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Músicos que todo amante do violino deve conhecer

De Ricardo, publicado dia 01/10/2019 Blog > Música > Violino > Quem é o maior violinista de todos os tempos?

Beethoven, Brahms, Haendel, Schubert, Mozart, Chopin, Berlioz… É fácil nomear grandes compositores!

Mas fica um pouco mais complicado quando você precisa listar os nomes dos grandes violinistas.

Seja Maestro, solista ou compositor, muitos virtuosos provaram-se muito talentosos ao longo da evolução da música.

Passando pelas tendências românticas, barrocas e clássicas, aqui está um apanhado com alguns dos maiores violinistas da história da música. Isso é muito relevante para você saber tudo sobre a trajetória do violino!

Como ser um grande violinista? A palavra violino provém do latim vitula, que significa “instrumento de cordas” e o registro mais antigo desse instrumento provém da cidade de Füssen, na Alemanha.

Breve história do violino

Ao escutarmos uma música, as melodias de um violino são facilmente percebidas dentre as demais. A maestria do violino, ao reger composições, apresenta sempre um toque artístico, poético, clássico e dramático, despertando diferentes emoções em quem ouve os seus arranjos.

A palavra violino provém do latim vitula, que significa “instrumento de cordas”. Durante toda a sua história, o violino que hoje conhecemos vem atravessando muitas adaptações. Embora não existam registros históricos que datem com exatidão a sua origem, o violino herdou sua essência lírica de seus instrumentos parentes originários, como a Rabeca do Oriente Médio, o Fiddle renascentista e a Lira da Braccio.

Em outras palavras, a origem do violino, portanto, é imprecisa devido a vários processos de produção e desenvolvimento que se alastraram a partir do século XVI entre os fabricantes artesãos. Seu registro mais antigo provém da cidade de Füssen, na Alemanha, quado o luthier (o artesão que fabrica o instrumento) Gasparo Duiffopruggar elaborou as primeiras adaptações e a junção de características de outros instrumentos anteriores, alterando seu design e o aproximando ao violino que hoje conhecemos. Contudo, foi na Itália que a produção de violino ganhou notoriedade.

Ao norte da Itália, a cidade de Cremona foi berço de muitas famílias tradicionais de luthiers, como os Amati, Guarneri e Stradivari.

Que tal um curso de violino para iniciante?

A província de Cremona, na região da Lombardia, ao norte da Itália, sediou muitas famílias tradicionais de luthiers, como os Amati, Guarneri e Stradivari.

Durante vários séculos essas famílias foram as responsáveis pela fabricação dos melhores violinos criados até então. Elas transferiam conhecimentos e técnicas de geração em geração, preservando a identidade original dos processos de manufatura do violino que cada família priorizava. A cidade de Cremona é reconhecida até hoje pelo marcante legado deixado pelas famílias de luthiers que lá residiram, tão bem como seus violinos.

O museo do Palazzo Communale, na cidade, oferece exibições musicais com violinos de mais de 400 anos e abriga os místicos registros dos grandes luthiers, como Nicolo Amati, Andrea Guarneri, Giambattista Rogeri, Francisco Ruggieri, Paolo Grancino e Antonio Stradivari. Hoje, os violinos desses renomados luthiers alcançam valores inestimáveis, extratosféricos, justamente por trazerem toda essa exímia qualidade, além da inegável bagagem histórica, cultural e artística.

Arcabouço de muitas variações sonoras, o violino oferece em sua interpretação de composições algo de subjetivo que captura o ouvinte, emocionando-o de diversas formas. O som emitido por cada violino é único, fazendo desse instrumento uma verdadeira obra-prima de identidade, dispensando comparações.

Tal fato demonstra a surpreendente habilidade dos luthiers, atentos a cada detalhe, utilizando diferentes técnicas de construção, elaboração e montagem dos instrumentos. O resultado encompassa diversos processos de produção que trazem em si mesmos a síntese da originalidade de cada luthier, tornando o violino um instrumento excepcional.

Antonio Stradivari, o mago dos violinos, em seu atelier na cidade italiana de Cremona.

