São milhares de estudantes do secundário que pretendem no final entrar num dos cursos superiores, muitos destes alunos, já têm esse objetivo estabelecido desde o básico, mesmo que não saibam ainda qual é a área que querem seguir, quando tiverem o acesso a um curso superior.

Mas, algo que todos sabem é que não poderão entrar na universidade e fazerem qualquer curso, seja um curso português ou de ciências, sem  completarem com sucesso a fase de exames nacionais, que poderão ser no 11º ano, no caso das disciplinas bienais ou então no 12º ano, no caso das disciplinas que acompanham os jovens estudantes desde o 10º até que completem o 12º ano, ou seja, os 3 anos completos do secundário.

É um realidade que o ensino superior em Portugal é muito bom, a educação das universidades portuguesas é cobiçada por pessoas de todo o mundo e também muitos estrangeiros acabam por se matricular nas nossas universidades ou então, se houver oportunidade, poderão passar um semestre como estudante Erasmus e experimentar as aulas de Portugal.

Mas, de qualquer das formas, para o conseguir, o essencial serão os exames nacionais, assim como o certificado de conclusão do secundário, pois apenas com estes será possível fazer a candidatura e posteriormente matricular num curso portugues ou então, noutra área de estudo que cada aluno decida. No entanto, sabemos que existem várias vertentes no português: cursos artísticos especializados, cursos científico-humanísticos e cursos tecnológicos.

Embora todos possam entrar, a vertente que melhor prepara os estudantes para tal, são os cursos científico-humanísticos, que incluem artes visuais, ciências e tecnologias, línguas e humanidades e as ciências socioeconómicas.

Veremos então, o que cada aluno precisa de fazer para poder fazer uma licenciatura ou curso em português ou então em qualquer outra área.

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Vamos lá

A época dos exames nacionais é crucial para acesso a cursos superiores

Iniciamos por falar sobre este assunto e voltamos a frisar: para entrar numa universidade, instituto ou politécnico, é obrigatório fazer os exames nacionais que cada instituição solicitar e além disso, os resultados devem ser o mais alto possível, pois são milhares de alunos a concorrer às mesmas 30 vagas disponibilizadas por cada faculdade para um curso de portugues. A Universidade do Porto, por exemplo, para o ano de 2022, tem apenas cerca de 30 vagas por ano. Mas, dentro dos cursos portugues, há vários cursos, como a licenciatura em estudos clássicos, culturais- portugueses, linguística e ainda, literatura portuguesa.

No caso de outras áreas, será necessário ler o que cada faculdade e cada curso específico pedem, para que os estudantes se possam preparar para esses exames nacionais, preferencialmente o mais cedo possível, no início do 10º ano, seria o ideal, já que estes exames englobam matéria ensinada desde o início.

Os exames nacionais
Os exames nacionais são importantíssimos para qualquer estudante português que se queira candidatar a uma universidade. | Fonte: Unsplash

Para estudantes estrangeiros que queiram estudar num curso superior em Portugal, dependendo se falam ou não português, como no caso dos do Brasil, há várias aulas e cursos de português que podem fazer para se acostumarem e começarem a conhecer a nossa língua num curso superior, no entanto, há vários cursos que são integralmente em inglês, especialmente para os estrangeiros que querem estudar aqui.

Para um estudante da União Europeia conseguir entrar num curso superior em Portugal sem ser através do programa Erasmus, este irá precisar de dominar a língua portuguesa e apresentar um diploma ou certificado de secundário português ou de habilitação legalmente equivalente, ou outra opção, deverão ter uma qualificação que possa dar acesso a um curso superior e apresentar um diploma ou certificado que confira o direito de se candidatarem.

Já um estudante brasileiro, poderá apresentar os resultados do ENEM, que são equivalentes aos nossos exames nacionais, e existem cerca de 42 universidades portuguesas que aceitam estes resultados, entre elas:

  • Universidade de Coimbra;
  • Universidade de Aveiro;
  • Universidade do Minho;
  • Universidade do Porto;
  • Universidade do Algarve;
  • Entre outras universidades e institutos politécnicos.

Os estudantes vindos do Brasil, em princípio, não irão precisar de fazer aulas num curso português pois o português é comum entre ambos os países e por isso, poderão sentir maior facilidade no momento em que se matriculem em qualquer curso de qualquer área do que um estudante vindo de França ou Alemanha que não conheça a nossa língua.

Quanto aos alunos portugueses, este processo é bastante mais simples, já que terminando o secundário e apresentando os exames nacionais, terão a ficha ENES, que permitirá uma candidatura rápida ao curso superior que desejarem.

O que é a ficha ENES e como utilizá-la para entrar num curso de ensino superior?

A ficha ENES é atribuída aos estudantes que concluam a 1ª fase de exames nacionais, é como que o currículo de cada estudante, que contém as informações gerais, a classificação final do secundário, o certificado, os exames realizados por cada um e também as notas atingidas em cada um deles.

Esta é essencial para a candidatura a um curso superior, seja um curso português ou qualquer outro.

Se, por ventura, os resultados na 1ª fase dos exames não for a que o estudante pretende, este deverá claro, inscrever-se na 2ª fase e fazer os exames novamente. Nestes casos, deverá ser pedida uma nova ficha ENES, com as notas e resultados actualizados.

