Os exames nacionais são obrigatórios para terminar o ensino secundário, quer o aluno queira ou não ingressar no ensino superior. Nos dias de hoje qualquer emprego ou função desempenhada profissionalmente exige o 12º ano completo, ou seja, se não completar com sucesso o seu percurso escolar, tem menos hipóteses de ter alguma estabilidade financeira e profissional no futuro.

E porque nem todos temos a sorte dos senhores Henry Ford e John Rockefeller, que se tornaram bilionários sem terminarem os seus estudos, precisamos de no mínimo ter um bom resultado nos exames nacionais para podermos concluir o ensino secundário com sucesso, mesmo que o objetivo seja logo entrar no mercado de trabalho ou então fazer um curso profissional que não tenha exigências de notas mínimas.

Todos os anos, os exames de português são os que possuem uma das médias mais baixas de todas as disciplinas. A média de 2024 foi de
11,1 valores

São vários os estudantes que não conseguem atingir o mínimo de 9,5 valores necessários e têm que repetir o exame no ano letivo seguinte. No entanto, existem várias formas de evitar que isto aconteça, e é essencial que dê o seu máximo para ter a melhor classificação possível à primeira. Até porque, quer queira fazer uma licenciatura ou não, terá que ter nota positiva nas provas para poder receber o seu certificado de habilitações no final do 12º ano!

Mas vamos por partes. Será que tem mesmo que fazer o exame de português? Em que cursos é o que pode utilizar como prova de ingresso? Vale a pena realizar a prova se quiser entrar logo no mercado de trabalho? Vamos saber a resposta a tudo isto.

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Quem é obrigado a realizar o exame nacional de português?

A resposta a esta pergunta é muito simples: todos. Todos os alunos do 12º ano, independentemente da área de estudo têm obrigatoriamente que realizar o exame de português. Isto quer dizer que, mesmo que tenha escolhido fazer a especialização na área de ciências ou artes visuais, terá que comprovar as suas competências na língua portuguesa no final do ano letivo.

Poderá não utilizar este exame como uma das provas de ingresso na candidatura subsequente ao ensino superior, mas este irá ter impacto na nota final da disciplina e, claro, na sua média escolar. Tudo isto poderá afetar os seus planos futuros.

Realizar os exames nacionais de português para escolher os cursos superiores que quiser

A lista de licenciaturas que utilizam os exames de português como prova de ingresso é enorme, provavelmente muito maior do que imagina! É provável que relacione português como prova de ingresso para uma licenciatura de filosofia, tradução, literatura portuguesa, direito, história, línguas estrangeiras, educação ou ciências da comunicação. E teria razão, mas existem muitas mais!

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Uma disciplina central

Como a nossa língua materna, o português é um elemento essencial da aprendizagem e uma parte integrante da formação de diversas áreas.

Como tal, este exame também pode ser utilizado como prova de ingresso para um curso superior de arqueologia, estudos artísticos, geografia, design, psicologia, economia, música, marketing, criminologia, serviços sociais, multimédia, teatro, desporto e até mesmo desenvolvimento de jogos digitais.

Vai encontrar licenciaturas deste tipo em universidades como a Universidade de Coimbra e muitas outras instituições e institutos politécnicos portugueses, que possuem uma oferta formativa semelhante. No entanto, cada instituição designa quais são as provas de ingresso pertinentes a cada curso, por isso deve verificar com antecedência quais são as pedidas para aqueles em que tem interesse para não ter nenhuma surpresa no momento da candidatura.

Como podemos verificar, os exames nacionais de português são pedidos em diversas áreas desde ciências, humanidades, desporto e até economia. Claro que, nestes casos, a utilização do exame de português como prova de ingresso à licenciatura não é obrigatória, mas pode ser uma opção viável em comparação com o de matemática ou biologia por exemplo.

aluna com caneta na mão a olhar para folhas

Isto quer dizer que os poderá utilizar mesmo se a licenciatura que quiser seguir for de outra área totalmente diferente à que frequentou do 10º ao 12º ano. Não existem quaisquer entraves!

Os exames nacionais de português são, para muitos alunos, uma oportunidade de cumprir os requisitos das provas de ingresso com sucesso. Para muitos, será mais fácil fazer os exames de português do que fazer uma prova de filosofia ou de outra disciplina semelhante mas, para isto, o aluno deverá ter feito a sua parte e estudar, ler e aprender sobre tudo o que é ensinado na disciplina de língua portuguesa ao longo do ensino secundário.

Se quiser utilizar o exame de português como prova de ingresso, como fazer a candidatura?