Antonio Stradivari: um dos mais notáveis luthiers de toda a história

Entre os diversos processos de produção de violino, uma das contribuições mais surpreendentes vem de Antonio Stradivari (Cremona, 1644— Cremona, 1737). Este artista foi responsável pela fabricação de mais de mil instrumentos, entre eles, os lendários violinos Stradivarius: inigualáveis por sua excelência em qualidade sonora, cercada de mistérios até os dias de hoje.

Cerca de 350 anos após a morte de Stradivari, nenhum outro luthier até o momento foi capaz de elaborar e produzir um violino que alcance a qualidade dos violinos Stradivarius. Seu som cristalino, que atinge notas em frequências inalcançáveis pelos demais violinos, deixa um mistério que intriga os amantes da arte.

Sua originalidade e sutileza são estudados com afinco até hoje. Muitos estudiosos e luthiers se debruçam à procura de uma razão que explique a essência mágica e surpreendente que emana dos arranjos musicais de um Stradivarius. As significativas contribuições de Antonio Stradivari, portanto, sem dúvida continuarão a inspirar, surpreender, deleitar e influenciar muitos luthiers e estudantes de violino, ecoando pela eternidade no mundo da música.

Os violinos mais notáveis já fabricados são os italianos, sobretudo os da cidade de Cremona, ao norte do país.

Violinos de primeira classe

Os violinos das famílias italianas de luthiers, os Guarneri, Amati e Stradivarius são considerados os mais notáveis já fabricados, sendo esta última a mais notória e lendária de todas. Como já dissemos, os violinos Stradivarius foram construídos em número relativamente grande, cerca de mil, dos quais 650 existem ainda hoje.

O violino mais famoso, chamado de Messias, é considerado por muitos estudiosos como o melhor violino de toda a história e nunca foi vendido por Antonio Stradivari. Atualmente, pode ser encontrado no Ashmoleam Museum, no salão de música Hill, em Oxford, Inglaterra.

Acredita-se que uma das razões da fama e do reconhecimento dos Stradivarius deve-se ao fato de terem sido fabricados utilizando a proporção áurea, que é uma lei universal de crescimento presente inúmeras vezes na natureza e até no ser humano.

Outras razões de tamanha notoriedade podem ser encontradas no acabamento e na qualidade sem par da madeira usada. Um dos mais recentes leilões de um violino Stradivarius alcançou mais de R$3,5 milhões.

O violino foi amplamente empregado em toda a história, após o século XVI, e vários músicos e compositores de qualidade fizeram uso dos recursos surpreendentes deste instumento. Niccolo Paganini, como veremos, revolucionou as técnicas da época, através de sua desenvoltura e gênio, explorando significativamente as possibilidades oferecidas pelo instrumento.

O estudo do violino fica mais fácil com a presença de um professor experiente que oriente o progresso do aluno, de acordo com suas metas e objetivos.

Como iniciar o estudo do violino

Além da vontade e determinação, iniciar seus estudos em violino pode ser mais fácil do que parece, desde que você pesquise de antemão todos os seguintes passos básicos.

Adquira o equipamento

Pense a aquisição de um violino e o equipamento que o cerca como um investimento. Portanto, a escolha do instrumento certo para você, diante de seus obejtivos, deve ser muito bem planejada!

Como todo investimento, essa compra pode trazer riscos. Caso adquira um violino muito barato, ele pode correr o risco de ser um instrumento descartável, isto é, que possa quebrar rápido, dando todo tipo de problema. Lembre que muitas vezes os custos de reparo são mais onerosos que o do próprio instrumento.

Por outro lado, caso adquira um violino com preço elevado, existe o risco de que você desista no meio do caminho e terá a dor de cabeça de ter que passar para frente o instrumento, de preferência sem perda de valor, o que é pouco comum.

O equipamento

O equipamento básico constitui-se de: o violino (instrumento em si), arco de violino, estojo (case), breu para o arco, espaleira (descanso para ombro), estante de partituras, métodos e partituras.

No estudo deste instrumento é essencial que se crie um ambiente estimulante, que seja confortável ao aluno e bem iluminado. Um local que possa ser um refúgio onde você se concentre e se dedique apenas aos seus estudos.

