O exame de inglês, e os respetivos critérios de classificação, testam o conhecimento de cada aluno de audição e compreensão de conteúdo, criação de textos, da componente gramatical e a sua capacidade de expressão com a prova oral.

No entanto, e ainda que haja um número considerável de alunos que realiza a prova de língua inglesa, juntamente com português, matemática, história, espanhol e outras disciplinas, a maioria deles não sabe bem o que esperar dos exames, da estrutura de cada fase e que capacidades são avaliadas nos critérios.

A verdade é que os exames nacionais nem sempre tiverem o aspeto das provas que conhecemos hoje em dia, nem eram criados pela mesma entidade. E mesmo mantendo-se estruturados da mesma maneira há alguns anos, ainda são um mistério para vários estudantes que vão realizar um exame nacional pela primeira vez.

Como parte da preparação que tem nas explicações deve incluir estar consciente daquilo que o espera no enunciado e na Superprof queremos que tenha todo o sucesso possível, criamos este artigo com a informação mais importante sobre a história do exame de inglês, quem o pode realizar e quais são as metas curriculares testadas no seu enunciado.

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O enunciado da 1ª ou 2ª fase dos exames nacionais de língua inglesa, testa os conhecimentos da língua que cada aluno reteve durante a sua educação até ao ensino secundário. | Fonte: Unsplash.com

Saiba todas as informações necessárias para realizar o exame de língua inglesa.

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História do exame nacional de inglês como prova de ingresso no ensino superior

Os exames nacionais do ensino secundário, que também são chamados provas de ingresso, são um dos requisitos para o acesso dos alunos ao ensino superior. Foram criados e implementados em 1996, no formato que conhecemos hoje em dia, e servem para demonstrar que o aluno tem capacidades e competências para continuar a frequentar o ensino e continuar a sua formação com os cursos do ensino superior. Existem exames nacionais de todas as disciplinas existentes, como é o caso da disciplina de inglês.

No acesso ao ensino superior normalmente são pedidas no máximo duas provas de ingresso, ou seja, dois exames nacionais. No entanto, os estudantes dos cursos Científico-Humanísticos são obrigados a fazer quatro exames nacionais, dois no 11º ano e dois no 12º ano. No 11º ano, têm que fazer exame das duas disciplinas bienais que sejam complemento da sua formação específica, como o inglês ou o espanhol e no 12º ano, o exame nacional de português e de outra disciplina. Isso vai depender do curso específico que o aluno frequentar.

Desde o seu início em 1997 até 2020, raros foram os anos onde não existiram alunos inscritos para o exame nacional de inglês e este não se realizou.

O instituto responsável pela avaliação do ensino secundário e superior em Portugal, ou seja, pela elaboração dos exames nacionais e dos seus respetivos critérios de classificação é o IAVE (Instituto de Avaliação Educativa), em parceria com o Ministério da Educação. Além do seu papel na elaboração de cada fase dos exames do ensino secundário, este instituto também fornece ferramentas para auxiliar os estudantes na sua preparação para cada prova. Acedendo à sua plataforma, tem acesso a um arquivo de todas as fases das provas e exames nacionais das diversas disciplinas desde o seu início em 1997, com todos os seus enunciados e critérios de classificação.

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O formato dos exames nacionais que conhecemos hoje só foi introduzido em 1997, quando começaram também a ser provas de ingresso para o acesso ao ensino superior. | Fonte: Unsplash.com

Saber todos estes detalhes é um passo importante para se preparar corretamente para os exames de língua inglesa.

Quem são os alunos que realizam o exame nacional de inglês?

A pergunta "quem faz o exame nacional de inglês?" pode parecer um pouco ridícula. Afinal de contas, regra geral, quando se questiona quais são os estudantes que realizam um exame nacional, a resposta é quase sempre "todos". Todos os alunos do ensino secundário que têm a disciplina de português realizam exame nacional de português, tal como acontece com matemática A, história A ou biologia.

Não seria o mesmo caso com o inglês? Na verdade, não. E não é caso único. Das 8 disciplinas que os estudantes têm em cada ano do ensino secundário, apenas duas têm exame nacional obrigatório. E isso nem sempre acontece com o inglês. Então, quem é que tem ou pode fazer exame nacional de língua inglesa?

Fazem a prova de língua inglesa os estudantes que não obtiveram aprovação na avaliação interna da disciplina, ou seja, os estudantes que não tiveram nota positiva no decorrer do ano. Esses estudantes tem obrigatoriamente que realizar o exame e ter nota positiva nele para que possam concluir a disciplina com sucesso.

Além disso, um estudante que queira fazer melhoria da nota também se pode auto-propor para fazer o exame e, assim, tentar aumentar os valores que tinha recebido na prova anterior. Vários estudantes escolhem esta opção numa tentativa de aumentar a sua média do ensino secundário para terem melhores hipóteses no acesso ao ensino superior. Nestes casos, o resultado conta apenas como classificação de prova de ingresso ao ensino superior.