Se este for o caminho que quer seguir, é essencial que complete o processo de candidatura corretamente. Para ajudar, vamos rever tudo o que deve fazer, por ordem, passo a passo.

Para começar, deverá aceder ao site da DGES. De forma a garantir que não precisa de parar o processo a meio para ir procurar algum elemento, deve ter já consigo o seu cartão de cidadão, a ficha ENES e a senha de acesso à plataforma. A ficha ENES deve ser pedida (e dada) pela escola depois de saber o resultado dos exames e contém toda a informação que necessita sobre as provas que realizou, as suas respetivas notas e a classificação final do secundário. A senha, por outro lado, está algures nos emails recebidos, porque já precisou dela para se inscrever nos exames.

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A nossa dica

Só comece o processo depois de garantir que tem todos os elementos consigo, para não ter que parar a meio ou fazer tudo do início.

Inicie sessão na sua conta e entrará no primeiro passo, a introdução das notas. Este passo é extremamente simples, porque basta copiar a informação que tem na ficha ENES. Terá que introduzir todos os dados pedidos, incluindo a média, o código da escola, o código de ativação da ficha e a data. Tenha muita atenção ao preencher cada campo, porque basta um único erro para não poder avançar.

O passo seguinte é apenas de verificação. Verá informação sobre todos os exames que realizou, incluindo classificações. Basta confirmar se todas as informações estão corretas. Depois de continuar, terá que adicionar a sua informação de contacto atualizada. Morada, número, email, etc.

Agora chegamos à parte importante. Primeiro, deve selecionar qual é o Gabinete de Acesso ao Ensino Superior que prefere. Deve ser o mais próximo possível, uma vez que será o local onde deve recorrer se tiver algum problema. Depois, deverá selecionar se se pretende candidatar à bolsa de ação social. Atenção que não é aqui que se vai candidatar à mesma, apenas deve assinalar a sua intenção (se responder que sim, será depois reencaminhado para outra plataforma específica). Também deverá selecionar qual é o contingente em que se inclui e se tem preferência regional.

@podcastuniversitario

Comenta "VIDEO" e eu mando-te o link por mensagem 🙌 Deixei uma caixinha de perguntas nas histórias e neste vídeo respondo às vossas perguntas sobre a inscrição nos exames nacionais, o pedido da senha da dges, candidatura ao ensino superior e até emolumentos! Vídeo completo no Youtube 💪 #examesnacionais #examenacional #iavesummerfest #candidaturaensinosuperior #acessoensinosuperior #acessoaoensinosuperior #universidade #faculdade #politecnico #ensinosuperior #licenciatura #provasdeingresso #escolasecundaria #ensinosecundario

♬ som original - Podcast Universitário 🧑‍🎓

Por último, e o passo mais importante, a escolha dos seis pares de instituição e curso a que quer concorrer. Não é obrigatório preencher as seis, mas aconselhamos vivamente que o faça, de forma a aumentar as suas hipótese de colocação. Pode optar por seis cursos da mesma instituição ou de instituições diferentes, dependendo das suas preferências. Não se esqueça de colocar as opções por ordem de preferência, com a que prefere em primeiro!

Esta ordem não interfere com as suas hipóteses, mas tendo em conta que só será colocado num curso, o ideal é que o que prefere esteja em primeiro. Quando selecionar uma opção, verá automaticamente a nota da candidatura. Se a classificação não aparecer, significa que não reúne as condições necessárias para concorrer a essa opção. Neste caso, deve eliminar esta opção e acrescentar outra, de forma a não desperdiçar uma hipótese.

Depois, basta adicionar os pré-requisitos (se forem necessários, uma vez que nem todas as opções os pedem) e confirmar as opções que inseriu. Perca uns minutos a verificar se está tudo certo, para garantir que não cometeu nenhum engano. Se estiver, deve submeter a candidatura e guardar o comprovativo. E já está! Se mudar de ideias, pode fazer o processo todo novamente, o que conta será sempre o último a ser submetido.

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Formações específicas depois do ensino secundário: é preciso exames nacionais?

E porque nem tudo é feito por passar pelo ensino superior, existem várias formações e cursos de longa duração (com e sem equivalência a uma licenciatura) que pedem apenas que os participantes tenham completado o ensino obrigatório e realizado os exames nacionais, sem uma nota mínima exigida (desde que não seja mais baixa que 9,5 valores, nesse caso, o ensino secundário não estará completo).