Estude em pé na maior parte do tempo e, caso deseje se sentar, providencie uma cadeira confortável, sem braços, e sem rodinhas, ou que as mesmas estejam travadas. Praticar e estudar violino dessa forma será prazeroso!

Aprenda cuidados básicos com o violino e arco

Agora que você já se certificou de todos os itens para iniciar, o passo seguinte é estar ciente dos cuidados necessários com o instrumento e seu arco, pois são itens que podem ser facilmente danificados. Além disso, conhecer cada peça do violino e os cuidados com cada uma garante maior longevidade ao mesmo.

No entanto, tome muito cuidado! Violino e arco são instrumentos frágeis. Evite bater, pegar com as mãos sujas, encostar ou sujas as crinas do arco. Não faça movimentos bruscos e mantenha tudo bem limpo. Guarde sempre seu violino no estojo quando não for estudar, nunca o deixe “tomando ar” por aí. A exposição à umidade pode causar descolagens, deformações, perda de som e até mesmo fungos.

Contar com um bom professor de violino faz toda a diferença! Fonte: Academia Compasso Musical – Divulgação.

Procure por um bom professor

Primeiro ponto a ser entendido: Não existe autodidata no violino. Você pode até aprender a tocar algumas músicas sozinho, mas provavelmente irá tocar com muitos vícios e chegará um momento, acredite, em que você ficará totalmente limitado tecnicamente devido ao mau aprendizado. O estudo do violino é repleto de detalhes e todos são fundamentais para o bom desenvolvimento e evolução musical.

Segundo: é o professor, profissional experiente, que irá te orientar em relação a seu estudo. Nesse sentido, o professor acessa as habilidades do aluno, discute com ele os seus objetivos e constrói um cronograma de aprendizado específico, personalizado, para cada pupilo. Isso acelera o aprendizado, evita desvios e aumenta a segurança e autoestima do iniciante.

Terceiro: felizmente contamos hoje com uma maior facilidade de acesso às aulas de música e, especialmente, de violino. Existem aulas online gratuitas para iniciantes, cursos online e até aulas em projetos públicos, mantidos pela prefeitura ou associações, onde você pode buscar informações, inclusive aulas em igrejas. Várias instituições oferecem aulas de bom conteúdo e qualidade, basta mesmo que você as garimpe e vá conhecê-las.

Na nossa opinião, nada substitui o processo de troca de conteúdo estabelecido entre professor e aluno, por meio das aulas particulares. A nossa comunidade Superprof contribui nesse sentido, já que através dela é possível encontrar um bom profissional próximo a você. E dar início a seu estudo!

O começo do violino com Monteverdi

Claudio Monteverdi (1567-1643) é o primeiro grande violinista da história do instrumento. Nascido em Cremona, cidade no norte da Itália essencial para a história e evolução do violino, o jovem Claudio foi logo treinado nos conceitos da música.

Embora nenhuma fonte possa atestar, é provável que o músico tenha sido treinado por Marc’Antonio Ingegneri, então músico da catedral da cidade.

Claudio Monteverdi também teria, sem certeza histórica, feito aulas de música da Universidade de Cremona para ampliar seu ponto de vista filosófico. O instrumento deve muito do seu sucesso às obras de Monteverdi. É notavelmente na ópera Orfeu que o violino encontra seu tom de nobreza e ganha o reconhecimento das altas classes.

Então usado nos grupos musicais populares, o instrumento se torna ao mesmo tempo, um instrumento com renome.

Principais obras de Monteverdi:

  • Orfeu (1607),
  • O Retorno de Ulisses à Pátria (1640),
  • A coroação de Popeia (1643).

Outros compositores deixaram sua marca no século XVI. Com o nascimento do instrumento, compositores como Salomone Rossi não hesitaram em usar “a pequena viola” em suas canções.

Jean-Baptiste Lully e o século real

Jean-Baptiste Lully (1632-1687) é um dos maiores compositores franceses da história da música.

Ele é conhecido como o músico oficial de Luís XIV desde 1653.

Este francês de origem italiana é notavelmente um violinista e dançarino profissional. Ele começou sua carreira com Mademoiselle de Montpensier e é notado muito rapidamente pelo rei, que o nomeia superintendente e compositor de câmara.