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Devido aos critérios de classificação rigorosos das provas, nem todos os estudantes que fazem a prova conseguem passar na primeira fase, continuar a sua educação e seguir formação no ensino superior. | Fonte: Unsplash.com

Pode perceber como os examinadores avaliam cada enunciada ao consultar os critérios de classificação das provas de língua inglesa de anos anteriores do ensino secundário.

Metas da disciplina de inglês do 11º ano que são testadas no exame

Gostávamos muito de poder dizer concretamente aquilo que pode esperar encontrar no exame e que matérias serão testadas. No entanto, nunca seremos capazes determinar exatamente o conteúdo específico. Mas, isso não quer dizer, que não seja possível perceber quais são as capacidades testadas na prova de língua inglesa.

Para isso, basta analisar as metas curriculares da disciplina de inglês do 11º ano e perceber quais são as competências que são incutidas aos alunos durante o decorrer deste ano e que serão testadas posteriormente no exame. Estas são as que deve garantir que revê durante o estudo ou nas explicações (se as tiver).

O principal objetivo de aprendizagem de uma língua estrangeira é o alargamento das capacidades de comunicação e de interação com os outros. Esta capacidade permite estimular o raciocínio lógico, o pensamento crítico e a resolução de problemas, conhecimentos que são indispensáveis durante toda a educação e formação posterior do aluno.

Neste ano trabalha-se para que o aluno seja capaz de compreender diferentes tipos de discurso e argumentar dentro das temáticas estudadas, com o uso da sua experiência e de conhecimentos que adquiriu nas outras disciplinas. Que consiga interpretar atitudes, pontos de vista e intenções dos autores ou interlocutores, e captar a informação implícita e explícita nos diferentes tipos de texto, sejam eles orais ou escritos. Para isso, deve ser capaz de ler, compreender e identificar os diferentes tipos de texto, bem como as ideias nele presente.

Também se trabalha a sua capacidade de interagir com eficácia, defendendo os seus pontos de vista e interagindo de forma correta em discussões. Aqui, é importante que o aluno compreenda a mensagem que está a ser passada, mas também que exprima de forma clara as suas opiniões. Esta capacidade não deve ser apenas oral, mas também escrita, permitindo que o aluno consiga elaborar textos variados e bem estruturados, mantendo a utilização da língua inglesa no registo apropriado, com o vocabulário necessário.

Como se pode verificar, acima de tudo trabalha-se a inteligência e a maturidade emocional, bem como o pensamento crítico e a argumentação dos estudantes numa língua que não a sua. Denota-se uma intenção clara de formar pessoas, pensadores críticos, e não de aumentar conhecimentos desnecessários.

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Um componente muito importante na educação dos estudantes no ensino secundário é o desenvolvimento do pensamento crítico e isso reflete-se nos critérios de classificação da prova. | Fonte: Unsplash.com

Com isto não queremos dizer que não haja um componente gramatical ensinada aos estudantes ou que esta não seja importante. Nada disso, até porque essa componente é essencial para que os alunos se possam expressar de forma correta. No entanto, com estudantes que terminam o ensino secundário, pensam já no acesso ao ensino superior e são quase adultos, é mais importante prepará-los para a próxima fase da sua formação. Por isso não é de estranhar que essa intenção se reflita também nas metas da disciplina de inglês.

Acima de tudo, o papel desta disciplina e de todas as outras é preparar os estudantes para o que se segue a melhor forma possível.

Se durante o decorrer do ano letivo ou enquanto estuda para a prova de ingresso sentir que necessita de alguma ajuda, porque não ter explicações com um professor particular? Na Superprof encontra professores particulares para explicações que além de terem formação extensa em português, matemática, história e ciências, também lhe podem dar explicações de língua inglesa. Podem ajudá-lo a criar um plano de estudo personalizado, a analisar um enunciado e os seus critérios de classificação, enquanto esclarecem todas as dúvidas.

Nas explicações com um professor particular, vai poder focar-se na componente da prova em que sente mais dificuldades e ter alguém que lhe propões vários exercícios e formas de a compreender, para que possa ter a pontuação máxima dos critérios. Como já mencionamos, este apoio personalizado é uma grande mais valia em qualquer disciplina como português, matemática ou história, mas é ainda mais importante no caso de outras línguas que não a nossa língua materna, como o espanhol e o inglês.

Isto porque o professor particular poderá também aproveitar as explicações para treinar a sua pronúncia e praticar o discurso para a prova oral. Por isso, estas explicações são a melhor forma de estudar toda a matéria avaliada nos critérios dos exames, testar um enunciado criado especialmente para as suas dificuldades e garantir o acesso e ingresso no ensino superior logo na primeira fase dos exames e sem ter sequer que pensar na segunda fase.

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Catarina

Eterna otimista, com um bichinho por viajar. Apaixonada por literatura e ficção. Metro e meio de pessoa, vivo pelo lema "Though she be but little, she is fierce". Trabalho atualmente como tradutora e redatora freelancer.