento pode ser enviado aos alunos do ensino secundário antes de estes se candidatarem ao ensino superior, por carta, email, ou pode ser levantado na secretaria das suas escolas.

O último ano do ensino secundário pode ser para muitos alunos bastante stressante, ainda mais do que os anos que passam nos cursos superiores no ensino superior. Isto acontece porque é muita a pressão sobre eles. Devem:

  • Ter boas notas e classificações ao longo do ensino secundário (devem para isto também saber como calcular a MES);
  • Fazer a devida preparação para os exames nacionais;
  • Ter bons resultados nos exames nacionais;
  • Conseguir aceder ao ensino superior (poderá pesquisar no site da DGES);
  • E finalmente completar um dos cursos superiores em que entrou com sucesso.
Estudar para os exames nacionais
Receber a documentação necessária para acesso ao ensino superior pode ser um fator de stress em muitos estudantes, mas não mais do que a época dos exames nacionais. | Fonte: Pixabay

É verdade que a vida de estudante não é fácil e são muitos os que vivem um verdadeiro pesadelo com o término do 12º ano e o início da época de exames nacionais, a candidatura às faculdades e todo o estudo que precisam de fazer em tão pouco tempo.

Mas, uma boa e ideal forma de evitar tudo isto é em vez de estar os 3 anos no ensino secundário a fazer apenas o mínimo e deixar as preocupações com os exames nacionais para o final, começar logo no 10º ano a estudar e a preparar-se para os exames nacionais de português, por exemplo, pela importância que as matérias podem ter em todos os exames.

Português é uma disciplina que acompanha os estudantes ao longo dos 3 anos e é um dos exames nacionais obrigatórios e a matéria que sai engloba sempre matéria dada ao longo dos 3 anos do ensino secundário. Por isso, dominar as aulas de português logo a partir do 10º ano pode ser uma boa técnica para evitar todo o stress de estudar as obras à pressão e "em cima do joelho".

Sabemos que as obras e as poesias que são dadas no ensino secundário são complexas e devem ser estudadas na sua íntegra para não haverem dúvidas nos exames nacionais, evitando deixar esse estudo para o final porque o que irá acontecer será o aluno recorrer a resumos dos livros e das obras online e aí, é provável que os exames nacionais não corram como esperado, sendo os resultados dos exames nacionais negativos e pode ainda colocar em causa o seu acesso ao ensino superior.

Para que serve um exame nacional?

Os exames nacionais fazem parte da vida de todos os estudantes do ensino secundário, assim como as provas de aferição fazem parte dos alunos do ensino básico. É impossível fugir aos exames nacionais, a menos que se desista da ideia de entrar no ensino superior.

Os exames nacionais servem para comprovar que o aluno em questão tem aptidão para frequentar uma determinada instituição de ensino superior, apenas isso. Mas, com o passar dos anos, os estudantes esquecem-se um pouco e complicam demasiado, dando uma importância surreal aos exames nacionais quando estes são a ponte para o que os irá preparar para a vida futura.

Estudar e preparação exames nacionais
Uma boa preparação atempada para os exames nacionais pode ser a sua maior aliada para conseguir entrar na universidade que quiser. | Fonte: Pexels

Os exame nacionais são importantíssimos, não estamos a dizer o contrário. Estamos apenas a explicar que se o aluno tem essa competência, se chegou ao final do ensino secundário com uma boa média, se estudar e se empenhar, os exames nacionais irão correr bem. O mesmo não podemos dizer caso não haja estudo, trabalho e preparação exames nacionais. No entanto, se nesse ano específico no acesso ao ensino superior a média para entrar num determinado curso for superior à dos anos anteriores e o aluno não consiga uma vaga, poderá sempre tentar candidatar-se a outras fases de candidatura ou tentar no ano seguinte e dedicar esse ano a estudar ainda mais e repetir os exames nacionais para garantir que não deixa escapar a oportunidade de entrar no ensino superior e fazer o curso dos seus sonhos.

Fazer a preparação para os exames nacionais

A preparação exames nacionais é um dos momentos mais importantes da vida de um estudante. Muitos sentem que é aqui que será definido o seu futuro e muitas vezes, têm razão. Embora seja possível ter sucesso na vida sem ter completado nenhum dos cursos superiores e sem ter um diploma, a futura vida profissional dos estudantes pode ser bastante complicada pois não tendo uma área específica, estarão sujeitos a trabalhar em qualquer área.

Para se prepararem devidamente para os exames nacionais, conseguirem ter sucesso na candidatura aos cursos superiores e no futuro, terem oportunidade de uma boa vida profissional, os alunos e estudantes do ensino secundário devem estudar muito e dedicarem-se bastante às matérias que sabem que podem sair no exame.

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Ter boas notas nos exames nacionais com ajuda de um professor Superprof pode guiar o aluno ao sucesso depois de terminar a vida académica. | Fonte: Pixabay

Este estudo para os exames nacionais pode ser um pouco complicado se for feito sozinho, pois ao longo dos três anos do ensino secundário podem ir surgindo pequenas dúvidas que não têm a devida atenção e quando chegar o momento de juntar a matéria toda e estudar, os sentimentos de incapacidade começam a aparecer. Para evitar que isto aconteça, o estudo deve ser acompanhado com outros colegas do mesmo ano ou então por um professor particular.

Ter sucesso nos exames nacionais é crucial por isso não se devem poupar esforços recorrendo a todas as ferramentas possíveis! A Superprof é uma plataforma online onde os estudantes podem encontrar os professores certos para poderem ter explicações para exames nacionais, estudarem tudo o que vai sair e quando chegar a hora de entrar na sala de exames, em vez de ter o coração a saltar e um nervosismo que faz com que os lápis caiam ao chão, o estudante consiga estar relaxado e confiante que a sua entrada no ensino superior está garantido.

Por isso, se tem dificuldades no estudo para os exames do secundário ou se simplesmente precisa de ajuda para consolidar os conceitos daquela matéria que não quer entrar, faça uma pesquisa na Superprof e encontre o professor que o pode auxiliar. Garantimos que se vai sentir muito melhor preparado!

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Cláudia

Sou uma pessoa dedicada e empenhada a 100% a todos os projetos, quer sejam eles de carácter mais pessoal quer sejam a nível profissional. Sou licenciada em Assessoria e Tradução de todo o tipo de matérias e para além disso sou especializada na língua inglesa e alemã. Tenho uma grande paixão pela leitura e escrita. Sou muito curiosa e aberta ao conhecimento o que me faz querer saber, aprender e partilhar mais sobre, na verdade, tudo um pouco.