O músico cria a banda Les Petits Violons (Os pequenos violinos, em francês) e inventa em 1661, juntamente com Molière, a Comédia-Balé, gênero dramático, cenográfico e musical.

Ele compõe as músicas que acompanham diversas das peças de Molière, como O burguês gentil e George Dandin. Alguns escritos atestam que o próprio Lully tocou alguns dos solos durante a apresentação dos trabalhos. Ele usava o violino no ombro para facilitar seus passos de dança.

No meio de sua carreira, o artista morre de gangrena ao pé, após um golpe de sua bengala durante uma apresentação.

Principais obras de Lully:

  • O burguês Gentil, em 1670,
  • Atys, em 1676,
  • Te Deum, em 1677.

É claro que o século XVII não termina com o compositor Lully. Embora este ocupe muito espaço na história do violino, também devemos lembrar do italiano Arcangelo Corelli ou do inglês Henry Purcell.

Esses são só alguns dos nomes indispensáveis que você aprenderá logo nas suas aulas de violino do nível iniciante!

O austríaco faz parte da história da música Mozart é reconhecido por todo o mundo.

Século XVIII: influência de Vivaldi na história do violino

O século XVIII foi marcado pelo famoso Antonio Vivaldi (1678-1741) e sua música barroca. No entanto, é uma carreira muito diferente que o jovem Antonio Vilvaldi abraça em seus primeiros anos, o sacerdócio.

Depois de ser ordenado em 1703, o jovem padre teve de deixar a batina por motivos de saúde.

Banhado em música e, mais particularmente, a aprendizagem do violino graças a um pai violonista, o virtuoso se torna mestre do violino e compositor em um orfanato e no Conservatório Italiano.

É lá que ele escreve alguns de seus maiores concertos.

Principais obras de Vivaldi para colocar em sua playlist de músicas com violinos:

  • La Stravaganza, de1712,
  • As Quatro Estações, em 1725,
  • Orlando Furioso, em 1727.

Mozart: o gênio do século XVIII

Embalado por uma família de músicos, Wolfgang Amadeus Mozart (1756-1791) aprendeu música muito cedo. Um artista verdadeiramente talentoso, ele compôs suas primeiras peças aos quatro anos de idade.

Embora conhecido por suas importantes peças de piano, o músico não escapa das investidas musicais de seu pai, então professor de violino. É claro que o ilustre compositor incorpora partes de violinos na maioria de suas obras.

Algumas das principais obras de Mozart que todo violinista deve conhecer:

  • Concerto para Violino e Orquestra Nº 5, de 1775,
  • Requiem, de 1791,
  • A flauta mágica, de 1791.

Para ser um grande músico, você precisa ter repertório e conhecer a história da música é muito importante para compreender os diferentes estilos.

Música romântica e os violinistas do século XIX

Foi aos 5 anos que Niccolo Paganini (1782-1840) começou a tocar violino. Como uma verdadeira estrela da música, o italiano revolucionou o instrumento e a maneira de tocá-lo.

Sua técnica lhe traz um sucesso incrível. Os espectadores o acompanhavam de maneira animada durante os concertos.

Segundo algumas fontes, Niccolo Paganini deve seu talento a uma habilidade particular, a de estender os dedos para além do normal. Seu sucesso é internacional e o músico vai de capital a capital para atender um público muito exigente.

Mas seu carisma e vício em jogos de azar lhe renderam a suspeita de fazer um “pacto com o diabo”. Por esse boato, a Igreja recusou realizar seu enterro como uma pessoa religiosa.

Principais obras produzidas por Paganini:

  • Duetto amoroso, em 1807,
  • Concerto Nº 1, em 1816,
  • 24 Capriccio, para violino solo, em 1817.

O século XIX é marcado principalmente pela música romântica, em que a expressão dos sentimentos ocupa um lugar muito importante.

A entrada na música pode ser incentivada pelos pais Para se tornar um bom violinista é necessário conhecer a história da música, compreendendo, assim, os diferentes estilos que atravessam as épocas.

O sucesso dos violinistas do século 20

O belga Eugène Ysaye (1858-1931) aprende o violino graças ao seu próprio pai, músico. Para ajudar sua família, o jovem artista tocava seu instrumento na saída das igrejas.