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O exame de portugues obrigatorio é essencial para várias áreas e, como tal, um requerimento a cumprir de muitas das opções de formação no país. É por isso que não deve descurar o estudo da língua portuguesa ao longo dos anos. | Fonte: Pexels

Não quer isto dizer que por existirem instituições que não pedem uma classificação mínima, que os formandos podem deixar de estudar e não se aplicarem, muito pelo contrário. Tudo o que é aprendido no ensino secundário, é extremamente necessário para todo e qualquer curso que pretenda fazer para ter uma formação extra, seja numa versão mais ou menos tradicional, como:

  • capacidades de comunicação e de interpretação;
  • conhecimento geral que não é testado nos exames nacionais;
  • rotina e horários de estudo para os testes e avaliações;
  • disciplina e empenho no estudo, definindo um objetivo e conseguir alcançá-lo.

Mas faz ideia de quais são os tipos de cursos que existem fora do ensino superior e que possam permitir aos estudantes ter um bom futuro e trabalhar no que realmente gosta? Quer queira manter-se dentro dos modelos de aprendizagem tradicionais ou não, terá inúmeras opções de áreas por onde escolher, como:

  • Cozinha;
  • Naturopatia;
  • Medicina Chinesa;
  • Fotografia.

Estes são apenas alguns exemplos, mas a verdade é que existem centenas de cursos diferentes. Mas ainda que os modelos tradicionais não sejam a única opção que garante sucesso no futuro, o mesmo não poderemos dizer à cerca dos exames nacionais, porque estes, como um passo essencial para obter o seu certificado de habilitações do 12º ano, são essenciais para a entrada em todos os tipos de formação.

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Mas tenha atenção

Este tipo de cursos, exigirá ainda mais dos alunos, uma vez que muitos dos exemplos dados exigem uma cédula para que possam exercer e, sem bons resultados, não a conseguirão obter.

Isto significa que terão sido anos da sua vida desperdiçados a pagar e frequentar um curso que não irá conseguir exercer. Por isso, estudar e criar hábitos de estudo durante o percurso escolar é essencial, não só por causa dos exames nacionais que terá que completar, mas porque vai precisar deles para o resto da vida. Por isso, vamos esquecer as procrastinações e começar a olhar pelo futuro brilhante que existe depois dos exames nacionais!

Exames nacionais para terminar o ensino secundário e começar a trabalhar

Esta também pode ser uma opção viável para vários tipos de jovens que estão a terminar o ensino secundário:

  • os que não sabem o que querem fazer e decidem tirar um gap year (ano sabático em que decidem fazer uma pausa nos seus estudos para trabalhar ou viajar) e trabalharem para terem conhecimento de como funciona o mundo do trabalho e depois sim, olharem para os cursos superiores com outros olhos;
  • os que não pretendem continuar a sua educação depois de terminar esta fase. Mesmo tendo intenção de terminar o seu percurso escolar por aqui, ainda precisam de fazer os exames nacionais (e serem aprovados!) para poderem fazer o pedido dos seus certificados de conclusão do ensino secundário.

Qualquer uma destas opções é perfeitamente aceitável, até porque todos sabemos que existem vários estudantes que não gostam do ambiente escolar e cujo único objetivo é ter a classificação mínima nos exames nacionais para ser aprovado e completar o ensino secundário. Se é uma das pessoas que não gosta da escola e mal pode esperar por esta terminar, pode ser uma opção para si!

construir uma carreira profissional depois dos exames nacionais portugues
Ter melhores resultados nos exames nacionais, pode permitir uma carreira de sucesso, mesmo que não opte por nenhum dos cursos superiores com exame de portugues à escolha. | Fonte: Unsplash

No entanto, deve sempre ter em mente que existe um motivo grande para se enfatizar a necessidade de continuar a sua educação, seja num curso superior ou profissional: a empregabilidade. A verdade é que, para quem tem apenas o 12º ano, as opções profissionais são por norma poucas e de rendimento mais baixo. Não quer dizer que não seja uma opção viável, mas, regra geral, os licenciados têm acesso a rendimentos mais altos e a carreiras com maior possibilidade de progressão.

No caso de querer enveredar por esta opção, aconselhamos a que procure algo que goste mesmo de fazer e no qual seja bom, de forma a aumentar a sua probabilidade de sucesso. Também pode optar por encontrar um emprego noutra área, para ganhar experiência no mercado de trabalho, ou inscrever-se no IEF e tentar fazer um estágio (quer seja remunerado ou não). Acima de tudo deve ponderar bem todas as hipóteses, para encontrar a que é melhor para o seu futuro.

Como ter sucesso com os exames nacionais?

Como podemos verificar, sendo a conclusão do ensino secundário obrigatório, não há como escapar aos exames nacionais e por isso, mais vale começar a preparação para esta época o mais rápido possível.