Para conseguir entrar num curso superior, é também preciso que haja um pouco de bom senso por parte dos alunos no momento em que escolhem os cursos aos quais se querem candidatar. Imaginemos, que este estudante tem uma média de 14,5 valores, e que fez os exames nacionais de português, onde atingiu um resultado de 15, fez o exame de alemão, ficou com 17, o de inglês, onde conseguiu 19 e também o de filosofia, que conseguiu atingir 16 valores.

Os documentos necessários para candidatura
Há vários passos importantes que devem ser dados com atenção, nenhum documento pode faltar no momento da candidatura a um curso de portugues. | Fonte: Unsplash

Mas, um estudante estrangeiro que queira fazer um curso português, curso de direito ou até de ciências em Portugal, precisa de apresentar a ficha ENES?

Não, um estudante que não seja português não precisa da ficha ENES, esta é apenas atribuída a estudantes que terminem o secundário em Portugal. Se residir legalmente em Portugal há mais de dois anos, tiver aprovação num curso secundário nas condições para o prosseguimento do estudo ou ser titular de habilitação legalmente equivalente, realizar as provas de ingresso fixadas para o curso e tenha conseguido resultados iguais ou superiores à classificação mínima exigida no ano da candidatura, caso hajam pré-requisitos afixados por uma universidade, deverá cumpri-los e ainda, ter a classificação de candidatura igual ou superior ao valor mínimo fixado pela instituição do curso escolhido.

Cada estudante, seja português ou estrangeiro, poderá apenas candidatar-se ao máximo de 6 cursos de cada vez, se não ficar colocado na 1ª opção por não atingir a média, será colocado na 2ª, 3ª, por ordem, até conseguir colocação.

Se, na 1ª fase não conseguir entrar no curso que deseja, poderá candidatar-se novamente à 2ª fase, como os exames nacionais feitos na 1ª fase, podendo assim ter ainda mais hipóteses de entrar no curso mais desejado.

Por norma, os cursos português, literatura ou estudos clássicos de português, têm uma média de 14/15 valores, por isso, quanto mais alta a média do secundário e a dos exames nacionais, maior a hipótese.

A candidatura a um curso de portugues no ensino superior em Portugal

Um estudante que termine o secundário em Portugal, irá então passar pelas várias fases:

  • fazer os exames nacionais;
  • pedir a ficha ENES e certificado;
  • escolher o curso;
  • ver os requisitos que cada universidade pede e fazer a candidatura;
  • aguardar os resultados de colocação;
  • finalmente, fazer a matrícula ao curso onde for colocado.
Estudar portugues
Ter aulas em Portugal é para muitos um sonho mas, para os alunos nacionais, basta que se esforcem e ouçam o professor que os segue para conseguirem qualquer dos cursos que desejam | Fonte: Pexels

No momento em que for feita a matrícula, dependendo se é uma universidade/instituto superior privado ou público, há vários custos associados:

  • pagamento do valor da inscrição;
  • pagamento do valor da matrícula;
  • pagamento do seguro escolar;
  • primeira propina.

Actualmente, todo este processo pode ser feito online, o que facilita bastante a vida aos estudantes.

Em muitos casos, o custo de fazer um curso superior pode ser um pouco menor se os estudantes recorrerem às bolsas escolares, às quais qualquer um, português ou estrangeiro se poderá candidatar e existem diversas bolsas como as do estado, de cada cidade, bolsas de empresas e ainda, bolsas de mérito que são atribuídas exclusivamente de acordo com as notas e resultados de esse estudante.

Que universidades existem em Portugal e quais são as mais conhecidas?

Em todas as cidades, sejam elas de interior, mais perto com a fronteira espanhola ou então, mais perto do litoral onde se situam as maiores cidades, existem instituições superior, tanto privadas como particulares, seguem alguns exemplos de instituições privadas:

  • Universidade Lusíada;
  • Universidade Autónoma de Lisboa Luís de Camões;
  • Universidade Católica;
  • Universidade Europeia;
  • Universidade Lusófona;
  • entre outras.

Nestas, os valores serão ligeiramente mais altos do que com as universidades públicas, que se encontram nas várias cidades, com o nome das mesmas, por exemplo, em Coimbra, há a Universidade de Coimbra, uma das mais conhecidas pela sua antiguidade, no Porto, a Universidade do Porto, em Aveiro, a Universidade de Aveiro, etc...

a entrada na universidade
Os concursos para entrar na universidade são longos e podem ser difíceis, por isso, é importante estar atento a cada aula durante todo o secundário para no final, ser um pouco mais fácil ultrapassar toda esta fase. | Fonte: Unsplash

Qualquer estudante que more no Algarve se poderá candidatar à Universidade que queira, mesmo que seja no Minho, tal como os estrangeiros o poderão fazer em qualquer uma, no entanto, estes últimos, terão mais oportunidades no público do que no privado!

Se, um estudante estrangeiro precisar de melhorar as suas capacidades em português ou até um estudante nacional que queira melhorar a sua aprendizagem da própria língua, poderá ter aulas com um professor particular Superprof, pelo valor médio de apenas 7 euros! Qualquer professor Superprof poderá ajudar qualquer estudante a conseguir atingir os seus objetivos!

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Cláudia

Sou uma pessoa dedicada e empenhada a 100% a todos os projetos, quer sejam eles de carácter mais pessoal quer sejam a nível profissional. Sou licenciada em Assessoria e Tradução de todo o tipo de matérias e para além disso sou especializada na língua inglesa e alemã. Tenho uma grande paixão pela leitura e escrita. Sou muito curiosa e aberta ao conhecimento o que me faz querer saber, aprender e partilhar mais sobre, na verdade, tudo um pouco.