Como integrante do Conservatório, Eugène Ysaye gradualmente fez suas progressões e se tornou um grande virtuoso. Tocar bem sempre foi um de seus maiores objetivos.

Ele se tornou um dos violinistas mais influentes do século XX e é regularmente estudado em aulas de violino.

O ucraniano David Oistrakh (1908-1974) é um desses músicos que também ingressa na música por incentivo dos pais. Com um cantor de ópera, David Oistrakh começou a tocar violino aos cinco anos de idade. Depois de ter feito uma primeira turnê na Ucrânia, sua carreira decolou. Ele teve o privilégio de ser autorizado pelo governo soviético a ir ao Ocidente para alguns concertos, algo que era bastante raro na época.

Yehudi Menuhin (1916-1999) não é apenas um violinista. Um verdadeiro artista engajado durante a Segunda Guerra Mundial, ele tocou mais de 500 concertos em apoio aos Aliados. Grande estrela desde seus 10 anos, o jovem já estava acostumado a turnês internacionais. Ao longo de sua grande carreira, Yehudi Menuhin apoiou outros artistas de regimes totalitários. Ele até mesmo foi nomeado presidente do Conselho Internacional de Música da UNESCO nos anos 70.

Isaac Stern (1920-2001) iniciou-se no violino aos 8 anos, poucos depois de chegar aos Estados Unidos. Original da Ucrânia, Isaac Stern se juntou à Orquestra Sinfônica de São Francisco antes de se juntar à Filarmônica de Nova York. O Le Parisien apontou em um jornal da época que “ele era um mágico do violino, um daqueles artistas que podem extrair com um instrumento a alma da música, um dos maiores músicos do século XX.”

Nascido Iosif Robimovitch, Heifetz Jascha Heifetz (1901-1987) foi um violinista russo naturalizado americano após a Revolução Russa de 1917. Mas foi na Rússia, alguns anos antes disso, que seu pai lhe ensinou o violino, ainda em uma idade bastante jovem. Ele continua a prática na Academia Real de Música de Vilnius, hoje capital da Lituânia, e em seguida, no Conservatório de São Petersburgo. Uma vez nos Estados Unidos com sua família, o músico continuou sua excepcional carreira no novo continente.

Veja algumas sugestões de músicas para o violinista novato praticar.

Saber o passado do instrumento ajuda no aprendizado A história da música é repleta de ricas referências, encompassando os mais diversos backgrounds.

Os jovens prodígios violinistas de hoje

Mas os grandes violinistas do passado também inspiraram toda uma nova geração de virtuosos. Alguns já provaram a si mesmos e seguem trilhando grandes carreiras.

Nascido na Armênia em 1966, Samvel Yervinyan mostra, desde os 7 anos, uma grande inclinação para o violino. Ele viaja pelo mundo até hoje para compartilhar seu talento no palco. A Federação Americana de Músicos o descreve como um violinista de extraordinária habilidade, como demonstrado por uma aclamação internacional.

Como um entusiasta da música erudita, você já deve ter visto algum vídeo do programa de TV francês Prodiges da franco-suiça Camille Berthollet. Com apenas 16 anos, ela ganhou o concurso focado em música clássica que a impulsionou para a frente do palco. Posteriormente, a jovem artista vendeu mais de 100.000 cópias de seu álbum.

E as maravilhas musicais não param por aí!

Nascido em 2001, o sueco Daniel Lozakovich foi rapidamente descoberto pela comunidade musical. Entrando na Orquestra de Câmara de Moscou muito cedo, o músico mostra o domínio perfeito das maiores peças da história da música. De Beethoven a Bach, passando por Vivaldi ou Tchaikovsky, nada resiste ao jovem virtuoso. O músico se apresenta constantemente por toda a Europa.

Mas o violino não é apenas sinônimo de música erudita. Uma estrela internacional é agora reconhecida por seu talento como violinista, a norte-americana Lindsey Stirling. Com 31 anos, ela sai em turnê com suas próprias composições ou covers. Ela ficou bastante conhecida por tocar a trilha sonora original de Zelda e versões de músicas da cantora Rihanna. É só procurar no Youtube que você encontrará várias de suas interessantes apresentações.

Já conhece o violino elétrico?

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