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O ensino online é uma realidade e uma valiosa ajuda na preparação para os exames nacionais de língua portuguesa. Se quer frequentar um dos cursos com prova de ingresso português aproveite também este recurso! | Fonte: Unplash

São várias as formas que existem para melhorar os resultados dos exames nacionais ou então para conseguir ter um bom resultado à primeira tentativa, tal como:

  • Aproveitar os 3 anos que passa no ensino secundário para fazer a preparação com antecedência. 3 anos equivale a 156 semanas, é tempo suficiente para os alunos se tornarem mestres e conseguirem ter boas notas no exame de português. Se começarem com antecedência, terão o tempo necessário para lerem e analisarem todas as obras obrigatórias, bem como treinarem os textos de criação livre e todos os conteúdos de gramática onde existem mais dúvidas;
  • Criar o hábito e uma rotina bem delineada de estudo e seguir essa mesma rotina com empenho e dedicação, não apenas para garantir que consegue os melhores resultados possíveis para o seu futuro, mas também porque, depois desse hábito criado, a vida académica no ensino superior irá correr ainda melhor;
  • Ver o calendário dos exames nacionais e pesquisar também no site do IAVE (Instituto de Avaliação Educativa) para ver os enunciados dos exames de português dos anos anteriores, tentar resolvê-los e ver depois as respostas que estão também no site (os critérios de correção);
  • Ter o apoio de um professor particular da Superprof para a preparação para a época de exames;

A ajuda de um professor particular pode mudar a realidade de um jovem estudante. As aulas particulares são personalizadas e focadas nas necessidades, dificuldades e dúvidas daquele aluno específico, o que irá facilitar bastante o seu desenvolvimento na disciplina de língua portuguesa e, consequentemente, esse aluno vai ter mais hipóteses de ter bons resultados nos exames nacionais de português.

livro aberto com frases sublinhadas

É este foco direcionado que permite gerir melhor o estudo e alocar o tempo necessário às matérias e conceitos onde existem verdadeiras dificuldades. Sabemos que esta é uma das maiores dificuldades de um estudante, organizar e gerir o tempo de estudo para todos os conteúdos. Regra geral, a maioria foca-se apenas nas regras da gramática ou a ler resumos das obras mais importantes, sem se focar verdadeiramente nas questões onde necessita. Seja por falta de conhecimento ou por receio de se sentir assoberbado com tanta matéria. Mas este método não resolve os seus problemas.

Também nisto um professor particular pode ser uma ajuda preciosa. Na plataforma da Superprof existem mais de 4200 professores particulares para a preparação para os exames nacionais. Para encontrar um professor para o ajuda, basta pesquisar pelos profissionais inscritos na sua cidade. O valor médio das aulas é de apenas 14 euros e poderá ainda escolher se prefere aprender presencialmente ou online.

É verdade! Se, por ventura, na sua cidade não existirem professores ou achar que não são o que procura, poderá sempre ter aulas com professores particulares de outras cidades portuguesas. A Superprof também torna o ensino online uma realidade! Seja presencialmente ou online, a primeira aula de preparação para exames nacionais 12o ano – português, é oferecida por 99% dos professores Superprof!

E sendo o português a nossa língua materna, já sabe que não será capaz de fugir desta disciplina e evitar fazer o exame nacional. Como tal, as aulas devem ser aproveitadas ao máximo e o estudo deve ser feito de forma adequada, porque, independentemente de optar por terminar a sua escolaridade no 12º ano ou candidatar-se a uma licenciatura no ensino superior, saber ler, interpretar, falar e comunicar corretamente é algo sempre necessário para todos nós, portugueses.

Por isso, porque não aproveitar e pedir ajuda a um professor Superprof antes do dia da prova?

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O poder da escrita aliado ao talento.

Cláudia Feijoo

Sou uma pessoa dedicada e empenhada a 100% a todos os projetos, quer sejam eles de carácter mais pessoal quer sejam a nível profissional. Sou licenciada em Assessoria e Tradução de todo o tipo de matérias e para além disso sou especializada na língua inglesa e alemã. Tenho uma grande paixão pela leitura e escrita. Sou muito curiosa e aberta ao conhecimento o que me faz querer saber, aprender e partilhar mais sobre, na verdade, tudo um pouco.

Catarina

Eterna otimista, com um bichinho por viajar. Apaixonada por literatura e ficção. Metro e meio de pessoa, vivo pelo lema "Though she be but little, she is fierce". Trabalho atualmente como tradutora e redatora freelancer.